sábado, 31 de dezembro de 2011

Resoluções de fim de ano OU Que tal ser um pouco clichê dessa vez?




Comecei 2011 muito desanimada. Ainda brigava com Deus por meu filho ter perdido o pai. Jurei que seria mais outro ano, sem muito para aprender. Mas eis que...

1. Aprendi a viver "só por hoje" e aplico isso em tudo que faço.
2. Aprendi a concentrar a vida nas ações.
3. Aprendi a amar, de verdade, mesmo ficando solteira cada mês do ano. E amar é querer que o outro seja muito muito muito feliz, mesmo que você não esteja em seus planos.
4. Aprendi a me amar. E isso foi a coisa mais difícil de se aprender.
5. Aprendi a comer, mas continuo aprendendo.
6. Aprendi que preciso amar mais as coisas que tenho para não sentir saudades delas no futuro.
7. Aprendi a correr 8kms.
8. Aprendi a estender a mão, mas ainda estou aprendendo.
9. Aprendi que existem homens bons, de verdade. E os canalhas também existem, mas isso não é da minha conta.

E agradeço a Deus por tudo abaixo:
1. Oportunidade de ficar sozinha, sem homem, para aprender a chamar um garçom na mesa, dirigir meu próprio carro, escolher minhas próprias roupas e viajar para onde eu quiser.
2. Oportunidade de trabalhar com uma pessoa tão genial, divertida e carinhosa como é minha chefe.
3. Oportunidade de rever os amigos e a família, chorar e sorrir com todos eles.
4. Oportunidade de ser mãe de um menino muito muito muito feliz.
5. Oportunidade de abraçar irmãos de verdade e saber, de coração, que não estou mais sozinha.
6. Oportunidade de olhar o espelho e ver Deus olhando de volta.
7. Oportunidade de me aproximar de Deus.

Neste ano (que é só por hoje), minhas resoluções não são mais perder peso, nem arranjar um emprego. Também não desejo ter um namorado. O que eu desejo é continuar aprendendo, mesmo que isso signifique ficar "solteira", porque seria blasfêmia dizer que estou sozinha.

Isso é legal de fazer, hein? De vez em quando é bom ser um pouco clichê.

Façam também e compartilhem comigo! =)
@A_Sarita
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Postado por Sarita às 00:49

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Divã Cinematográfico - "Timer"

Assisti Timer hoje, uma comédia romântica(?) bem diferente. Não sei se gostei muito, na verdade o filme em geral é bem bobinho, mas traz algumas discussões interessantes. Em resumo, vive-se num mundo onde  existe uma aparelhinho chamado "Timer", que promete dizer a data exata que você encontrará sua alma gêmea. 


Num mundo como o de hoje, onde as pessoas precisam mais do que nunca de certezas e provas científicas, calculem o sucesso de um brinquedinho desses. A pergunta que fica no ar durante todo o filme – É realmente melhor saber? Um dos efeitos que aparecem no mundo pós Timer do filme , é que as pessoas não “perdem” mais tempo namorando, conhecendo outras pessoas se não puderem ter certeza que aquela é a sua alma gêmea. Por exemplo, você sabe que vai encontrar o amor da sua vida quando fizer 48 anos (que é o caso de uma das personagens do filme), o que fazer? 

Um diálogo que eu achei muito interessante e me fez refletir foi esse:

- Você acha que antes do Timer eles pensavam assim, que só acontece uma vez? A expressão "primeiro amor" não implica que teria um segundo e um terceiro?

Na cabeça das duas personagens principais do filme, a princípio nem passa a ideia de que seria possível encontrar um outro amor que não sua alma gêmea. Os amores são válidos. Num mundo onde a tentação por certezas e garantias é cada vez maior, não podemos deixar de acreditar que todas as experiências também são válidas. A vida merece ser vivida com não um grande amor, mas alguns. Acredito demais no amor pra acreditar que existe um só - pra vida toda. 


O que vocês acham?



Sigam! @_thaprado


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Postado por Thaís Prado às 19:53 2 comentários

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

100% você, com gelo e sem limão

Uma coisa é o famoso tiro no pé, o problema é que, no meu caso, o tiro é sempre de metralhadora. Quem noonca? Você sai com alguém, resolve ser espontânea, natural, 100% você, correndo dois riscos, o do cara gostar e você sair meio com o pé atrás ou do cara não gostar e você sair frustrada com você mesma. – Ninguém me aceita do jeito que eu sou! O problema não é esse, a verdade é que ninguém tem a obrigação de te engolir num primeiro encontro. De se encantar com a sua (minha) verborragia alucinada, com tudo de bom e de ruim que você tem a dizer sobre você mesma. Agora, como controlar? Se eu começo a falar, não tem jeito, já sei que não paro tão cedo. E quando vejo, antes fosse só um tiro no pé, mas já estou com metade da perna pra ser amputada and counting.

Começa como um encontro normal e tímido, até acontecer o temido “começamos a nos entender”. Aquela ansiedade em querer tudo, querer saber tudo e contar tudo,  faço melhores amigos em segundos, alguns julgam outros, permanecem. 8 ou 80. Se eu não estou falando é porque não gostei de você. A detalhada história da minha vida (se der tempo, dos meus familiares também), todas as minhas crenças, angústias, expectativas que, basicamente, variam de meia em meia hora.  O mais incrível? Normalmente ninguém perguntou. Vaca amarela way of life a partir de hoje? Nah, seria chato.

Enquanto eu estou mirando no meu pé, pode ter um mirando na minha cabeça, mas a vida segue!



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Postado por Thaís Prado às 11:30 3 comentários
 

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