quarta-feira, 14 de setembro de 2011

E quando ele não faz nada?

É sábado à noite. É a nossa quarta saída. Até o dado momento tudo ficou no 0x0, pergunto-me se me rogaram uma praga, se meu cabelo novo não agradou ou se simplesmente ele não está afim. Eu até pensaria nesta última opção numa boa, não sou tão vaidosa a ponto de não encarar tal realidade. Mas responda-me: Por que ele continua me chamando para sair? Por que me liga e diz que pensou em mim? Por que já me fez um novo convite esta manhã?

Enquanto as amigas dizem que: É porque ele quer algo sério e está enrolando! (duvido!) e os amigos dizem que: Ele é gay! (duvido!), eu tenho certeza: Não vai rolar. E nem é porque me faço de difícil, sou da "galera", eu brinco, eu elogio, eu deixo a mãozinha se demorar no ombro.

As amigas mais experientes dizem: Vai lá e dá uma imprensada na parede. Mas, vê bem, até para "imprensar na parede" você tem que ter uma brecha, uma frestinha de luz sequer. Mas não tem. Ele não dá. Se houvesse um frestinha, eu teria metido o pé na porta e entrado de sola. Mas não, ele fica na dele. Às vezes fala pelos cotovelos. Às vezes fica num silêncio infernal e me pergunta sobre coisas bobas, como "Qual é a sua sobremesa predileta?". E talvez essa pergunta boba é que me faça olhar para ele de novo e topar sair mais uma vez para ficarmos no 0X0.

Ora, o meu espírito feminista do 2º Reich é muito prático: Decida não querê-lo. Por que ELE tem de decidir se quer você? Pois é, pois é. Palmas para essa pessoa perspicaz e prática que eu não sou no momento. Continuo querendo que ele me convide amanhã e depois para eu passar frio na madrugada.



Até a próxima,
@A_Sarita
sarita@corporativismofeminino.com

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Postado por Sarita às 12:56
 

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