sexta-feira, 29 de julho de 2011

A verdade que ELES não contam

Madrugada de um sábado qualquer, a festa havia acabado. Algumas doses a mais de puro álcool agora estão em suas cabeças. O sujeito ao seu lado põe hipérboles no seu cabelo, na sua boca, nas suas pernas, nos seus seios, até no seu figurino já destruído por dois cálculos errados de levar a taça de vinho à boca.

O sujeito agora olha para você com brilhos nos olhos tão intensos que competem com as lantejoulas impressas na sua minissaia. Ele diz que não poderia respirar sem você. Deus mandou ver nos seus estrogênios e é claro que você sentirá peninha, é claro que você agora ficará mais atenta ao sujeito. E com o álcool tudo fica mais fácil de descer, até as palavras sem muita criatividade do sujeito.

Logo você abre sua vida, abrindo por consequência algo mais embaixo. Você se pergunta se está sendo fácil, mas logo se reprime, lembrando que ELE acha que você é a mulher da vida dele.

No dia seguinte ele não liga. Você se pergunta: Como não? Mas eu não era a mulher da vida dele? E se, por ventura, os homens fossem honestos e não tão covardes para dizer a verdade nua e crua, diriam para você: Você teria dormido comigo se eu tivesse dito a verdade?




Até a próxima,
@A_Sarita
sarita@corporativismofeminino.com

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Postado por Sarita às 12:08

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Me, myself and I

O medo de estar só atinge a todo tipo de gente, sem distinção de idade, sexo, condição social. Não importa se vem de família grande, se é filho único. O que mais tem por aí é gente que não gosta de estar só. Gente que prefere nem sair de casa a ir a um restaurante sozinho, ou ir ao cinema sozinho. Viajar sozinho, então, nem pensar.

Creio que essas pessoas sentem um misto de medo de que o mundo as julguem e a condenem como uma pessoa frustrada por estar só, ou e ao mesmo tempo medo de não saber lidar com o seu próprio silêncio.

Não posso dizer que prefira estar só do que acompanhada. Claro que gosto de contar com a companhia de amigos.
Amo meus amigos, não duvidem disso. Prezo sua companhia e seu valorizar cada momento.
Mas gosto de estar só. Não piro. Sei lidar comigo mesma - porque sei que, no matter what, eu só posso me apegar a mim mesma. Só posso confiar plenamente, cegamente, em uma pessoa: eu mesma. Por mais que eu esteja cercada de gente que eu ame e que me amem, sempre haverá momentos que ninguém me dirá o que fazer. Que ninguém me acompanhará.
E isso é uma lição de anos. Depois de me entregar de corpo e alma a tanta gente que, querendo ou não, acaba desapontando - porque, é claro, ninguém é igual a mim.

A verdade é que me acostumei a contar comigo mesma e de estar bem só, e sei curtir esses momentos.

Hoje não dependo de companhia para muita coisa: vou ao cinema com mais frequência sozinha do que acompanhada. Vou a restaurantes sozinha numa boa. A maioria das minhas viagens foi individual: dentro do Brasil e fora, dias ou meses.

Como nunca pude contar com companhia a qualquer hora no lugar que eu bem entender, soube driblar o mal estar de sair sozinha, e transformar isso em um grande prazer em estar só e livre para descobrir o mundo, as pessoas, os lugares ao meu redor.


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Quem é assim também?

E quem não suporta fazer as coisas sozinha? Por que isso?

Conta, conta!

@anamyself
ou
anamyself@corporativismofeminino.com

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Postado por Anamyself às 07:00 10 comentários

O Passado OU História para boi dormir

Se tem algo que pouco merece minha atenção é o passado. Não é raro encontrar os saudosistas, aqueles que passam a vida toda rememorando o passado e suspirando, sempre colocando hipérboles nas pessoas que foram e nas coisas que aconteceram. Que a vida infantil era mais fácil para alguns pode até ser uma verdade absoluta, mas enquanto você era criança gostava daquela hierarquia familiar toda? O passado é só um filme em preto-e-branco que traumatiza alguns ou que serve de escudo para que se justifiquem os erros do presente, do futuro e da próxima reencarnação. O passado é um amontoado de experiências que tornarão as próximas decisões mais claras, mas não mais fáceis. O passado é só uma lembrança de qualquer coisa que parece um mero sonho/pesadelo se não são deixadas as provas concretas.

Um filho, uma cicatriz na pele ou um perfume talvez sejam os grandes objetos do passado. Eu tinha 5 anos quando meu irmão me levava no bagageiro da sua bicicleta vermelha pelos cômodos da casa ainda sem móveis. Estávamos sozinhos, enquanto minha mãe estava trabalhando em outro estado e o meu pai dando suas escapadelas conjugais. Não lembro da época, não lembro do rosto do meu irmão, nem do sangue que a catraca provocou no meu dedo desnudo. Não lembro sequer para quem meu irmão ligou para pedir ajuda. Não lembro o quanto chorei, nem quanto doeu. Não lembro nem que a bicicleta era vermelha, nem como era meu irmão pequenino. Não lembro como tudo aconteceu. Mas aconteceu, o meu dedão do pé é horrendo. A unha insiste em nascer grossa, se precavendo de qualquer nova catraca. O que a unha grossa não sabe é que não ando mais em bagageiros de bicicleta e o meu irmão já se foi há algum tempo.

Depois há o meu filho que me faz rememorar a adolescência e o jeans folgado demais para o meu corpo. Hoje as cicatrizes na barriga estão lá para dizer-me que uma gravidez houve ali. Assim como o filho, o objeto da prova sexual entre eu e o seu pai. Houve um passado, há marcas por todos os lados. E há os perfumes que nos transportam rapidamente pruma tormenta, mesmo que você esteja há anos de distância do ocorrido. Há perfumes que nos fazem flutuar de desejo como o cheiro de loção pós-barba daquele antigo amante na seção de cosméticos. E não é que você queira o amante de volta na sua cama ou na sua história, é apenas - e tão somente - o sentimento trazido pela fragrância.

O passado é talvez a coisa mais patética do mundo. Você pensa nela. Perde tempo com ela e não percebe que sentirá falta - uma enorme falta - do que agora é presente.

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Postado por Sarita às 02:05

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Descumprimento de Parceria por Parte da Editora Objetiva

Em abril deste ano, uma pessoa responsável pelo Marketing da Editora Objetiva nos enviou uma proposta de parceria. Oferecendo 5 exemplares para promover o livro "Mulheres Francesas Não Dormem Sozinhas", até então lançamento naquela época.

Antes de começarmos a parceria lhe pedi um exemplar para conhecer o livro e, assim, fazer uma resenha para o blog. O livro foi prontamente enviado, fiz a resenha e lancei a promoção no blog. Foram vários convites enviados para que os leitores participassem da promoção, empenho de todas nós do blog, além de usarmos nosso nome.

Após o período de divulgação, os sorteios foram feitos no blog e no facebook... Mas quando escrevemos à Editora informando dos ganhadores e seus respectivos endereços, ninguém respondeu mais nada, foram inúmeros e-mails. Inclusive para o e-mail oficial da Editora. Nenhuma resposta. Nada. Desta forma retiramos dos nossos bolsos os 2 livros que já haviam sido sorteados, pois NÓS temos um compromisso com nossos leitores.

Esse pequeno post é apenas para que nossos leitores saibam do descumprimento da Editora Objetiva.

Estamos decepcionadas e que sirva de alerta a outros blogueiros que tenham a intenção de fazer parceria com uma Editora que até então, pelo nome, e tempo no mercado, parecia séria.
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Postado por Sarita às 17:27

segunda-feira, 11 de julho de 2011

RESULTADO DA PROMOÇÃO: KIT CHERINHO DE BEBÊ

Acabamos de fazer o sorteio do kit "Cheirinho de Bebê", com colônia e sabonete da marca.

O método foi o seguinte: primeiro geramos um número aleatório, por meio do site Random.org. Foram 60 participantes de todos os cantos do País, coisa linda!

E o número sorteado foi:


54!




Que corresponde à ordem de envio do formulário e inscrição no sorteio!


E a pessoa número 54 foi:





ALINE VIEGAS, de Vila Velha, Espírito Santo!

Parabéns, Aline, e um beijo às capixabas! Entraremos em contato!

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Postado por Anamyself às 20:23 4 comentários
 

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