quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sorteio - BAZAR MCD

Está rolando o bazar da MCD aqui na terra da garoa, todas as peças da marca disponíveis no bazar estarão com 50% de desconto. E o que é mais legal? é que a MDC está oferecendo 3 vouchers de R$ 50 para sortearmos entre as leitoras do Corporativismo feminino.

Como participar?
Fácil! Tem que ter twitter, tem que seguir o CF, e tem que postar a mensagem: "Eu vou aproveitar o Bazar da MCD com Corporativismo Feminino http://kingo.to/MtJ"

Vamos realizar o sorteio amanhã, 19/08/11 durante o dia, portanto, não perca tempo!

OBS: Para que a promoção se viabilize deveremos ter um número mínimo de participantes para sorteio!

MCD promove bazar com 50% de desconto


A marca MCD – More Core Division promove bazar “Just For Girls” da coleção de
Inverno 2011 com desconto de 50% em todas as peças. Destaque para os trench coats,
vestidos, moletons, calças de diversas modelagens e acessórios da coleção atual.

O Inverno 2011 da marca tem forte influência na década de 80: mangas e ombros
destacam-se com pregas e franzidos, com muitos detalhes de tachas e rebites de
metal, fazendo um contraponto às golas e capuzes desestruturados. Tops, casacos de
moletom e vestidos com modelagens mais amplas e orgânicas são opções para quem
busca conforto sem abrir mão do estilo.

Para uma maior comodidade nas compras, o bazar foi dividido em dois finais de
semana de agosto, de 12 a 14 e de 19 a 21. O local escolhido foi o novo espaço da
Vértices Casa, que fica na rua Fidalga, 66 – Vila Madalena.


Bazar feminino MCD – More Core Division
Local: Rua Fidalga, 66 – Vila Madalena.
Tel.: (11) 3525-0544
Datas: de 12 a 14 e de 19 a 21 de agosto.
Horário de funcionamento: sextas-feiras das 15h às 21h; sábados e domingos das 11h
às 19h.

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Postado por B. às 21:05 3 comentários

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dicas para se dar bem com os amigos DELE

Resolvi reunir um pouco do conhecimento que tenho sobre o assunto, por meio de observações e vivências, em um post. Sempre tive facilidade em me dar bem com os amigos alheios, e sempre reparei muito bem nos casais, e como eles lidam com certas situações.
Os casos citados são reais.

* Ele tem uma banda fuleira que toca em porões úmidos e féticos do centro da cidade (presumindo que vocês morem em uma cidade cujo centro é deplorável). Você tem duas opções: ou você vai com ele, engole a dignidade e mostra a maior disposição para curtir o rolê pedreirão; ou o libera sem medo para que vá sozinho.
Se você nem é do tipo que curte shows fuleiros em lugares sujos e decadentes, não force a barra. Sua cara amarga diante dele e, principalmente, dos amigos, será fatal. Se você for a UM desses shows e ficar de cara amarrada querendo ir embora, os amigos dele SEMPRE vão lembrar de você como aquela menina que IMPEDE O AMIGO DE SER FELIZ. Não é exagero. Ouço direto homens reclamando das "namoradas megeras" dos amigos por motivos semelhantes.

* Futebol é a mesma coisa. Sempre vai ter uma vadiazinha olhando as pernas dos homens do futebol, e você tem que respirar fundo: não pega bem barraco na frente dos amigos: seja lá por qual motivo seja. Além disso, você tem que se conformar: sempre vai rolar um movimento para emendar uma cerveja e depois uma balada. Mas o futebol é importante na vida dele. Não tente competir com isso. Jamais o impeça de participar. Sei que é difícil pra caralho, mas confie.

Estou falando para evitar esses rolês, mas também não seja uma relapsa. Os amigos precisam conhecê-la, saber que VOCÊ é a NAMORADA dele. Saber dar liberdade, mas também se mostrar presente é para poucas. Se você domar essa arte, a chance de criar ao menos empatia nos amigos é maior.

* Se você é do tipo que sorri e joga charme para todo mundo, controle esse impulso quando estiver ao lado dos amigos dele. Nada de ficar azeda, é claro. Mas lembre-se que fidelidade de homem com outro homem é bem mais sólido que amizade de mulher com outra mulher. Se cruzar pela cabeça de um dos amigos que você está jogando charme para alguém do grupo (mesmo que seja impressão), seu namorado VAI ficar sabendo. A menos que o amigo queira te comer.

* Nem ouse controlá-lo na frente dos amigos. Nada de pedir para maneirar na cerveja e nos bolinhos de bacalhau: ele deve estar ciente de que é melhor não abusar. Se ele é do tipo beberrão e botequeiro, peça para que pegue leve estando SOZINHA com ele.
Repito: você NÃO QUER ficar com fama de ditadora e manipuladora com os amigos dele.

Por fim, o resumo da ópera:
É fundamental avaliar o grupo e os indivíduos que fazem parte da rede "amigos do meu namorado". É bom saber lidar com eles e manter, no mínimo, uma relação cordial. Imagine que um deles pode ser o seu padrinho de casamento, e você não quer ele como desafeto, certo? Aliás, tem muito cara que acha fundamental que sua namorada se dê bem com seus parceiros (o que é compreensível, na minha opinião).

Você tem que saber do que eles gostam e não gostam, e procurar agir dentro dessa esfera. Não precisa deixar de lado sua personalidade, mas maneirar, pelo menos no começo. Às vezes, como eu, você fala palavrão com frequência. E daí descobre que os amigos do moço acham feio mulher falando palavrão. Em vez de falar um "foda-se, pau no cu deles", você vai engolir isso e deixar para mostrar essa faceta aos poucos.

Se você curte encher a cara, também pode pensar em não exagerar nos primeiros encontros com os amigos. NADA mais queima filme do que estrear com uma belíssima perda total diante deles.

Lembre-se: Saiba que você pode ser lembrada eternamente por eles por causa de um só cagada.

POST EM ETERNA CONSTRUÇÃO E ACEITANDO OUTRAS DICAS :)

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Que outras táticas vocês usam para se dar bem com os amigos dele?
Que outras situações são completamente queima-filme diante dos amigos dele?

Beijo,


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Postado por Anamyself às 08:00 9 comentários

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Quando não me amei

Minha história começa num momento que medo e carência eram minhas companheiras diárias. Não que justifique o que revelarei a seguir, mas foram elas que me deram o aval para me amar tão pouco. Foi apenas um homem aparecer com um bote meio murcho e dizer “sobe” para eu me atirar com mala e cuia naquilo.

Ele me prometeu uns desvarios e eu queria tudo aquilo. Queria todas as mentiras sinceras, os segredos de liquidificador e até a vida louca do Cazuza de quebra. Fiquei ali por perto, fazendo pose de indiferente, oferecendo alguns centavos para algo que não tinha preço.

Uns poucos dias passaram até ele me dizer que cairia fora. E toda a lucidez veio de chofre quando ele simplesmente bateu a porta. Lembrei de todas as vezes que transamos sem camisinha, de como eu, tão regrada, pude ter topado aquilo. Lembrei de cada mentira contada, de cada desculpa ensaiada. Lembrei, por fim, de mim. Mas parecia muito tarde. Porque eu estava doente. Um corrimento não me deixava esquecer aquele homem, o cheiro era forte, intenso. Passei longos dias com calafrios numa cidade escaldante, dormindo com cinco cobertores que não me satisfaziam. Febres ininterruptas de 40º. Vômitos. Vergonha de mim mesma. Medo. Agonia. Auto-piedade.

Fui ao hospital, sozinha, debilitada, de táxi. Tratei o corrimento por muitos meses. Mas ainda houve uma suspeita de câncer. Fiz exames de toda espécie e no final o médico disse que não era nada.

Talvez uma virose que se adquire a esmo, disse o médico. Talvez a vergonha, pensei. Talvez uma dor que não tem conserto com agulhas, pontuei. Talvez... eu tenha me amado tão pouco naquela época que o corpo decidira me rejeitar. Soa dramático, soa monótono, mas eu precisava dizer a vocês que é preciso vigiar e não deixar que apaguem sua estrela por tão pouco.




Anônimo

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Postado por CF às 23:41 5 comentários
 

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