sexta-feira, 29 de julho de 2011

A verdade que ELES não contam

Madrugada de um sábado qualquer, a festa havia acabado. Algumas doses a mais de puro álcool agora estão em suas cabeças. O sujeito ao seu lado põe hipérboles no seu cabelo, na sua boca, nas suas pernas, nos seus seios, até no seu figurino já destruído por dois cálculos errados de levar a taça de vinho à boca.

O sujeito agora olha para você com brilhos nos olhos tão intensos que competem com as lantejoulas impressas na sua minissaia. Ele diz que não poderia respirar sem você. Deus mandou ver nos seus estrogênios e é claro que você sentirá peninha, é claro que você agora ficará mais atenta ao sujeito. E com o álcool tudo fica mais fácil de descer, até as palavras sem muita criatividade do sujeito.

Logo você abre sua vida, abrindo por consequência algo mais embaixo. Você se pergunta se está sendo fácil, mas logo se reprime, lembrando que ELE acha que você é a mulher da vida dele.

No dia seguinte ele não liga. Você se pergunta: Como não? Mas eu não era a mulher da vida dele? E se, por ventura, os homens fossem honestos e não tão covardes para dizer a verdade nua e crua, diriam para você: Você teria dormido comigo se eu tivesse dito a verdade?




Até a próxima,
@A_Sarita
sarita@corporativismofeminino.com

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Postado por Sarita às 12:08
 

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