sábado, 9 de abril de 2011

A Mulher Ideal



Já repararam em como a mídia projetou a imagem da mulher ideal? Ela é magra, bonita (bonita não, glamourosa), bem sucedida, casada, mãe e...tchan tchan tchan tchan...DONA DE CASA. No casa da personagem acima, ela é casada, mas está no caminho. E não pensem que esta imagem se resume apenas à ditadura da mídia, há estudos que pesquisam sobre a “TERCEIRA MULHER”, que embora está muito mais preocupada com sua carreira, não consegue se desgarrar dos conceitos que lhe foram impostos e isto faz com que ela continue responsável por cuidar da casa, dos filhos e do casamento, sem se descuidar da aparência. Desculpa sociedade, mas essa mulher não existe.

Ô Claris, como assim não existe? Existe sim! Eu sou casada, tenho filhos, sou vice-presidente da empresa onde trabalho e estou sempre preparada bem arrumada.

Ah vá! Então quer dizer que se eu aparecer no meio do expediente sua maquiagem vai estar impecável, seu cabelo um brinco e os pés não estarão doloridos do salto? DU-VI-DE-O-DÓ!

E você realmente vai chegar em casa louca de vontade de preparar o jantar pro maridão? E ajudar as crianças a fazer aquele dever de matemática que você nem se lembra mais como é que faz?

Danuza Leão escreveu um texto chamado “Mentiras” e aborda justamente essa situação que nos foi imposta. Essa imagem projetada esta repleta de mentiras no seu significado. Porque não entra na minha cabeça que nenhuma mulher em sã consciência vai chegar cansada do trabalho e vai cuidar da casa com um sorriso nos lábios. Oh delightful! Só que não.

Uma coisa é você, assim como eu, não ter grana para bancar uma empregada e ter sim que arrumar o seu cantinho senão vira um chiqueiro. Outra coisa é você me falar que A-DO-RA varrer o chão e todos os outros afazeres domésticos, e dispensaria qualquer possibilidade de contratar alguém para fazer o seu trabalho, porque afinal ele é seu. Você é mulher e é seu dever cuidar do lar. E faz tudo isso sem deixar de ser bonita e sensual.

ME DIZ BRASIL, QUE MULHER QUE TRABALHA E CUIDA DO LAR QUE TEM TEMPO PARA FICAR BONITA E SENSUAL?

Eu faço unha toda semana no salão, é o luxo que eu me dou de presente porque eu não sei fazer unha em casa e mesmo que soubesse, não tenho paciência para fazer. Mas é um saco ter que fazer somente aos sábados com o lugar lotado de gente, porque os salões só ficam abertos até as 18h, com muita sorte até as 19h. Aqui em BH, eu só conheço UM salão que fica aberto até as 21h, e mesmo assim cobra 32 reais para fazer o pé e a mão. 32 REAIS, BRASIL! Desse jeito, meu salário vai ficar todo no salão. Prefiro continuar no salão lotado (e deixar só a metade do salário lá)!

No prédio onde eu trabalho tem três salões de beleza. Essa semana, desesperada para fazer unha, perguntei para os três quanto era o serviço e o horário de funcionamento. “Até às 17h”. WHAT??? Então pra frequentar esses salões têm que ser dondoca, né?

(Idéia: criar um salão 24h em BH.)

Enfim, vou parar de falar dos salões porque isso é assunto para outro post. Não vamos gastar inspiração, porque né? A coisa aqui ta osso!

Voltando ao assunto, eu já escrevi neste texto sobre a minha falta de habilidade em ser dona de casa e reitero aqui sobre isso. Odeio serviços domésticos mais do que odeio (15 minutos pensando) fígado com jiló. Infelizmente não nasci afortunada e tenho que encarar esse meu ódio (quase) todos os dias. Mas que odeio, eu odeio. Acho que a única coisa que eu gosto é de cozinhar (o que não quer dizer que eu saiba muita coisa), mas me pede para fazer qualquer coisa na cozinha depois do expediente pra você ver!?

Essa imagem que temos da mulher é idealizada. É esse Ideal que compramos, e por mais detestável que seja o papel que ele nos submeteu, temos de pensar que é isso que nos faz ser uma mulher completa: aquela que estuda, trabalha, cuida da casa, dos filhos, do marido, do gato, do cachorro, lava, passa, cozinha, canta, dança e representa. E sempre achando tudo isso glamouroso e se sentindo privilegiada por exercer este papel. Como as mulheres dos anos 50, só que agora com o plus de ter também a obrigação de ser bem sucedida na carreira.

E enquanto o FDP do marido tá jogado no sofá assistindo futebol, tomando cerveja e arrotando.
ISSO É JUSTO???

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Postado por Claris Simão às 13:35

19 comentários:

Paulo Teixeira on 9 de abril de 2011 13:59 disse...

Resp: É! =)

Vilanova on 9 de abril de 2011 14:31 disse...

Claris!
1o. Suas posições são fidedignas a muitas posições e pensamentos meus, por isso já me identifiquei de cara! =D
Tenho há séculos reclamado deste novo sistema de ideal de mulher que é empurrado na cabeça das nossas adolescentes e adultas por revistas que, sim, temos direito a ter uma carreira, mais do que isso, é nosso DEVER ser as melhores em nossas áreas, mas temos que ser exímias mães, perfeitas donas de casa e esposas maravilhosas. Nem se nosso dia tivesse 70 horas! Recai sobre as mulheres hoje uma responsabilidade pelo sucesso em "todas as áreas" da vida muito maior do que recai sobre os homens. E isso é uma expressão de machismo tão insidiosa e cruel que não temos como fugir, porque a mulher de hoje carrega a bagagem da submissa do passado e da independente que é exigido ser hoje. E temos que ter dinheiro para o auto sustento, temos que estar em forma para "o maridão", temos que trabalhar mais do que o homem médio porque "foi o que nós escolhemos", temos que ser mães PRESENTES e dedicadas porque "foi para isso que fomos feitas" e ainda temos que arrumar a casa "porque mulher não aguenta bagunça". E aos 35 anos, vivemos de cremes e sem a menor libido, porque já estamos esgotadas. Quer saber, as mulheres são heroínas e guerreiras, pois a pressão é tão grande que se fosse com qualquer outro, sucumbiriam!
(Desculpa o desabafo, mas é que realmente, quando tenho oportunidade de falar no assunto, me revolto tanto que quase babo aqui!)
Um beijo e mantenha as postagens, estou aqui vasculhando seus escritos para me revoltar junto!
Amygha Cris

Anônimo disse...

"E aos 35 anos, vivemos de cremes e sem a menor libido..."

Procure ajuda, sério! Pro seu bem mesmo...

Dama de Cinzas on 9 de abril de 2011 16:01 disse...

Adooorei o texto! Há muito tempo que desisti de ser dona de casa. Não gosto, não levo jeito, tenho preguiça. Bem três argumentos fortíssimos... ahahah...

Se tem mulher que joga em todas as posições e bem, não sei. Sei que tem umas que tentam se virar da melhor forma possível. Eu simplesmente rejeito esse papel escravo que passam para a mulher. Perco coisas com essa opção mas ganho muitas outras. Por exemplo, tempo para fazer o que gosto... rs

Beijocas

Rosangila on 9 de abril de 2011 16:31 disse...

Sou dona de casa, mãe, esposa e trabalho fora. Tento ficar linda e deslumbrante. Mas é claro que a rotina e a correria de cumprir as mil tarefas atrapalha essa tentativa. Mas eu tento. Há momentos que me pego totalmente descabelada, de camiseta surrada e sem batom nos lábios. Não tem jeito. Nem sempre dá pra ir ao salão. Faço o que posso em casa, trato das unhas, uso protetor solar, durmo bem. E o principal: sou feliz porque curto muito minha família. E apesar de tudo, vale a pena.
Sempre sigo suas postagens no meu blog...
Abraços.

Anônimo disse...

As mulheres são foda.

Admiro mesmo mulher que tem marido, filhos, trabalha, estuda, é a melhor da classe e ainda não deixe nenhum dos citados acima na mão.

Daí, algumas não aguentam (com razão, realmente isso é foda) e reclamam das que aguentam.

Meu, a mulher tava de boa no canto delas, enquanto os homens no deles.

Mas pra mulher não tava bom, ela queria ser independente, trabalhar fora, provar que também pode, (pode sim, nunca duvidei).

Só que tinha as coisas de casa pra fazer, e o homem nunca almeijou lavar panelas e dobrar as cobertas da cama.

Então, a mulher vai atrás do seu, e o homem do dele, e as coisas de casa fica pra quem se incomodar.

E os filhos, Icoitados, se foderam, se a unha valer mais, que eles, se o cabelo valer mais, ou se o status e enfim, se foderam, pois a mãe deles pode ter tido a mãe presente, mas eles não vão ter).

Bom, pra resumir, as mulheres almeijaram sair da sua jornada e enfrentar a jornada que outrora era do homem, logo, se quis, ta aí.
Mas o homem não almeijou ter a jornada da mulher, então, mulher, ta reclamando de que?
Acha pesado fazer tudo ao mesmo tempo??
Foi você quem quis.

Anna Paz on 9 de abril de 2011 22:47 disse...

Em alguns casos, idealizar pode ser bom: por exemplo, eu tenho um ideal de vida, um ideal de relacionamento e por aí vai. Ou seja, tenho um modelo do que acredito que seja bom para mim.

Acho que o grande problema está no fato de se idealizar situações ou pessoas a partir de um padrão cristalizado, que deva valer para todos. Talvez a chamada "mulher ideal", que corresponde a essa ideia, não seja tão ideal assim para a vida como ela é, pois ela é supostamente tão perfeita que acaba sendo uma granda farsa e não sobrevive a esse mundo caótico.

Nós, mulheres guerreiras, podemos por vezes não ser tão glamurosas, mas somos muito mais humanas e fortes do que esses estereótipos que a sociedade insiste em nos enfiar goela abaixo.

Cada um tem que viver como bem entender e ser feliz do jeito que achar melhor. Afinal de contas, quem foi que disse que o que faz o outro feliz vai ser capaz de me trazer o mesmo grau de felicidade?

Simplesmente Rapha on 9 de abril de 2011 23:29 disse...

Claris. É tão bom vir aqui. Vc conforta muito com suas palavras. Sei, sei... Não é por isso que vc escreve. Não é pra ser mais um site de mensagens bonitas e auto-ajuda. Mas vc conforta a medida em que consegue escrever sobre um assunto comum a todas nós, mulheres. A mulher ideal não existe ou a mulher ideal é cada uma de nós? beijos

Sacha Santos on 10 de abril de 2011 02:12 disse...

Só para responder o Anônimo acima:

Vc disse que os homens nunca almejaram lavar panelas. Verdade. Mas quem disse que algum dia, nos primórdios da civilização a mulher almejou?
E quando as mulheres desejaram sair da jornada de 'dona de casa' foi exatamente no sentido de abandoná-la e não acrescentar mais uma.

O ponto do texto não é reclamar que não conseguimos fazer tudo, porque disso a gente já sabe. O ponto é reclamar que a sociedade não aceita bem o fato de nós não querermos mais exercer esse papel. Ou pelo menos de expor a verdade: não gostamos disso (com suas excessões, claro. Tem gosto pra tudo)

Rosangila on 10 de abril de 2011 10:50 disse...

Não vejo problema em ser dona de casa. Por sorte tenho um trabalho na qual a jornada de trabalho é de meio período. Dá pra conciliar tudo. Não abandonaria meu emprego pra ficar em casa porque é uma fonte de renda. Eu adoro cuidar da casa, da família, se eu não cuidar, quem vai cuidar?
Como diz a Anna Paz: "Cada um tem que viver como bem entender e ser feliz do jeito que achar melhor"
E o importante é ser feliz.
Conheço mulheres que são do lar e são felizes. Se realizam cuidando exclusivamente dos filhos, do marido e da casa. Nasceram para cuidar. Qual é o problema disso?

Andréia Freire on 10 de abril de 2011 23:42 disse...

Rosangila, elas nasceram pra cuidar ou esse é o papel de mulher que foi ensinado a elas? É preciso um pouco de senso crítico e reflexão. O problema não é ser dona-de-casa em si, é a falta de independência financeira, a falta de automia. Os filhos um dia vão crescer e ir embora de casa. O marido depois de 20 anos pode se cansar da mulher e se separar ou o casamento simplesmente não dar certo. E aí? Se a mulher viveu esse tempo todo se dedicando exclusivamente para a família e esqueceu de cultivar amizades, sua perosnalidade e outros interesses? Ela vai se sentir no fundo do poço, não?

Para o anônimo, é muito fácil e cômodo um homem, no auge do seu egoísmo dizer "não quiseram? então aguentem". Queria o que? Que as mulheres se contentassem com um papel único, sem direito de escolha? Sem projetos próprios fora do ambiente doméstico? Sinceramente, seu discurso é machista pra caralho.

O problema aqui é a educação machista que as pessoas recebem. Homens achando que não tem dever se cuidar da PRÓPRIA casa e dos PRÓPRIOS filhos. Isso é inaceitável. Como se um homem fosse incapaz de realizar essas tarefas, fala sério. Mulher não nasce sabendo. É algo aprendido. E os homens também podem fazer. Aa prova disso são os homens que dividem as tarefas domésticas com as mulheres. Homens realmente companheiros e responsáveis com a vida familiar. Se o homem divide, a mulher não fica sobrecarregada. É muito simples. Mas o egoísmo de muitos homens fala mais alto. E viver com uma pessoa egoísta é uó.

E mais, acho que se orgulhar de ser "super mulher" é na verdade uma forma de se auto-enganar. É uma forma de submissão ao que os outros querem de você sem questionar nada. Senso crítico é fundamental pra não viver a vida fazendo o que os outros querem ue você faça.

Ser dona-de-casa exclusivamente é uma escolhar pessoal. Agora, trabalhar e ser dona-de-casa, cuidando de tudo sozinha é uma puta submissão. Sério mesmo.

E por fim, porque mesmo alguém tem que ser a "mulher ideal" mesmo? Isso não é obrigação.

CNS disse...

Escreveu um sábio autor inglês na DÉCADA DE 40, em um livro ambientado numa espécie de "Idade Média épica", que se tornou famoso mundialmente há alguns anos por sua adaptação para o cinema:

"Já ouvi demais sobre deveres. Mas por acaso não sou da Casa de Eorl, uma escudeira e não uma ama-seca? Já servi a pés vacilantes por muito tempo. Uma vez que eles já não vacilam, ao que parece, não posso eu passar minha vida como desejar? [grifo meu]
(...)
Serei sempre eu a escolhida? - disse ela num tom amargo - Serei sempre deixada para trás quando os Cavaleiros partem, para cuidar da casa, enquanto eles ganham fama, e para preparar-lhes cama e comida, esperando seu regresso?
(...)
Todas as suas palavras querem dizer apenas isso: você é uma mulher, e seu papel é na casa. Mas quando os homens estiverem mortos na batalha e com honra, você tem permissão para ser queimada na casa, pois os homens não mais precisarão dela. Mas eu sou da Casa de Eorl, e não uma serviçal. Posso cavalgar e brandir uma espada, e não temo o sofrimento ou a morte.
- O que teme, senhora? - perguntou ele.
- Uma gaiola. Ficar atrás das grades, até que o hábito e a velhice as aceitem e todas as oportunidades de realizar grandes feitos estejam além de qualquer lembrança ou desejo."


[J. R. R. Tolkien, O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei, personagem Éowyn]

Todos deveriam ter o direito de escolher como querem viver. Deveria ser direito constitucional.

Existem aquelas que nasceram para ser "do lar" e aquelas que nasceram para serem "guerreiras". Também há homens que nasceram para os dois papéis... Tem homem que é melhor "dono de casa" do que muitas mulheres. E ainda bem, pois se não houvesse gente pra preencher todos os papéis, a humanidade acabaria rapidinho, né? [Se bem que a natureza até que agradeceria].

A questão é: todas podemos escolher - E DEVEMOS - entre ser Arwen [a elfa bordadeira] ou Éowyn.

Particularmente, "Arwens" e "Amélias" me enervam ao extremo!!!

Negação de Irene on 11 de abril de 2011 12:51 disse...

kkkkk, acho que estoumais pra éowin, mesmo, rsrsrs

Tati disse...

Eu faço tudo isto, mas no fim do dia estou exausta!!
Sinceramente, dá vontade de desistir. Mas não dá para trabalhar desarrumada, não dá para não fazer o serviço de casa, não dá para deixar a filha na mão, fora o cachorro, o cliente, o marido...ter q se manter magra, linda e elegante. Daí descemos do salto e somos consideradas loucas. =]

Camila disse...

Não vejo problema nenhuma em fazer todas essas coisas! Eu larguei minha profissão para cuidar da casa e dos filhos e tenho muito orgulho disso. Meu marido tem condições de nos sustentar e pode me dar esse luxo de não precisar trabalhar, que nunca gostei de verdade. Bom pra ele, bom pra mim. Em troca, meu dever é cuidar da casa e criar meus filhos da melhor maneira possível.

Acho que a autora talvez esteja superestimando a carreira ou subestimando as donas de casa. Ou as que conseguem fazer as duas coisa.

Tati disse...

Ahhh, em SP tem manicure 24h..kkk

Marcio on 13 de abril de 2011 16:04 disse...

Acho que a Camila além de dondoca é "loira" (desculpem-me as loiras inteligentes). O texto fala das mulheres que trabalham fora e ainda precisam cuidar da casa, o que aparentemente não é o caso dela, e mostra que, mesmo que muitas consigam, é impossível estarem sempre lindas e bem dispostas, como querem "vender" nas novelas.
Sacha, mandou muito bem! kkkkk
É a primeira vez que venho aqui, e gostei dos textos.
Acho que você está certa quanto às dificuldades que a mulher encontra pelo peso que lhes foi imputado por essa sociedade machista que ainda vivemos. Aliás, acho que vocês foram enganadas, como bem disse a Danuza Leão.
Sorte daquelas que conseguem encontrar no companheiro(a) o parceiro(a) perfeito, como comentou a Andréia.
Mas uma coisa eu digo, sem querer ser demagogo, os homens não chegamos nem aos pés de vocês, mulheres.

Anônimo disse...

Camila querida.. como vc falou.. vc desistiu da carreira..pq seu marido tem condições de sustentar vcs... Tem mulheres q nao podem se dar a esse luxo...(eu sou uma delas) nao sou casada... mas prezo mt pela minha intependencia.. pq cresci numa familia onde minha mae dependia da grana do meu pai que por sua vez vivia reclamando disso...
Tá ai o comercial da Bom bril causando uma certa revolta aos homens machistas e preguiçosos...
SE os homens se dedicassem mais a ajudar nas tarefas domesticas, nós mulheres até conseguiriamos nos manter como o texto diz.. mas infelizmente nem todo homem é um Marcio (como do comment acima)... que é capaz de entender nossas necessidades.. se nao ajudar..tb nao reclama..rsrs

Jennie

Anônimo disse...

Acho que hoje em dia não cabe mais o conceito de família de 50 anos atrás. À mulher não cabe mais a cobrança e a responsabilidade de ser uma dona de casa como antes. Sou casada e tenho um filha de 2 anos. Confesso: vou parar por aqui. Não quero uma família maior e maiores responsabilidades com casa e marido. Almejo muitas outras coisas pra minha vida. A mulher não precisa se sentir obrigada a ter que constituir familia. E se constituir e tiver desejo de trabalhar e estudar, procurar pelo menos não se encher de filhos(pois aí é demais né?), só tendo muito dinheiro pra dá conta, Senão, vai viver reclamando da vida mesmo. Nós é que temos que decidir até onde vai nosso papel de dona de casa e se queremos viver além disso.

 

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