sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A arte de não se apaixonar.

Sinto falta da mulher apaixonada que sempre fui. Das minha pequenas reviravoltas, das noites insones, dos gestos exacerbados com ares de eternidade. E, transcorrido tanto tempo desde tais sentimentos, consigo racionalizar cada atitude mal pensada.

Para se apaixonar é preciso estar distraída, muito distraída. E é preciso se tornar muito disponível. Não apenas disponível no sentido "desocupada", mas também disponível para inventar. Senão não se apaixona. E estou falando de paixão e não de amor.

Por que a distração é tão importante? Porque por uma profecia do universo quando se está esperando que algo aconteça, simplesmente não acontece. Basta sair de casa e a secretária eletrônica ficará abarrotada de recados incríveis. Seu telefone tocará se deixado esquecido no banco de trás do carro. É uma profecia do universo e não há nada a ser feito quanto a isso.

A distração não pode ser artificial. Nada adiantará se você fizer um ar, superficial, blasé. A "coisa toda" tem que ser feita de modo distraído. Você está distraída e mal vê o bueiro à frente. Você mal vê o homem que lhe fará cair de uma vez só num buraco negro posteriormente. Ele se concretizará na sua frente de uma forma inédita, como um assaltante motorizado.

Como diria aquela amiga que adora você "Sem perceber, você se apaixonará outra vez. É questão de tempo (e distração)". Então você se pergunta "Por que diabos vou querer cair numa cilada de novo?". Então, você fica atenta. Muita atenta. Quase psicoticamente atenta para não cair num bueiro, digo, num buraco negro.

Por que é preciso inventar? Porque se você olhar bem ao seu redor saberá que se você pensasse racionalmente evitaria buscar a paixão. Há sempre histórias lamuriosas de traições às véspera do ano novo e por que você não faria o papel principal algum dia? Você está disponível ao inferno quando metida numa paixonite aguda.

É preciso inventar, recortar corações em torno de suas fotografias. Inventar a paixão toda. Torná-lo infinitamente incrível por lentes azuis. As mesmas lentes que ficarão quebradas daqui a um tempo, quando você perceber que construiu alguém que não existia. Então, para se apaixonar, apenas invente alguém fantástico que preencha todos os espaços vazios da sua alma. Invente orgasmos únicos, nunca jamais sentidos. Invente e se apaixone.

E por que é preciso estar desocupada? Porque é preciso conhecer gente, mesmo que distraidamente. Nada de recusar convites no MSN de homens desconhecidos. Nada de recusar ir a festas com solteiros de toda sorte. Nada de ficar fins de semana lendo livros sem grandes méritos. O certo é sorrir para alguns desconhecidos, usar seu melhor batom e vestido na mesma linha. Então, por um acaso forçado do destino, aparecerá alguém para você se apaixonar.

E quando estiver apaixonada, você não saberá ao certo quem é o culpado. Talvez a sua distração, a sua desocupação ou toda a invenção. O culpado estará longe de ser os belos olhos violeta do digi-escolhido.

Apaixonar-se não é para qualquer um, apaixonar-se exige muito de quem se apaixona. Exige-se coragem principalmente. Não são todos que estarão dispostos a olhar de vez em quando para o inferno enquanto escreve dias inesquecíveis com o objeto da paixão. Por isso, a paixão pertence aos fortes e não a pessoas como eu... Centradas demais nos seus sapatos numa festa em que todos riem e acenam. Munidas de um escudo e offline.



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Postado por Sarita às 14:06

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Que seu próximo mês seja incrível!

O entra-e-sai de anos está cada vez mais rápido. São as mesmas e velhas emoções na voz de Roberto Carlos. É Natal e, por isso, a educação humana parece cada vez mais ínfima nos estacionamentos e lojas. Todos precisam correr para ceia, para o amigo oculto e para ver os fógos. E, meu Deus, para onde vamos com essa comemoração tão desumana? Vamos para onde, para 2011? Vamos para o nosso futuro de falta de educação galopante? Vamos para onde? Posso ouvir o rapaz que roubou a minha vaga no estacionamento dizer "Na dúvida, minha senhora, vá para puta que pariu".

Não estão fartos de sentar à mesa com aquele parente chato que foi evitado o ano inteiro? Não cansaram dos lenços acanhados ganhados no amigo secreto? E, meu Deus, não estão enjoados de panetones desenxabidos de supermercados? Ou dos papai-noéis em seus rebolados desengonçados em bancadas de camelôs? Não, não estão. Estão dispostos a rezar a mesma missa, com a mesma fala, nos mesmos moldes. Com a roupa nova que é tão velha quanto tudo mais.

Neste Natal, uma mãe esperou seu filho. Havia uma cadeira para ele ao seu lado. Ele não veio. Não virá. Mas as luzes na Avenida Paulista ou na Esplanada dos Ministérios estavam lá, incólumes, prontas para comemorar. Elas ficarão, todas aquelas centenas de luzes coloridas estarão lá até o Dia de Reis e, novamente, ano que vem. E, depois, novamente. Até sermos atingidos por um meteoro mais afoito.

Que 2011 seja especialmente diferente. Sem essa de fazer pedidos ou escrever promessas. 2011 é próximo mês e caso você não consiga fazer algo decente por você no próximo mês... Tente no meio do ano, talvez em setembro. Mas tente, mesmo que destrambelhadamente. O mundo continua sempre o mesmo, você não precisa participar da epidemia.

Desejo a vocês meses em que possam:

1) Dançar sem temer o ridículo.

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2) Tentar pelo simples fato de tentar.

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3) Agir mais na vida do que reagir a ela.

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4) Distrair-se mais vezes.

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5) E escolher um novo enredo.

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P.S.: Comunico minha volta. E peço a ajuda de todos, leitores e colunistas, para levantarmos o blog durante todos os meses que estão por vir. Iremos retomar as promoções há muito esquecidas.


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Postado por Sarita às 01:00

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Quem, eu?

Imagine a seguinte situação. Vai parecer confuso, mas tente entender:

Você tem 15 anos e conhece a si mesma alguns anos (5, 8, 10) mais velha, sem saber disso, lógico.
Agora responda:
O QUE VOCÊ ACHARIA DO SEU EU MAIS VELHO?

Pergunto isso porque a Anamyself aos 15 anos ouvia Rock, tinha amigos rockeiros, que tinham preconceito a tudo que não fosse rock ou vestisse preto. A Ana aos 15 anos odiava balada, odiava menininhas baladeiras, odiava bebida e bêbados, desprezava a música brasileira de raiz. A Ana aos 15 anos não era aberta a novas amizades. Amava e muito os amigos, mas só eles. Só lhe interessava aqueles 10 ou 15 do seu grupinho.

Ok, eu era muito feliz. Tive uma adolescência difícil pra caralho, com muitos problemas familiares, problemas de auto-aceitação e tal, mas fui feliz. Meus amigos eram amigos de verdade, tanto que até hoje estamos aí. Não como antes, lógico, mas estamos aí.

Voltando à pergunta:
Se a fifteen-years-old-Anamyself encontrasse a twenty four-years-old-Anamyself com certeza a desprezaria ao extremo. Ela personificaria muito do que a teen-Ana abominava...

É, pessoal. As pessoas mudam.

Convido vocês agora à uma reflexão: pense a respeito do que parecia certo para você naquela época e o que parece certo agora.

Beijo-me-twitta.
@anamyseflf

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Postado por Anamyself às 14:00 7 comentários

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Conto com a ajuda de vocês!

Oi, meninas, quanto tempo!
Ando sumida, confesso, esse ano foi mega corrido pra mim.

Venho aqui hoje porque preciso fazer a vida de um cãozinho mais feliz, e, para isso, preciso da ajuda de vocês!

Encontrei o Bóris na rua sábado - 11/12/10 - e ele havia acabado de ser atropelado. Não consegui localizar os donos e prestei socorro imediato. Agora preciso da ajuda de vocês, pois ele fraturou a bacia e a patinha dianteira esquerda e vai ser necessário passar por uma cirurgia.

No momento ele está internado no Hospital Veterinário Universitário daqui de Teresina, pois está com anemia e um sério problema nos rins e só poderá operar depois que resolvermos esses problemas.


Olhem que coisa fofa =)

Vocês podem ajudar:
a. através do site da Vakinha, clicando AQUI!
b. com depósitos na conta
ag. 4404 - 0 c/c 7610 - 4
Banco do Brasil

(Anália Nunes Maia)


Agradeço desde já, de verdade.
Toda e qualquer ajuda é muito bem-vinda (qualquer R$5 já vai fazer muita diferença) =)

@analiamaia

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Postado por Anália às 22:42 5 comentários

sábado, 11 de dezembro de 2010

Coisas que ELES pensam no primeiro encontro

Viajando pela internê fui parar no datingfun.org, um blog estrangeiro sobre relacionamentos. De cara vi um post falando de coisas que ELES pensam no primeiro encontro.

Mandei o link para três amigos, e todos juraram que não pensam a maioria das coisas listadas. Quer saber? também nunca pensei que os homens confabulassem tanto, mas é fato que se eles tem esse poder de se questionar como as mulheres têm, as perguntas que rolam em suas mentes realmente devem ser essas:


1. Como ela é pelada? Sim, logo no primeiro encontro ele vai imaginar como você é pelada, isso se já não fez isso na primeira vez que te viu.

2. Ela vai se oferecer pra dividir a conta? Isso não significa que ele quer ou espere que você de fato pague sua parte, mas ele geralmente espera que você pelo menos se ofereça para tal.

3. Será que ela vai pedir uma salada? Ele não se importa se você pedir apenas uma salada, pode pedir. Ele só não vai gostar se você passar a noite toda olhando pras costelas de porco que ele pediu.

4. Posso pedir mais um drink sem parecer um bêbado? Depois de uma/duas cervejas ou uma taça de vinho, ele deve estar se perguntando se é seguro pedir uma próxima bebida sem que pareça um bêbado.

5. Ela percebeu que eu olhei pra bunda da garçonete? Totalmente ciente de que fez uma verificação completa na traseira da garçonete, ele está se perguntando se você reparou. Pressupondo que você percebeu, ele vai analisar sua expressão pra ver o quanto você se importou com isso - mas sempre torcendo pra que na verdade você não tenha percebido nada.

6. Será que consigo transar com ela hoje? Independente de querer um segundo encontro ou não, se há no mínimo uma atração física por você, ele irá se perguntar se você é do tipo que não se importa de dormir com um cara no primeiro encontro. Claro que a reação de cada homem quanto a isso é diferente, mas eles nunca perdem o senso de oportunidade.


Agora quero a opinião sincera dos meninos que nos lêem. CONFERE?


@bbel

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Postado por B. às 22:33 25 comentários

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Guia prático do sexo oral II - é a vez das meninas nos meninos!

Boa tarde, pessoal

Já leram e espalharam pela internet o texto anterior?

Então agora é hora de aprenderem truques para chupar o moço direitinho.

Divirtam-se ;)

Beijo,

anamyself

GUIA VICE PARA FAZER UM BOQUETE

Depois da resposta impressionante que tivemos graças ao nosso Guia Vice Para Chupar Xoxota, achamos mais do que justo oferecer o mesmo tipo de guia para quem se interessa por rolas (não necessariamente alheias). Depois de entrevistar um monte de piriguetes e UM gay, Linda Gondelle traz para você esse guia completo esmiuçando cada detalhe de uma bela mamada.

Fazer um boquete é uma arte que não aperfeiçoei até meus vinte e poucos anos. Antes disso, eu ficava desnorteada – normalmente bêbada –, e não entendia por que sempre era dispensada. Eu tinha vontade, concentração e atitude, mas também uma sobremordida exagerada e cervejas demais na geladeira. Eu estava no colegial. O que eu sabia? Até que encontrei Yves, o protótipo de namorado mais velho. Nascido e criado em Montreal, ele estava acostumado com as chupadas supremas das canadenses, mas sua garota americana estava prestes a superá-las. De lá pra cá, já “dominei” e “mandei muito” em alguns dos melhores paus dessas bandas. Minha experiência, somada à pesquisa épica da Vice, agora está disponível pra você. Vamos lá!

1) Não gaste todas as suas fichas
Antes de qualquer coisa você tem que saber quanto pode gastar. Qualquer noite de sexo usa mais ou menos vinte fichas, o que significa que se você passar quinze minutos chupando o cara, vão sobrar só cinco de sexo. O ideal é economizar boquetes para as manhãs, fins de tarde e ‘semaninhas’ – afinal, você ainda quer transar.

2) O Maligno Dr. Dente
Seus dentes não existem. Pode ser também que eles estejam em um copo d’água ao lado da cama. Um boquete exige os mesmos cuidados de quando alguém vai enfiar um picolé na boca cheia de dentes sensíveis. O que se tem que fazer é formar uma conchinha oral e usar a língua e o céu da boca pra criar um vácuo que o mantenha longe dos seus dentes. Tenha isso em mente durante todo o boquete. É fácil dar umas bobeadas, especialmente estando bêbada. Uma dica é cobrir os dentes com os lábios, como se fossem aqueles protetores de boxeadores.

3) A Atitude Certa
O segredo está no foco. Você deve se manter completamente absorta durante todo o serviço. Lembra de como você se concentra quando toma um sorvete, pra não derrubar nada na blusa? Por que você acha que eles fazem óleos sexuais sabor morango, baunilha e chocolate? Porque eles provocam um transe de concentração como se você estivesse sob efeito de provigil.

3) Acredite
Não estamos falando do “só a cabecinha” ou “lamber-até-ficar-duro”. Isso é “fazer amor” do jeito mais branco que existe. Se você não quer se comprometer e ser 100% devota ao pau dele, nem comece. Você tem que adorá-lo e se ajoelhar diante dele como se fosse o Indiana Jones encontrando o Templo Perdido (se você se sente vulnerável fazendo isso, provavelmente é porque o cara é um puta babaca, o que significa que você está chupando o cara errado). Lembre-se de que há um paradoxo psicossexual aqui. Você está chupando ele e o pau dele está sendo chupado. Você é tanto uma escrava quanto o senhor de engenho da situação, tipo uma atriz pornô que atua e dirige seus próprios filmes.

4) Rumando para o Sul
Antes de deixar a boca dele e ir pra baixo, prepare a aterrissagem com as mãos. Fique de piranhagem até o negócio estar duro como uma tora. Demonstre que vai rolar uma sacanagem oral da pesada, mas não comece até que ele esteja explodindo.

Esfregue por cima das calças como se fosse um filhote pronto pra nascer. Desafivele o cinto como se fosse o seu. Tente não se atrapalhar muito com a fivela – tudo bem pedir ajuda. Não seja despedida antes mesmo de começar o trabalho. Comunicação é crucial, porque homens geralmente tem problemas em recusar chupadas, por pior que você pareça ser no rolê. Certificar-se de que ele está gostando sem parecer insegura é a parte mais difícil de chupar um pau.

Dica amiga: Não estrague tudo com o zíper. Se você machucá-lo nessa hora, acabou. Puxe o zíper pra cima e pra fora, longe do pau – e não direto pra baixo. Use as duas mãos se precisar, como se ele fosse gigante ou não estivesse usando cueca.

Macete: Se ele estiver tomando as rédeas (insistindo em colocar as mãos na sua cabeça), saiba ler os sinais e faça umas perguntas. “Tá muito rápido”, “forte”, “fraco”, “devagar”? Você não quer um relatório completo ou uma longa discussão. Um ou dois sussurros são suficientes – “sim” ou “aaaahmmm” já são o bastante.

5) Nascimento
Escorregue a mão pra dentro da cueca. A criaturinha está um pouco assustada e tem que confiar na sua mão para querer sair. Passeie por ali durante uns cinco segundos (não muito mais, ou você vai parecer um espectro e deixá-lo constrangido).

Dica amiga: Se ele começar a empurrar sua cabeça pra baixo, não se livre das mãos dele de uma vez. Segure gentilmente seu pulso e faça-o voltar ao seu lugar. Segure-o lá por alguns segundos, querendo dizer, “Relaxa que aqui quem manda sou eu”. Aliás, onde é que você arranjou esse cara?

6) Rolando as bolas
Alguém ficou sem muita atenção até agora. Essa é a hora em que sua cara e mãos precisam se preparar pra trabalhar juntas. Envolva e acaricie as bolas com a mão que você não usa para escrever. Pode abusar delas, mas só com a sua língua bem molhada. Primeiro meta sua cara entre a virilha e as coxas, encontre as bolas, engula uma delas e deixe-a sair. Não tenha medo de molhar tudo.

Você vai precisar da sua mão boa para envolver o pacote, que estará todo babado. Lembre-se que você não tem dentes. É um mantra que você deve entoar pra si mesma: Dentes não, sou banguela, só gengiva, lábios e língua. Nada de dentes.

Na base do pau, a boca finalmente encontra sua mãos e você levanta o pacote com a língua com mais saliva quente. A mão desce pelo saco com o indicador e o dedão agindo como uma extensão da boca. Contemple a situação, porque estão todos juntos. Aqui a cena se congela: boca inchada, lábios em forma de cu pelo meio do pau, língua pressionando o garoto num balanço oral, mão boa segurando e mão tosca acariciando firme as bolas, mas gentilmente. Não convide os dentes pra festinha.

Agora que você deu o mata-leão, não deixe sua boca nem suas mãos largarem o pau. Você não está engasgando e está quase atingindo um ritimo. Você está molhando tudo numa brincadeira babada para atingir o balanço perfeito entre deslizamento e tração. Nada de beijinhos aqui – você é só boca, língua e mãos. O conjunto todo está virando um motor bem lubrificado pronto pra engatar.

Dica amiga: Em algum momento, faça contato visual quando sua boca chegar à cabeça do pau. Lembre-se de que ele está filmando tudo com o cérebro, e a cena pode virar um hit das punhetas dele por anos. Você também pode bater uma punhetinha. A variedade torna tudo mais interessante, além de ser um bom break pros dois.

7) Ritmo e Movimento
Ele começará a se mexer instintivamente. Não perca o ritmo, mexa-se junto com ele. Mantenha uma certa distância, assim você estará ondulante como uma melodia sobre as batidas rítmicas dele. É importante ter cuidado pra não levar uma porrada na cabeça – controle a frequência.

Sua mão deve formar um tubo em volta da boca, com indicador e o polegar colados aos lábios. Mantenha tudo lubrificado e não fique parada. Os outros dedos podem se abrir, dobrar e mexer enquanto sua boca e língua circundam a parte de cima, subindo e descendo. A maior sensibilidade está na cabeça, então não perca muito tempo na base. Seu ritmo deve ser um pouco mais lento que “Pop Goes the Weasel” tocando acelerada. Nunca perca o tempo ou a concentração de sua boca na ponta do pau.

Neste momento você segura bem o pau com as duas mãos em uma festa de dedos e cuspe. Suba e desça, abrindo e fechando os dedos se quiser. A boca fica na cabeça, mais pra cima ou mais pra baixo – depois fora, até engolir tudo. As mãos precisam ajudar, a boca não pode fazer tudo sozinha.

O objetivo não é provocar um orgasmo. Não tenha essa expectativa. É este o ponto do boquete que te familiariza com o ritmo do cara e faz da sua mão a xoxota mais talentosa do mundo, depois da sua própria.

Dica amiga: Em algum momento, enquanto sua boca estiver na cabeça do pau dele, faça um contato visual. Te faz lembrar do que você está fazendo e para quem. É um momento intenso e você quebra o transe se estiver no meio de um. Os caras percebem se você está chupando pra acabar com a coisa logo, e isso deixa eles chateados. Um pouco.

8 ) Contagem regressiva
Algo acontece entre o boquete e o ponto que não tem mais volta. As bolas endurecem e começam a desaparecer. Fofo. Você percebe isso porque está com a mão tonta em posição. Ele se contorce e os gemidos podem ficar um pouco mais ardentes. Agora tudo fica mais difícil e mais fácil ao mesmo tempo. A mão boa leva mais pinto pra boca, trabalhando em um tempo um pouco mais caótico, mas ainda controlado. Os gemidos devem ser intensos neste momento. Entre a mão e a boca forma-se um vácuo e você continua indo pra cima e pra baixo enquanto contrai um pouco as bochecas. Há uma diferença importante entre chupar como um aspirador e simplesmente vedar a boca em um vácuo. O vácuo é melhor.

Ele está tão duro agora que pode ser difícil enfiar tudo na boca, mas tente relaxar os músculos da garganta. Emita um “aaah” profundo. Mova sua boca e mãos pra cima e pra baixo com mais ardor e objetividade. Varie os movimentos, mas não perca a pressão. Use a mão boa para controlar a punheta e mantenha a boca selada em volta do pau molhado.

9) A Linha de Chegada
É isso aí. Aumente a velocidade da mão e da boca. Faça-o sentir como se você estivesse sugando o orgasmo pra fora dele. Rapazes, podem avisar na hora de gozar, mas não sejam um rockstar. Diga gentil e calmamente, como se você fosse chorar sem saber por que (quem é o cãozinho sem dono agora?). Suas mãos estão seladas e você está chupando mais rápido, mas com movimentos delicados. Comece a fazer movimentos de quem vai engolir, pressione a língua na base do pau e relaxe um pouco os lábios. Gema, atecipando o melhor orgasmo que você já criou.

Dica amiga: Se está tão bom que você começa a perder o controle sobre ele num final que nunca chega, pare e deixe-o bater um pouco enquanto você lambe as bolas. É um tiro certeiro pra pôr as coisas no lugar.

10) Descarregando
Cuspir significa que você curtiu. Engolir significa que amou. E gargarejar com porra faz você parecer uma vadia louca que provavelmente tem DSTs. A maioria dos caras não liga pra onde a coisa vai, mas há jeitos de manter a coisa sexy e divertida. Talvez ele queira gozar na sua cara. É só porra e você confia nele, além do que, a coisa tem que ir pra algum lugar e é boa pra sua pele. Para onde quer que vá, limpe rápido. Ninguém consegue relaxar e dormir com o negócio colando.

Dica amiga: Aperte o períneo enquanto ele goza.

11) Engolindo
Engolir é importante. Mostra amor e aceitação que serão recompensados quando ele for te chupar, te comer de manhã e na ‘semaninha’. O jeito mais fácil é estar ereta e ajoelhada entre as pernas dele, porque a gravidade evita que se engasgue, e se o jato for bem para o fundo da sua boca, desce como uma ostra. Juro.

Dica amiga: Você não vai pegar AIDS por ter engolido. É mais seguro se você não escovar os dentes pouco antes ou pouco depois, mas de boa. A gente tá falando que tá beleza.

12) As consequências
Depois de gozar, o cara provavelmente estará exausto e em outro mundo – é impossível resgatá-lo. Mantenha um calor manual sobre o pau por um tempinho, como um cobertor de para-médicos. Fique ali enquanto ele murmura pra si mesmo enquanto você dorme. Vai ser sua canção de ninar.


BÔNUS

Goró
Chupar é uma merda se ele estiver bêbado. Ninguém quer cantar num karaokê de rola por 45 minutos, então esqueça. Monte e cavalgue como uma amazona. Ah é, quanto a você, não beba mais do que três cervejas. Acaba com a concentração.

Gemidos
Gemidos e sussurros criam leves vibrações que tanto fazem com que o menininho vibre quanto mantém você na curtição. Isso fará de você uma super-heroína — metade mulher, metade máquina. Ahhhh hhhhuuummmm aaaaaa!

Bulinando
Terreno pantanoso, deslize sua mão para baixo e em direção ao ânus dele. Se ele não relutar, você talvez vá querer buliná-lo com um dedo molhado. Caras agem como se não gostassem de nada entrando pelos fundos, mas a maioria deles é um bando de putinhas sacanas que precisam de uma bela investida. Tenha certeza de que o timing é certo. Assim que suas bolas se esconderem, as costas dele arquearem e ele estiver prestes a gozar, deslize pra dentro e mexa carinhosamente. Esteja preparada pra um jorro de porra na sua cara.

Raspadinha Perigosa
Essa é delicada. Quebre o ritmo botando, de repente, tudo dentro da boca — gentilmente. Vá tirando ao mesmo tempo em que você vai arranhando, de leve, todo o comprimento do menino com seus dentes. Essa técnica deve ser reservada para ser usada em caras do tipo que usam calça de couro e não gritam pela mamãe.

Prepúcio
Caras circuncidados são mais fáceis de chupar, mas também menos sensíveis. Os não-circuncidados são melhores porque você pode tentar todo o tipo de truques com o prepúcio. Puxe tudo de um jeito que cubra toda a cabecinha e coloque na sua boca, como uma salsicha mesmo. Mas o segredo está na punheta. Se você pegar muito em cima, na hora em que der a primeira punhetada é capaz que arrebente. Pegar muito em baixo faz com que sua punhetada pra cima seja redundante. Peça pra que ele mostre exatamente onde pegar. Uma pegada firme a um meio centímetro da cabecinha geralmente dá certo. Use sua mão boa, pra evitar problemas.

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Fonte: http://viceland.virgula.uol.com.br/br/blog/?p=4385


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Postado por Anamyself às 15:08 9 comentários

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Guia prático do sexo oral

Gente, quero compartilhar com vocês todos e todas um texto controverso que li esses dias. Controverso porque algumas pessoas acharam "a perfeição do século", outras pessoas disseram ser simplesmente óbvio e "nada demais", outras pessoas não conseguiram ler tamanho o baixo nível da linguagem.

Particularmente, me deu vontade de imprimir e sair com ele na bolsa, dando pros caras que eu acho interessantes por aí. Porque vou te contar. A quantidade de homem que não sabe o que fazer direito... Não cabe em estatísticas. Bom, até cabe. Pela minha experiência, foi a maioria.

O texto foi retirado do blog Ana e o Bar.
Só para deixar claro: por mais que eu seja uma Ana e que eu adore bares, o blog não me pertence.

Bora lá. E follow me ;)
@anamyself

Guia prático do sexo oral

Muita coincidência. Ontem no twitter, eu tava falando de sexo oral e hoje, no site de Vice, saiu, ou repostaram, a melhor matéria que li a respeito.

GUIA VICE PARA CHUPAR XOXOTA

O segredo pra chupar bem é ler os sinais. Você pode ser o melhor técnico em sexo do mundo, mas se não souber decifrar os sinais pelo caminho vai acabar perdido numa terra improdutiva de lábios vaginais até cair de exaustão, morto, com lágrimas de frustração escorrendo pelo rosto.

Pense na chupada como uma maneira de dizer, “Apesar de estar querendo te arregaçar por dentro, meus sentimentos por você são nobres”. Ao invés do “AAAAAI” que ela normalmente solta, como se tivesse vendo seu bebê ser atropelado por um caminhão, o cunilíngua gera um murmúrio mais “AIAIAIAIAI”. Mais ou menos igual à reação que ela teria ao receber uma massagem com frutas exóticas de um sheik árabe gostoso. Uma boa chupada equivale a mil anos de sábados consecutivos e parece uma daquelas propagandas felizes de telefonia celular.

1) Curta
Não faça nada se não estiver a fim. Diferente de um boquete, uma chupada de xoxota nunca pode ser feita como um favor. Fazê-la sem vontade não trará bons frutos. Chupe como um porco chafurdando e várias mancadas serão perdoadas.

2) Não deixe a fonte secar
Uma xoxota seca é uma xoxota triste. Se seus dedos encontraram um ambiente seco, volte aos beijinhos e abraços por mais um tempo. Certifique-se de meter os dedos por entre os lábios. Às vezes o molhadinho fica preso entre eles, e uma simples intervenção é o suficiente para fazer o mel pingar.

Quando tiver certeza que está tudo bem molhado, dê umas batidinhas safadas ali com o dedo. Nada pode ser pior que ter pressa, então, antes de cair de boca, certifique-se de que ela está a ponto de implorar por isso.

Dica amiga: Seja como o Prince e ofereça seu dedo lambuzado para vocês compartilharem como um milk-shake com dois canudos.

Importante: Não vá queimar seu záp antes da hora enfiando o dedo inteiro. Isso pode acabar com qualquer expectativa da penetração. Lembre-se que 78% do prazer feminino está no tesão de esperar. Meter o dedo antes da hora pode acabar com o fogo.

3) Missão submarina
Assim que ela estiver espumando, é hora de descer. Mantenha os dedos longe dali e não toque em nada por enquanto. Se esfregue um pouco e mande uma chupada no pescoço como se estivesse se despedindo antes de ir viajar.

Apesar da tentação de puxar as cobertas por cima da cabeça enquanto você vai descendo, esta é uma péssima ideia. Fica quente pra caralho lá dentro e você não quer começar a sufocar dez segundos antes dela gozar porque quebraria o clima.

Comece dando beijinhos nos peitos e na barriga enquanto desce devagar. Só não vá se perder nas tetas – isso é algo que você já deveria ter feito antes de tirar as calças dela. Agora é se concentrar na barriga e nas coxas. Umas mordidinhas são bem vindas, mas o mais eficiente é começar pela altura dos joelhos e subir em direção à xoxota em um movimento lento, mas tenaz, como um tubarão. Lamba tudo, até chegar ao limite. Ignore o foco e repita o movimento na outra perna. Isso vai deixá-la louca de tesão e economizar um bom tempo de atividade oral.

Quando estiver pronto para a missão, pratique um pouco naquela dobra estranha ao lado dos lábios. Só não passe muito tempo ali, ou ela pode pensar que você acha que aquilo é a xoxota de fato.

Ela já deve estar morrendo para que você faça o que tem de fazer. Se estiver no caminho certo, ela vai estar gemendo e tentando forçar sua cabeça para o meio das pernas. Prolongue este momento até que ela esteja com olheiras e cara de quem não respira há 3 dias.

Dica amiga: Passeie com a boca pela região por uns cinco segundos antes de meter a língua. Se demorar muito mais que isso, ela pode pensar que você está enrolando por causa do cheiro – e é claro que todo mundo sabe que a filha da mãe cheira como uma panela de camarão fervido.

Importante: Nunca, de forma alguma, morda a xoxota. Se você não entende isso, desista e volte para a punheta.

4) Dividindo o Mar Vermelho
Prepare o campo de batalha. Pentelhos são para uma chupada o que cáries são para a higiene dental. Você não conseguirá identificar todas as partes se elas parecerem a capa do That What is Not, do PIL. Uma dica quente é fazê-la separar os lábios com os dedos, assim a buceta se abre para você como um grande banquete.

5) A entrada triunfal
Dê a primeira lambida bem devagar. É bom gemer também – mostra que você está curtindo e manda vibrações audiofônicas direto pra dentro. Comece logo acima do cu e continue até chegar ao montinho de pêlos. Faça uma série de seis dessas “Lambidas de São Bernardo” (bem devagar, uns quatro segundos por lambida) antes de partir para a ação. Este é um bom momento para descobrir que tipo de clitóris ela tem. Se for um muito sensível, ela provavelmente vai ter um chilique, indicando uma caminhada fácil. Se não houver reação quando você passa por ele, provavelmente ela é dona de um daqueles clitóris de ervilha e você vai ter trabalho até sentir uma tendinite na língua.

6) Chacoalhe o barco
Chupar xoxota é algo tão delicado que pode te fazer sentir meio viado. Se você está cansado de bancar a bailarina, vá direto ao ponto. Descubra quanta ação o clitóris dela aguenta sem deixá-la desconfortável e mostre quem é o comandante. Afinal, o Sr. Esquivo é exatamente o que faz da arte de chupar xoxotas algo tão difícil. Ele é cercado de lábios e, mesmo depois que você o encontra, qualquer pressão pode desviá-lo do centro e, de repente, você estará dando ao canal urinário a melhor vista da sua vida. Imagine o clitóris como sendo um tumor dentro de uma pilha de lóbulos de orelha. Quando você separa tudo, ele é o aquele mais durinho. Uma vez que sua língua achar o dito cujo, chame por reforços. Use seus lábios para abrir caminho entre os dela e foque toda a sua atenção em isolá-lo. Uma vez localizado, castigue-o por ter tentado se esconder. Seja traquina e bata-lhe na cabecinha. Mais depois.

Dica amiguíssima: A melhor maneira de estimular o clitóris é correr sua língua inteira por ele depois de isolá-lo dos lábios. O ‘capitão’ deve sentir a textura inteira da língua toda empurrando seu corpo e seu barco.

7) Identificando o tipo de clitóris
Depois das lambidinhas com calma, é hora de começar a festa. São dois os tipos de clitóris: os que curtem uma pegada forte e os que não. Este último é tão ruim quanto um pau de dois centímetros, então você deveria vazar o quanto antes.

Dica amiga: Clitóris vêm nas mais variadas formas, tamanhos e sensibilidades, o que não quer dizer muita coisa. Todos eles querem ser tratados com carinho no começo, e a única coisa que vai te dizer se você vai poder acelerar são os sinais. Isso é impossível de ser ensinado, mas faça seu melhor. Tudo o que podemos dizer é que uma convulsão significa “pegue leve” e gemidos querem dizer “manda bala”.

8a) Clitóris que precisam de um bom trato
Esses são os mais legais, porque você pode ser criativo. Finja que sua língua é o policial mau e o clitóris é o assassino do seu parceiro. Separe-o dos seus amigos (os lábios) e chupe-o pra dentro. Agora ele é seu. Mantenha-o ereto criando uma câmara de vácuo na sua boca. Espanque o safadinho na cabeça com uma linguada. Ele não vai confessar nada porque é um clitóris e não faz ideia do que você está falando, mas dê-lhe uma coça de qualquer maneira. Depois de algumas prévias e turbilhões circulares, espanque-o como um boxeador treinando numa pêra. Se ele começar a se assustar como se fosse demais, alivie no interrogatório e volte para as lambidas de São Bernardo. O vácuo é um grande jeito de levá-la ao orgasmo, mas às vezes pode passar do ponto, então reveze entre movimentos circulares e penetração linguistica.

Quando estiver chegando perto de desvendar o caso, volte à câmara de vácuo e linche o suspeito. Cima-e-baixos são geralmente os croques mais eficazes, mas sua língua vai ficar menos cansada se você alternar com uns direita-esquerda. Quando sentir os tremeliques, é isso. Fique nessa, repetindo. NÃO tente ser criativo. Você está na cara do gol e não é hora de mudar o esquema tático.

Dica amiga: Para manter o ritmo, tente mentalizar um mantra que siga o movimento da sua língua, do tipo indiano mesmo (hi-yi-yi-ya, hi-yi-yi-ya, hi-yi-yi-ya). Qualquer ação incompatível pode acabar com tudo, quebrando o clima ou pelo menos retrocedendo em alguns minutos, o que é ruim para o moral.

Importante: Continue por bons segundos depois do orgasmo. Lembre-se de que nada acabou até que mãos cheguem de cima e tirem você de lá. Se ela for do tipo orgasmos-múltiplos você vai ter que seguir em frente até que tenha completado todo o procedimento umas quatro ou cinco vezes. Se não souber o que fazer, apenas continue mandando bala até que as mãos mágicas apareçam e façam-no parar.

8b) Clitóris que não
Alguns clitóris não querem ser separados e agredidos. Esses são os mais chatos e precisam ser tratados com carinho. Nesse caso, banque o São Bernardo até ela gozar. Simples assim. Se começar a ficar de saco cheio, tente dar uma escapada por algum outro caminho. Uma boa maneira de variar é pronunciar diferentes letras do alfabeto com a ponta da língua. Estamos falando de uma boa meia hora, o que pode ser problemático. Se você aguentar tudo isso e ela não gozar, você vai acabar de mau humor, então se for muito trabalhoso, siga em frente. Pelo lado positivo, ficar lá por trinta minutos é uma coisa que poucas pessoas têm paciência para fazer, então espere por uma bela recompensa quando aquela ‘semaninha’ chegar.

9) A conclusão
Assim que acabar (serviço completo), ela vai querer você fora de lá na hora porque aquela região é muito sensível. Ao invés de sair, ponha a língua pra fora e lamba tudo como um tapete empapado e espesso. Certifique-se de não mexer nada para não machucá-la, apenas deixe sua língua descansar por lá como uma arraia por volta de trinta segundos. Depois levante e limpe sua cara como um pirata. Isso vai te dar um bom minuto pra botar a camisinha e sequestrá-la dos aposentos do príncipe Mohamed Mohamed Saddat para a cabine do seu F-15.

EXTRA

1) Eliminado
Se duas mãos de repente caírem do céu e começarem a puxá-lo, você acaba de ser eliminado. De qualquer jeito ela vai falar que nunca goza com oral, mas a verdade é que você chupa mal pra caralho. Apenas dê a ela uma boa trepada e entenda tudo como um aprendizado. Mais tarde você vai poder perguntar onde errou pra poder fazer direito na próxima vez. Se você for muito ruim, vale pedir por uma narração em tempo real. Um pouco do bom e velho “devagar-você-tá-indo-muito-rápido-isso-aí-continua-isso-aí-mesmo-perfeito” pode transformar qualquer cabaço do linguado em especialista.

2) O tira gosto
Nada mantém você tão no controle do jogo – e faz ela gozar tão forte – quanto uma lambidinha no meio da transa. Desatracar pode deixá-la meio confusa, mas é uma ótima jogada para todos vocês, ejaculadores precoces, pra dar uma desacelerada e lembrar o clitóris dela que ele é importante. Se, passados alguns segundos, ela não se mostrar muito feliz com a ideia, saia pela direita dizendo que não conseguiu resistir. Aí desista e volte à lapada.

Dica: A não ser que você curta o gosto do seu pau coberto de látex, mantenha o tira gosto na região acima do clitóris e fique longe do buraco.

3) Os fundos
Dedos: Se o caso é o de uma megera suculenta, ela talvez vá querer alguma coisa no rabo. O polegar é a melhor opção, mas lembre-se que esta é uma atitude atrevida e que deve ser guardada para o final. Se por acaso você estiver tentando o fio-terra na melhor das intenções, tente fazê-lo durante o orgasmo. Se isso não estragar tudo, você vai ter uma reação pavloviana aos seus dedos pelo resto da relação.

Buraco: Não vamos tratar da lambida na escotilha nessa matéria porque se você já está nessa quer dizer que você já está num nível muito mais avançado e deveria ser um doutor em bucetas há anos.

Bunda: Massagear as bandas é sempre bom. Existem cerca de cinco milhões de terminações nervosas na região, então apertá-las de jeito ou mandar ver nos tapinhas – enquanto lambe a xana – sempre vai gerar resultados instantâneos.

4) Dupla ação
Apesar de alguns idiotas dizerem que não, usar os dedos simultaneamente é um belo jeito de levá-la a loucura. Pense nisso como o crack do cunilíngua.

5) Exaustão
A exaustão é a causa número um de uma chupada abandonada, mas existem vários jeitos para se evitar isso. Como dissemos, usar a língua como um objeto inanimado é uma bela maneira para descansar. Ponha-a ao máximo pra fora e tencione. Agora morda-a e mexa-a pela xoxota usando apenas seus músculos do pescoço. Outra saída é simplesmente usar seus dedos sobre o clitóris enquanto descansa a boca.

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Postado por Anamyself às 08:00 15 comentários
 

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