quarta-feira, 30 de junho de 2010

As (des)venturas sexuais


Todo mundo passa por alguma desventura sexual na vida. Quem dera se todas as transas fossem boas! Mas não! Sempre tem o cara ruim de cama, broxa, precoce, pinto pequeno, afoito, lento, agressivo... e por aí vai!

É normal os parceiros não terem sintonia no início e depois entrarem no ritmo um do outro. Tanto homens quanto mulheres estão sujeitos a não agradarem o parceiro, mas como eu só tenho experiências com homens, é sobre eles que falarei.

Não culpo os rapazes por não conseguirem nos fazer chegar ao orgasmo sempre. Realmente é muito mais difícil achar o tal Ponto G da mulher, o que na minha opinião, cada uma tem o seu num lugar diferente, mas é inevitável falar que sempre que não o atingimos, saímos frustradas da cama.

Particularmente me considero sortuda, pois nunca tive um cara broxa, precoce ou de pinto pequeno na cama. Já tive péssimas transas, ao ponto de não querer nem atender o telefone no dia seguinte, mas não assim.

Uma vez, eu estava saindo com um homem mais velho, bem mais velho. “Ele deve saber das coisas”, pensei. Foram alguns meses antes de ir para a cama com ele, até que um dia aconteceu. Os primeiros minutos foram divertidos, ele soube fazer as preliminares direitinho, o problema foi quando partimos para a segunda parte. O cara era agressivo, mas agressivo mesmo. Parecia até uma britadeira! Nem preciso dizer que foi horrível, né? Só queria que aquilo acabasse logo, até porque já tava doendo.

Há também aqueles que não agüentam nem colocar o jogador em campo. Isso é um pouco mais delicado. Nem sempre a culpa é da mulher e nem sempre do homem. Há vários fatores externos que podem causar a impotência. Isso aconteceu com outra amiga minha. Ela conheceu um cara, conversou com ele, se interessou e acabou ficando com ele. O cara botava banca de pegador, garanhão e conhecedor dos prazeres femininos. Lógico que ela ficou curiosa e quis tirar a prova. Foram para o motel, deram uns amassos e quando partiram para os finalmentes...BROXA! O cara deu uma desculpinha para o motivo do “incidente”, mas é claro que ela ficou decepcionada.

Outro dia, conversando com azamiga a respeito disso, uma delas contou sobre um cara com quem saiu uma vez. O cara parecia ser um partidão: rico, bonito, inteligente, gente boa... A noite começou bem: ele a buscou em casa, levou para jantar, depois foram para uma praça e ficaram admirando a paisagem. Por fim, ela o convidou para ir a casa dela e aí a coisa começou a desandar. O bofe que parecia ser o Príncipe Encantado virou um sapo. O que rolou foi que o cara não agüentou 5 minutos. 5 MINUTOS!!! Uma barra de chocolate dura mais do que isso! Final da história: ela correu 40 minutos na esteira no dia seguinte para gastar as energias e agora foge dele.

Outro caso parecido aconteceu com outra amiga minha. Ela sempre grava um CD para a ocasião e, por mais que quisesse, nem sempre dura o CD inteiro. Apesar de relatos de ter que repetir o CD mais de uma vez, o caso que ela conta é completamente o contrário disso: O cara não chegou nem no refrão da primeira música. A barra de chocolate parece cada vez mais atraente, não?

Já uma amiga mais azarada, teve a infelicidade de, em uma só vez, dar de cara com um homem ruim de cama e de pinto pequeno. Aquela história de "não importa o tamanho da varinha, mas a mágica que ela faz" não se adapta a este caso.

Depois os homens se perguntam por que a mulher finge orgasmo!

Aliás, o CF promove a campanha NÃO FINJA ORGASMO, que eu sugiro que todas nós sejamos adeptas dela!


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Postado por Claris Simão às 00:05 21 comentários

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Os "fakes" que divertem!

Esses útlimos dias encontrei vários fakes legais no twitter. São personagens, que inclusive muitas pessoas confudem, achando que realmente aquele povo bizarro existe, mas enfim. Reuni aqui quatro dessas personalidades que me divertiram bastante nos últimos tempos e vou falar um pouquinho sobre cada uma. (Ségam elas, por valê a péna)

Katylene













Vou começar por ela por ser a mais diva de todas! Katylene é uma travesti looshoosa!

Segundo ela, beesha phyna: Seria difícil me descrever em apenas um parágrafo. Mesmo sem vagina eu sou uma mulher completa, dona-de-casa aplicada, artista ímpar, e amante insaciável. Cresci nas ruas de Xerém, baixada fluminense, e em meio a giletadas, apedrejamentos e muita mágoa eu descobri minha verdadeira paixão: ESCREVER. Minha formação acadêmica inclui supletivos variados e uma rápida passagem pelo Telecurso 2000. No final do ano me formo nos cursos de depilação íntima, engenharia capilar e manicure avançada do SENAC e pretendo levar adiante minha carreira de consultora estética mundo afora. Atualmente resido no aconchegante bairro de M’BOI MIRIM e aguardo ansiosamente a expansão do metrô de São Paulo.

Katylene em seu blog comenta os baphos da vida real no melhor estilo.

http://katylene.mtv.uol.com.br/

E no twitter...


www.twitter.com/katylene

Cleycianne














A Cley conheci outro dia no Jô! Não, não ela, mas seu criador, o @incrivelt. Cleycianne é uma ex vadia, modelo fotográfica e recém cristã batizada. Segundo @incrivelt tudo começou com um blog sem compromisso que acabou fazendo muito sucesso!

Cleycianne tem expressões que já ficaram famosas entre seus seguidores: “... em Cristo”, “amarrado 3x”, “HanaMacantaravaSuya” e por aí vai...

Segundo ela,
Meu nome é Cleycianne, sou modelo fotográfica e Cristã batizada. Sempre tive vontade de ter um site na internet, foi então que tive a idéia de criar esse blog com a ajuda de um amigo para comentar as coisas que acontecem na internet com uma visão cristã. Espero que as pessoas "do mundo", aquelas que ainda não se converteram, não fiquem questionando os meus pensamentos e idéias pois é como o pastor da minha igreja diz: "Eu não sou preconceituosa, sou apenas cristã e sei o que é correto".

No blog de Cleycianne tem um banner divulgando “Simplesmente Layla”, que nos redireciona para um outro blog onde ela descreve a saga para encontrar Layla, a filha que vendeu.


No Blog...

www.cleycianne.com

No
Twitter...

www.twitter.com/cleycianne

XuxaVerde













A Xuxa Verde é uma homenagem ao programa da Xuxa na época em que a TV era meio, verde. Ela tem jargões muito bons que podem ser vistos aqui
nesse vídeo!


Ahan, Cláudia, senta lá!
Ajuda eu!

Não pode pegar do chão!

Vaaaaai Ricardooooooo!
Vem gente, vem!


Kaka_BadBoy












O twitter já diz tudo, Kaká Bad Boy foi criado para representar a nova personalidade de Kaká durante essa Copa de 2010! Mais conhecido como “homem da igreja”, Kaká agora está mais para "homem das cavernas", todo saidinho, xingando, levando cartão vermelho...uma coisa do demônio de doido.


www.twitter.com/kaka_badboy

As postagens são em maior parte sobre coisas “bad boy” que o Kaká faz ou fazia antigamente. No estilo, Kaká atacava bolinha de papal na professora.

A Cris me lembrou de mais dois ótimos @OCriador e @MussumAlive

Se tiverem mais sugestões de "fakes" bons, comentem!


;)

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ou por aqui

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Postado por Thaís Prado às 21:35 9 comentários

TEXTO DA LEITORA: Até onde os fetiches sexuais são aceitáveis?

Quando ele me adicionou no msn eu já sabia que não o conhecia pelo nome e sobrenome e quando começamos a conversar pensei: ‘Ufa! Pelo menos não é mais um taradinho da internet’, porque se você não sabe, eu devo dizer, sim, eu atraio taradinhos da internet, homens, mulheres, casais, todos querendo me transformar numa praticante de swing, lesbianismo, ménage, entre outras modalidades sexuais. Na vida real, também atraio tipos inóspitos, os comprometidos me farejam à distância. Não sou puritana ao ponto de dizer que nunca fiquei com alguém comprometido, já aconteceu, mas não é algo que eu procure preferencialmente, apenas acho que sou solteira e não devo me preocupar com as namoradas alheias, se rolar o clima, todo mundo é adulto, não? E olha, não vou dizer que sou de parar o trânsito, mas tenho lá o meu charme, se você quer saber.

Eu escrevo, mas nada demais, o blog é minha válvula de escape, meu vício, meu diário, mas ó, é um blog de família, não abordo nada nem perto do sexual. Então, quando ele me disse que me adicionou porque gostou do blog, do meu perfil e porque aprecia mulheres com unhas vermelhas – e eu sou adepta – não achei nada demais. A conversa entre nós fluiu facilmente, logo encontramos várias coisas em comum e muito rapidamente nasceu a vontade de nos conhecermos pessoalmente. Passávamos horas e horas conversando no msn, nos adicionamos no orkut, nos falamos por telefone. E fora um ou outra confissão pessoal, nossas conversas sempre foram num nível bacana, eu o achava até tímido, no princípio. É claro que eu estava encantada por ele, não apaixonada, óbvio, mas muito interessada naquela pessoa tão bacana que morava tão longe, mas que eu queria ter mais perto.

Daí ele me confessou que gostava de pés femininos com unhas pintadas de vermelho e que tinha fetiche em ele mesmo pintar as unhas de sua parceira. Eu achei até bonitinho. Ele me pediu para fazer isso comigo quando me conhecesse e eu nem vi nada demais. Mas fui perdendo um pouco da graça de conversar com ele porque, aos poucos, ele só queria saber dos meus pés e de quando iria pintá-los de vermelho. Foi ficando chato, eu tentava não dar bola, cortar o assunto. E quando ele parava com essas conversas bobas, voltava a ser a pessoa que me encantava e me fazia ter vontade de conhecê-lo melhor, pessoalmente. Bonito, engenheiro químico, 26 anos.

Algum tempo sem conversarmos direito, me pego saindo do trabalho quando ele entra no msn já puxando papo, querendo saber com que cor estavam pintadas as minhas unhas. Estranho, no mínimo. Mas era só a deixa que ele queria para me dizer que ele tinha pintado as unhas dele de vermelho. É claro que fiquei chocada, mas eu nem imaginava o que ainda estava por vir. Foi só o início da série de revelações que ele me faria aquele dia. Gostava de ser escravizado, chicoteado, humilhado, que lhe passassem vinagre no corpo. Gostava de lamber os corpos femininos molhados de vinagre. Não entendi o porquê. Vinagre? Não entendi mesmo. Mas o pior ainda estava por vir, ele me confessou, então, que era adepto de um fetiche estranho e que tinha vergonha de contar. Eu, curiosa ao extremo, disse que ele podia contar, que eu não iria julgá-lo. Sei lá, eu estava preparada até pra ele dizer que gostava de ‘fio-terra’, brinquedinhos, essas coisas, a julgar pelas unhas vermelhas que ele gostava de usar nele mesmo. Mas não, ele me fala uma palavra estrangeira que eu não sei o que é, mas que quer dizer tudo. Então, ele me explica e eu fico petrificada em frente ao computador. Ele sente prazer em comer as fezes da parceira. Sim, isso mesmo. Ele come cocô. Gosta de se lambuzar com o cocô, comê-lo e tudo mais. Nojento, eu sei. Eu só conseguia pensar ‘como dá na cabeça de uma pessoa que ela gosta de cocô?’.

Perguntei logo das suas namoradas, se elas participavam daquilo, ele me disse que isso não era algo que ele contasse a qualquer pessoa, que não partilhava disso com elas. Eu tinha que fazer uma prova na faculdade, saí correndo do msn, mas não conseguia nem me concentrar direito, só pensava nisso. O mundo é cheio de putaria, a gente é que não sabe. Quantas pessoas julgamos ‘normais’ tem essas estranhas preferências? Ninguém conhece ninguém mesmo. As pessoas que ele convive não sabem que há algo errado com ele. Sim, porque não consigo pensar que está tudo bem com uma pessoa que se excita ao comer fezes, deve ser algum problema psicológico grave. Sem contar que deve fazer mal à saúde também. Na saída da prova, liguei pra uma amiga, desabafei. Ela ficou chocada, já sabia sobre o rapaz do msn. Toda vez que eu lembrava do assunto meu estômago revirava.

Ele conversou comigo outras vezes, perguntei detalhes de como ele tinha descoberto essa vontade, curiosa que estava de sua iniciação naquele fetiche, ele disse que se excitou ao ver um vídeo, que pintava as unhas desde moleque, que sempre se excitou bebendo vinagre. Contou histórias de realização das suas fantasias e até mesmo queria me convencer a partilhar dos seus fetiches. Sem ofendê-lo, declinei do convite. E ele, então, quis desdizer tudo o que já havia dito, quis negar o que, àquela hora já era inegável. Não colou, então, acho que ele resolveu não se importar mais com minha opinião. As conversas agora giram em torno de assuntos polêmicos, eu tento cortar, ignorar, mas não sei o que fazer, ele tem todos os meus contatos. O garoto encantado virou um sapo que eu tenho que me livrar.


A leitora preferiu não se identificar.

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Postado por CF às 01:48 18 comentários

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Emburrada e bicuda (?) ou, quando quero colo, quero colo.

Podem me chamar do que quiserem, mas quando procuro uma amiga para desabafar, eu procuro amor, carinho, colo, consolo. Esporro eu ouço da minha mãe. Não é que minhas amigas não podem me dar esporro, podem. Mas primeiro eu quero colo. E só admito porrada quando sei que errei, quando estou certa, sério, minha vontade é mandar a pessoa tomar no cu.
Falo isso porque por duas vezes, uma pessoa - acredito que não tenha sido maldade, maldaaaaade,mas enfim, me feriu de qualquer forma - que considero sim amiga, e que sempre ouvi desabafos e coisinhas desde que me tornei amiga dela, simplesmente deu pra contrariar todas as minhas angústias, deu a entender que estou dramatizando demais - HELLO, SE EU TO DEPRIMIDA É LÓGICO QUE TO DRAMATIZANDO - e que, uma ou outra coisa que aconteceu, era, no caso, culpa minha.
Não quis responde-la, não quis magoá-la. Não sei se estou certa ou errada, mas simplesmente perdi a vontade de compartilhar qualquer coisa que fosse, por medo de levar uma resposta mais atravessada, e porque não tenho mais saco de me sentir culpada por coisas que não fiz. Tive uma amiga durante anos que me sugou bastante nesse nível. Eu me sentia culpada por tudo, eu a coloquei dentro da minha casa N vezes. E quando trabalhava na Zara ela passou por mim e fingiu que não me conhecia. O trauma foi grande e não to querendo passar por idiota de novo. Mas no meu coração, to achando que os bons estão pagando pelos ruins.
Enfim, não sei. Sei que quando eu ouço o desabafo de uma amiga primeiro eu seco as lágrimas e se eu discordar, depois eu dou minha opinião de leves. Porque é isso que eu espero de um amigo.
Estou certa? Estou errada?
twitter: /jules_at_play
formspring: julesmorsch
blog pessoal: denovodezoito.blogspot.com

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Postado por Heleninha às 00:01 17 comentários

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Alcoolismo feminino em ascensão!

Até bem pouco tempo atrás havia 1 mulher para 5 homens alcoólatras no Brasil. Hoje esse índice é igualitário, ou seja, o sexo não mais distingue o percentual dos dependentes alcoólicos. A mulher e sua ascensão social aos longos das décadas ganharam o mérito e o desmérito das atitudes masculinas. Temos uma vida social, nosso próprio carro, um emprego. Podemos nos separar quando quisermos, votamos e somos votadas, temos a liberdade de escolher como gastar nosso dinheiro e que lazeres ou drogas farão nossa cabeça.

Numa roda de amigos diga que não bebe uma gota de álcool, nem socialmente! Se você for homem, algumas das mulheres duvidarão da sua sexualidade, o acharão banana ou certinho. Outras acharão incrível e peculiar, traço de um homem centrado. Mas temo em dizer que o primeiro pensamento é o mais acolhido. Culturalmente, o álcool faz parte da diversão. Já me peguei falando "Não vou sair, pois não posso beber e eu não vou conseguir enfrentar uma noitada 'de cara'."

O orgulho de algumas mulheres que bebem é conseguir virar mais copos que os homens que estão na sua mesa. A frase "Se não guenta, bebe leite" é o slogan mais bem difundido dos nossos tempos. Consegue beber 1 garrafa de vodka sozinha? Você é muito corajosa. Já disse isso no twitter e reafirmo: Estamos com valores deturpados. Onde o fraco é apontado como forte! O último episódio que exemplifica isso foi a expulsão do Kaká, jogador da Seleção Brasileira. Ele disse um sonoro PORRA, depois "pareceu" acotovelar o jogador adversário e alguns deram o veredicto: "Quando o Kaká resolve virar homem, ele é expulso!".

As mulheres adotaram a postura de beber, sem pudor, afinal essa é uma prática humana - E não meramente masculina. São inúmeros percalços que nos levam a buscar o álcool que é lícito, divertido e aceitável. Não que a lista que farei a seguir sejam justificativas ou reais motivos para que as mulheres busquem o álcool, mas são algumas das maneiras em que a bebida balança o seu manto vermelho para um touro furioso. E, sem perceber, você está bebendo.

Como diria uma música, as pessoas são gentis com a beleza. Se você já foi esteticamente bonita ou feia, deve saber bem como é a gentileza ou a rejeição por sua aparência. Algumas mulheres não lidam bem com o "envelhecer". Certa vez, fui à casa de um amigo, onde as paredes estavam adornadas com retratos de uma mulher jovem e sua faixa de "miss" no peito. A jovem era a mãe do meu amigo que hoje é uma senhora amargurada. E, sim, entregou-se ao alcoolismo assim que começou a menopausa e dizia, daquele jeito arrastado e mole dos bebuns: Eu já fui muito bonita, veja! (Usando a régua: Sei que usar feiúra como sinônimo de velhice é politicamente incorreto. Mas, sim, a beleza estética é dissolvida com o envelhecer - Rosnando você ou não. Por isso a cabeça deve ser bem cuidada, assim como a bunda.)


Quando você entra numa faculdade precisa se relacionar, criar laços. (Usando a régua: Agora se serão verdadeiros ou não, é outra história). E onde eles verdadeiramente se firmam? Em mesas de bar - Você pode até não concordar com essa afirmação, mas ela é real.



A mulher ainda precisa ser a caça e o homem, o caçador. Também acho podre isso, mas é assim que funciona para zilhões de cabecinhas pequeninas. Não adianta. Então, se quer tomar A Iniciativa, use o álcool. Deu para quem não devia? Culpe o álcool! Falou todas aquelas coisas que não diria sóbria? Culpe o álcool!




Posso falar do tópico com propriedade porque vivi isso. É beber para melhorar as coisas, quer dizer, o relacionamento. Sabe quando você compra lingeries novas e inventa viagens com o seu parceiro para que as coisas mudem e você consiga salvar a relação? Pronto. Eu bebia todo fim de semana para conseguir fazer um sexo mais desenvolto e ter vontade para isso. Sei que mais alguns anos naquilo teria me feito ficar doente.


É certo que algumas mulheres ao casarem ou terem filhos descobrem, absortas, que não era isso que queriam. E o que fazem para acalmar os sentidos? Alguns aditivos. Tenho uma amiga que teve uma criança deficiente, depois de ter perdido outras, e ela só consegue dormir depois de algumas boas doses de vodka. Ela tinha marido e se sentia obrigada pelo tradicionalismo da família a parir. O escape para acalmar a têmporas, segundo ela, é beber.


Não que as situações supracitadas vão necessariamente desenvolver uma alcoólatra. Mas é a maneira em que o álcool parece o porto-seguro e fica à mão. Independente do sexo, o álcool deve ser usado com responsabilidade. Às mulheres há o agravante (a mais, além das DST’s) da gravidez, já que "cu de bêbado não tem dono". Por isso, acho que nós devemos ficar mais atentas. A boa desse imbróglio todo é que, segundo estatísticas, as mulheres são as mais dedicadas à recuperação.

E você quanto anda bebendo?


As observações de sempre:
* Detesto MEDIR PALAVRAS. Mas como todos os meus textos dão vazão a críticas, estou praticando o MEDIR DE PALAVRAS. Obrigada aos emprestadores de régua. Melhor isso que desistir do blog.
* Não vou escrever que a TERRA É REDONDA. Para isso, leiam a wikipedia ou evitem os textos assinados por mim - Há 6 meninas nesse blog que poderão ter pensamentos mais lúcidos ou aceitáveis.
* UPDATE: Gostaria que pudéssemos não medir palavras, pois os assuntos dos blogs que escrevemos não permitem isso - Sabiamente escrito pela Dai.


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Postado por Sarita às 00:04 53 comentários

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Romantismo não existe


Um fato: romantismo não existe. No início, ele pode abrir a porta do carro, dar flores, presentes, presentes bobos e etc. Mas não se engane: é tudo ilusão. Depois que o namoro começar e ele tiver a certeza que já te conquistou, POOF, acaba a mordomia.

É algo impressionante, quiçá até misterioso. Ele é meigo, carinhoso, paciente, gentil, educado, lindo, perfeito... Em outras palavras, o seu príncipe encantado.

São dias e dias nessa historinha de amor. Você se apaixona, se entrega, diz que ele é o homem dos seus sonhos e tudo de mais patético (porque o amor é patético, convenhamos). Aí, quando você já ta completamente perdida de amor, ele simplesmente para de fazer essas coisas. Nem um bombom em comemoração ao primeiro aniversário de namoro. Flores então só se forem numa festa formal, onde ele “gentilmente” pega uma daquelas que enfeitam a mesa e te entrega. Romance é só na fase da conquista.

Por exemplo: quando comecei a sair com meu ex namorado, ele me dava presentinhos que, aos olhos de outros, não significariam muita coisa, mas pra mim foi lindo e achei super atencioso da parte dele. Pois bem, começamos a namorar. Uma vez pedi a ele um buquê de flores de verdade (não aquela única e singela flor) no Dia Internacional da Mulher. Perguntem-me se ele me deu. Pois é, não. O coitado até teve a intenção de dar, mas não deu. Confesso que até fiquei um pouco chateada, mas depois passou. Sei que não foi de propósito (mas pô!). Nunca recebi um buquê de flores de um namorado e queria tanto que ele me desse um. Só unzinho. Ok, eu sou patética também. Processem-me.

Gostaria imensamente de saber o motivo dessa transformação. Será que eles pensam que não valem à pena? Ou que é ridículo? Sério mesmo, se algum homem ai puder me responder, serei eternamente grata.

Não sou do tipo que cobra romantismo ou que não considera as ações do parceiro ao longo do namoro, mas não me importo em receber demonstrações explícitas de afeto. Menos, é claro, uma faixa gigantesca em frente à faculdade/trabalho com declarações melosas de amor. Isso não, por favor. Isso é brega!

[OFF] Aliás, se um dia (tipo, depois de ler esse texto) você quiser fazer um agrado ao seu cônjuge, contenha-se na discrição. Nada de faixas horrorosas escritas com fontes manuscritas e clichês de amor ou carro de som. Ao invés de arrancar suspiros da pessoa, passará apenas vergonha. Esse tema (romantismo e exagero) já foi discutido aqui antes, mas vale à pena frisar. Tenha idéias criativas, algo que somente vocês entenderão, por exemplo. Na maioria das vezes, é muito mais significativo. [/OFF]

Enfim, não acho o romantismo essencial no relacionamento, mas ninguém pode dizer que não é importante. Não vejo problema nenhum em fazer um jantarzinho, buscar no trabalho/faculdade, comprar uma bobagem só para vê-la (lo) sorrir, mandar a letra de uma música que te faz lembrar da pessoa, enviar um e-mail/SMS só para lembrá-lo que você o (a) ama ou coisa parecida. Não dói e apimenta a relação.

Fala a verdade, tem coisa melhor que uma surpresa mega fofa para retribuir da melhor forma depois? Eu acredito veementemente que não. Não só de amor se constrói uma relação, mas nada impede de ter um momento a dois recheado de romantismo pra variar um pouco.




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Postado por Claris Simão às 00:05 27 comentários

terça-feira, 22 de junho de 2010

TEXTO DA LEITORA: Não relaxe, porque não vai dar certo.

Diz a sabedoria popular, que quando um homem compra cuecas novas, é porque está com um novo relacionamento. E isso se aplica as mulheres também, pois uma das primeiras coisas que fazemos quando começamos a sair com um carinha novo, é correr pra renovar o estoque de lingerie.

Mas e quando o relacionamento já engrenou e a intimidade pegou você e seu namorado de jeito? Ainda rola a preocupação de colocar aquela calcinha especial num sábado a noite?? Ou o gato vai tomar banho na sua casa e vê a sua meia dúzia de calcinhas mais velhinhas penduradas na torneira do chuveiro?? Intimidade demais também é problema.

Eu acabei percebendo isso um dia desses, do alto dos meus 6 meses de namoro, quando fui procurar uma lingerie especial para um dia especial e percebi que há muito tempo eu não me preocupava com isso. E foi daí que bateu um misto de culpa e preocupação. Porque a intimidade tinha que tornado uma namorada largada e acomodada, nada parecida com a gata impecável do primeiro mês de namoro.

Para a minha sorte, lembrei de alguma coisa que foi comprada a muito tempo atrás, só pra ajudar uma amiga que vendia, que eu achei que nunca fosse usar e guardei bem lá no fundinho da gaveta. Deu certo.

No dia seguinte, acordei e corri pra primeira loja de lingerie que eu vi na minha frente, comprei o básico e o especial, e rezei pra ele nunca ter reparado na calcinha furada, ou no elástico rasgado de cada dia.



Texto da leitora Viviane Farias
viviane.farias.santos@gmail.com




Se quiser contribuir com textos para o blog, escreva para: contato@corporativismofeminino.com


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Postado por CF às 00:01 8 comentários

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Querido, encolhi a criança!


Se há algo que vai sumindo, à medida que um relacionamento vai ficando sólido e longo, é o pinto do parceiro. Antes grande, vibrante e flamejante, o negócio se torna pouco notável ou ínfimo. E o que farão vocês ainda continuarem juntos não são os centímetros a menos, mas se curtem a mesma série de tv ou, ainda, se conseguem pagar as contas sem se esbofetearem no fim do mês.

Não me refiro a namoricos onde você encontra o sujeito nos fins de semana, mas àqueles onde você divide a mesma cama todos os dias. Não importa quantos centímetros de pinto a régua acuse, se vocês tem uma longa estrada de sexo juntos... Os notáveis centímetros perdem a credibilidade. Para mim, esse é um dos grandes mistérios da humanidade. Talvez a prática sexual com o mesmo parceiro por muito tempo faça com que a vagina e o pinto transformem-se em peças de um quebra-cabeça. Sem mais dificuldades para se encaixar, torna-se uma questão de adequação. E se não há dificuldade, digo, se a coisa entra deslizante e indolor... Não sei se vai ter essa prazer todo. Acho que não. Quer dizer, não.

Depois de muito fazer a mesma coisa, vocês encontram a posição ideal para trepar e, consequentemente, chegar lá de maneira mais eficaz. Vocês não precisam tentar acrobacias, nem dar uma olhadela no kama sutra. Vocês sabem, por exemplo, que "de ladinho" é a posição que funciona. Para quê tentar outra coisa diferente disso? Então seguem meses a fio naquela coisa igual. Sexo mecânico que funciona como urinar - ou defecar.

O sexo está ali, à mão. Se quer trepar, dê fungadelas no pescoço do sujeito. Se quer enxergar, procure seu óculos na cabeceira. Se quer mudar o canal, o controle remoto. Enfim, a coisa está tão ali, tão previsível e há apenas uma fungadela a ser dada. Já ouvi muito de outras amigas com namoros de 6 anos: "Hoje tenho tanta preguiça de fazer sexo". Para mim não é preguiça, é desinteresse mesmo num pinto já ínfimo nessa altura do campeonato.

O que é sexo no sentido estrito? Aquilo naquilo outro. Fim. Dois corpos tentando ocupar o mesmo lugar da melhor maneira possível. Deve ser por isso que closes excessivos de entre-sai num vídeo pornô não excitem a todos. Mas seus corpos voluptuosos e a coisa mais fetichista ou sensual é que nos despertam interesse. Sexo é mais imaginação que a prática corpórea para funcionar bem. E isso a gente descobre quando tem sexo na cama todas as noites.

Um pinto é só um mero instrumento fálico que os homens tem entre as pernas e que só se torna uma espada flamejante quando há toda uma aura de ilusão-delirante iluminando a coisa toda. E qual é a solução para isso tudo? Mudar o homem quando seu pinto se tornar escasso? Na maioria dos casos continuamos no conforto (?) do sexo ao alcance da mão. Afinal, mesmo o sexo ruim, ainda, sim, é sexo - Diriam alguns. Por vezes, fazemos a caridade de continuarmos ali, já que assinamos um contrato de "pra sempre". Mas, como todo contrato, há as letras miúdas demais para serem lidas e você deixou passar o asterisco-cilada que profetizava: Meu pinto ficará ínfimo daqui a uns anos e você não poderá devolver o objeto.

Vocês continuariam/continuam com alguém quando o sexo fica morno?


Observações:
1. A Thaís sabiamente escreveu: Blog não é bíblia - Pensem nisso.
2. O título é "Querido" mesmo, já que a coisa não encolhe. É a nossa cabeça (ou a minha mesmo) que faz o pinto encolher - Não sei se essa frase ficou compreensível.
3. Pode dizer que você trepa há 10 anos com o mesmo cara e só entra rasgando. Sorte sua.

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Postado por Sarita às 23:01 30 comentários

terça-feira, 15 de junho de 2010

Copa do mundo: mais que um campeonato, uma unidade de medida.

Copa do mundo de futebol é um evento que me faz pensar, e muito. Nem sou de acompanhar futebol não, só em época de copa de olhe lá, mas copa do mundo é considerada por mim uma unidade de medida de velhice.

Como assim, Ezabel?

A primeira copa que me lembro com mais detalhes é a de 94. Eu tinha 9 anos. Foi a final Brasil x Itália (jurava que era Argentina, mas alguém me corrigiu) nos pênaltis, foi a copa em que nasceu o filho do Bebeto e ele comemorou com o então inovador "gol-nana-nenê", Branco Dunga era o capitão! ó, lembro de quase tudo, a memória falhou só no adversário do Brasil, detalhe. Eu tinha 9 anos de idade. Faz quase 16 anos! DEZESSEIS ANOS! caralho, tô velha.


Aos 30 segundos do vídeo, reveja o gol -nana-nanê do bebeto

Na copa de 2006 eu tinha 21 anos, e naquele jogo decisivo Brasil x França, entre um chopp e outro, eu só conseguia pensar que na última copa - a de 2002, eu tinha 17 anos. DEZESSETE, GENTE! Ao passo que eu também fazia contas mentais lembrando que na próxima copa (aka, essa copa), eu teria 25 anos.

Copa de 2006


Pois é. Estamos em 2010, porra! Eu tenho 25 anos, como assim? duas copas atrás eu tinha 17!

De repente me pego pensando na copa de 2014. Terei 29, serei quase uma Balzaca.

Mundo, pára de girar agora que eu quero descer no próximo ponto, digo, na próxima copa.

@bbel 
(Sim, sou exagerada!)

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Postado por B. às 09:36 14 comentários

segunda-feira, 14 de junho de 2010

[Crônica] Lá vai piada!


Fui a um restaurante sexta-feira passada com três amigas. Não estava muito animada, mas fui do mesmo jeito. Lá estava tudo muito divertido. Bons partidos, ótimo chope e música boa. E eu e minhas amigas em um clima de piadas. Lá vai piada...

- Num certo dia um camarada pega o ônibus e, sem querer, encosta numa freira...
Lá vem piada...

- Dois motoqueiros em alta velocidade numa avenida, um fala para o outro...

E lá foi minha amiga contar “a” piada:

- No tempo da Segunda Guerra Mundial o chefe do campo de concentração já estava ficando desesperado com as derrotas do exército alemão e resolveu falar para os judeus – Atenção! Eu terr um bomm notícia e um mau notícia. Qual vocês quererr ouvirr primeirra?
Cansados de más notícias, os judeus pediram:

- A boa notícia primeiro!

O alemão disse:

- Metade de vocês vai voltarr pro casa hoje.

Os judeus começaram a comemorar, até que se lembraram de perguntar:

- E a má notícia? Qual é?

E o alemão.

- O mau notícia é que é só a parte de cima.

Ela tinha que ter contado a linda piada enquanto passava uma família judaica. Não um judeu, mas sim uma grande e honrosa família. Pai, mãe, filha, tio, tia, todo mundo olhando para nossa mesa. Foi aí que eu soube quem não era minha amiga de verdade. No meio do alvoroço que a família criou em torno da maldita piada, uma foi acusada. Sim, eu. Minha amiga não moveu uma palha dizendo que era ela quem tinha feito a consideração preconceituosa. Não que eu não tivesse dado risada com a piada, mas mesmo assim, ser acusada de autoria e ninguém que viu poder dizer “não foi ela não” é golpe baixo. A “Mãe Judia” veio falar comigo:

- Eu vi muito bem, mocinha. A senhorita acha engraçado sair por aí contando piadas preconceituosas?
- Mas...
- Não tem mas, nem meio mas, eu sei muito bem o que é isso, é falta de educação, isso tem que vir de casa.
- A senhora está insinuando que meus pais não me deram educação?

Eu não estava com nem um terço da razão, mas a senhora infelizmente colocou meus pais no meio e isso não dá muito certo comigo. Acabei perdendo todo o sentido de defesa e parti para o ataque. Não deveria tê-lo feito, eu estava indo bem. Não era eu a autora da piada. Se fosse um português me acusando, poderíamos conversar, afinal, foi a piada que contei.
Há, a mocinha ainda é respondona. Está vendo, Ester, é para isso que eu te educo, para não ficar desse jeito – disse isso, comentando com a filha mais nova.
Tudo bem que a piada tinha sido de extremo mau gosto, mas agora, a culpa é minha?

- Já que não é na sua casa que você é educada, serei eu que farei uma boa ação agora, coisa que a senhorita nem merece...Mas farei.

Eu já esperando que ela fosse embora, ou sentasse com a família do outro lado do recinto, ouvi as seguintes palavras:

- Denunciarei seu ato de vandalismo para a polícia, aí sim você perceberá o quão mal te fará a falta de educação.
- Polícia? Não há necessidade, minha senhora, eu peço desculpas.
- Agora? Haha, tivesse pedido antes. E mesmo assim, continuo não aprovando.

E no que agora me adiantaria acusar minha “amiga”. Que aliás, junto com as outras, se encontrava bem longe dali. Nem as vi saindo. Belas amigas.
A senhora judia ligou para a polícia e recontou a piada ao policial. Deixando bem claro que após eu ter contado a piada ainda tinha respondido “torto” para ela e outras coisas que ela fez questão de inventar. Depois de alguns minutos esperando, apareceu um policial civil ali no estabelecimento. A senhora correu ao encontro dele e recontou indignada a história. E eu não consegui evitar a cara de saco cheio, que ela fez questão de comentar com o policial.

Na hora em que o policial veio falar comigo, com aquela cara de mau, fomos interrompidos pelo garçom, que disse:

- Olha, seu policial, eu vi tudo. Eu vi muito bem que não foi essa menina quem contou a piada. E sim uma outra, amiguinha dela, que saiu correndo.

A senhora estava indignada com o que ouvia, com o orgulho desmoronado, afinal, ela tinha certeza de que era eu quem tinha contado a maldita piada. Então ela resolveu dizer, em má hora:

- E o senhor policial vai acreditar no que esse pretinho está dizendo?


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Postado por Thaís Prado às 03:06 19 comentários

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Descarga Quebrada OU SuperMétodo Revolucionário para Esquecer Alguém

Esquecer alguém quando você QUER e PRECISA é uma grande bosta. Mas diferente da bosta não metafórica, você tem uma descarga que logo lhe fará esquecer o odor e o formato das fezes. No caso do "esquecer alguém" não há botões a serem acionados, nem cordinhas a serem puxadas. Você vai conviver com a merda toda por algum tempo e, caso você tenha se refestelado como quando se saboreia uma boa comida, a bosta toda federá muito mais e com maior intensidade. Há táticas no mercado das mais variadas. Revistas femininas dão 10 super-dicas para esquecer o bofe em 24 horas. A vontade de esquecer alguém também dá munição para que livros, blogs e músicas sejam criados.

O mais intrigante dessa história toda é que A MAIORIA* das pessoas não esquece/esquecem facilmente quando a coisa não acabou bem. Talvez a pessoa nem tenha marcado TANTO ASSIM, mas se não acabou bem... Quer dizer, se não foi VOCÊ que deu o fora, esquecer fica numericamente impossível. Somos todos estranhos afinal. Se a coisa toda acabou com o seguinte diálogo:

ELE: - Não posso ficar com você. Eu a amo. Mas não posso porque (insira aqui um motivo supérfluo e/ou torpe).
VOCÊ: - Tudo bem. Vou esquecê-lo, você vai ver!
ELE: - Não faça isso, porque EU não vou esquecê-la! (TECLA SAP: Quando a noite estiver mais fria e não houver um buraco por perto... Eu vou recorrer a você! Fique por perto, baby!)

O fato de ele mencionar que não iria esquecê-la faz com que as coisas se tornem mais difíceis. Você fica na dúvida: Será que ele estava dizendo a verdade? Será que ele me ama? Será? Aí você não esquece. Não esquece.

Já cortou o cabelo e o pintou de outra cor? Já saiu com 3 caras diferentes? Já viajou tanto que não tem mais pra onde ir? Já ouviu muita música no estilo "estou feliz" para dissimular a coisa toda? Apagou fotos e rasgou/deletou bilhetinhos? Trocou os móveis de lugar? Ocupou-se com mil atividades e agiu feito robozinho para não pensar? Proibiu a todos de mencionar o nome do sujeito? Bancou a iconoclasta, queimando livros que um dos personagens tinha o nome dele? Nada adiantou?

Seus "póbremas se acabaram-se", use o método inspirado no Filme Laranja Mecânica. Tudo consiste em posicionar eletrochoques na vagina que serão acionados quando a imagem do ser-a-ser-esquecido aparecer. É tudo condicionamento físico: Apareceu a imagem do fulano? Choque na vagina. Depois de muitos choques, você não vai querer vê-lo por nada nesse mundo - E eu diria que qualquer outro homem também. Só assim, só assim... Penso seriamente em aplicar o método em breve.




Que outro método revolucionário você conhece para esquecer alguém?




* Eu disse "a maioria"... Não precisa sofrer por isso.

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Postado por Sarita às 00:08 16 comentários

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Calcinha Bege


Que atire a primeira pedra a mulher que NUNCA teve uma. Ou que ainda tem. Esta peça do vestuário feminino é muito criticada pelos homens e também pelas mulheres. Afinal, pra que diabos serve a calcinha “cor de pele”?

É de conhecimento geral que 99% dos homens não gostam da coitada. Os outros 1% são seu namorado que não vai ligar nem se a calcinha estiver furada, no máximo vai te zuar. A ala masculina não vê atrativo nenhum na tal calcinha bege, até porque não tem mesmo. Ela só serve para não marcar em roupas claras, como as brancas. Sim só para isso.

Já ouvi relatos de homens falando que se na hora do bem-bão a mulher estiver usando uma calcinha bege, eles broxam na hora. Outros dizem que é uma estratégia feminina para não transar. Eu acho mesmo que é tudo bobagem. Vamos fazer o teste:

Homens, na imagem abaixo vocês vêem:

a) uma lingerie bege
b) uma mulher gostosa



Marcou "a"? Anham Claudia...senta lá!

Pra mim calcinha bege é sinônimo de menstruação.

Mas por que genducéu?

Simples: quando estamos menstruadas, sempre corremos o risco do absorvente não dar conta do recado e vazar. Então, se é para estragar, que seja uma calcinha feia!

Já a corporativete @bbel, acha que é puro mau gosto mesmo. E ela tá certa! Mas vamôcombiná que às vezes faz falta uma “cor de pele” na gaveta! Não é a toa que as lojas especializadas dedicam um departamento quase que inteiro somente para elas.

Já repararam que enquanto as pretas, brancas, estampadas, rendadas e etc, dividem espaço entre as prateleiras, as beges ocupam quase que a loja toda? E os modelos são variados! Do estilo "vovó" ao "ahmanóssinhora!".

Não importa o modelo, a calcinha bege sempre gera polêmica! Mas pra não ficar tão feio, troca o "bege" por "nude". #ficadica


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Postado por Claris Simão às 01:10 19 comentários

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Novela Nossa de Cada Dia


Malhação

















O que vem primeiro à cabeça quando pensamos em Malhação? Mocotó? Gigabyte? Trilha do Charlie Brown Jr, sucos e vitaminas? Eu, particularmente, penso em um monte de gente de 25 anos fazendo papel de 16 e achando que o “gloss ultra shine” ou o gel no cabelo vão dar conta da atuação. Skates voando, pichação e concurso pra ver quem faz o uniforme reciclável mais bonito. Malhação é a famosa “Escola de Atores” da Grobo, o que ela ensina a eles eu não sei, mas para mim é um belo exercício de criatividade; inventando 93742937 maneiras de arrebentar a TV com o controle remoto. Mas, diferente dos roteiristas da novelinha, eu tenho bom senso e sei que, mais tarde, terá uma série muito boa me esperando em outro canal. Conto até dez e aperto o botão vermelho (não implode o Set de gravação, mas pelo menos desliga a televisão).


Novela das 6














As novelas das dezoito horas são as mais “tchutchuzinhas”. Normalmente de época, com uma melhor seleção de atores. São romances românticos, cheios de valores morais e de conduta, figurino novo em folha e sem improvisações. As falas são lidas p a l a v r a p o r p a l a v r a, com todos os plurais e finalizações no lugar.
Chocolate com Pimenta, Alma Gêmea, Sinhá Moça, Moça Sinhá, Alma com Pimenta, Chocolate Gêmeo... Enfim, tudo a mesma coisa. Algumas pegam mais pesado, no melhor estilo “Estrela Guia”, “Eterna Magia”, assim como as que duvidam da nossa capacidade intelectual como “Negócio da China”. É complicado julgar. Minha avó dá risada e chora sempre com essas novelitchas, já eu, só choro.

Deu pra assistir: Cravo e a Rosa
Não desceu: Negócio da China

Novela das 7
















São as mais apelativas! Não tá dando audiência? Coloca uns espíritos, vampiros, índio-super-herói, surfista-assombração, que vai funcionar. Quanto menos roupa, mais praia, menos roteiro e mais falta de noção, melhor!

Os títulos não tentam te enganar ou confundir. “Um Anjo Caiu do Céu” é porque um anjo caiu do céu, se diz “O Beijo do Vampiro” é porque terão vampiros que beijam. Sem economia de bizarrices e acho que nem carece comentar a atuação do nosso querido NOT Tarcísio Meira, que facilmente poderia ser empalhado e colocado num canto de sala na próxima novela sem qualquer prejuízo em sua atuação.
“Esse corpo moreno, cheiroso e gostoso, que você tem...” Te lembra alguma coisa ou, quem sabe, algumas coisas? “Da Cor do Pecado”, “Três Irmãs”, “Kubanacan”, “Corpo Dourado” e todas essas com gente bronzeada de biquíni e Marcos Pasquins sem camisa? Jesus, me abana bem forte pra ver se eu voo pra longe daqui!

Deu para assistir: Desejos de Mulher
Não desceu:
Uga-uga e Bang Bang (Fernanda Lima #Fail)

Novela das “8”



















A nata da televisão brasileira em um só horário. Os dramas psicológicos admiravelmente originais, filmados na Índia, Marrocos ou nos calçadões do Rio de Janeiro mesmo. Os sempre presentes “núcleos”. O pessoal que mora na favela e samba ou faz funk, mas que é muito feliz com o pouco que tem embora haja tanta desgraça nessa vida. As ricas sem noção, as ricas com noção, a mocinha, o mocinho, a irmã da mocinha, a prima gorda alegre, o médico, e os vilões, sempre muito bem explorados. O que eu acho legal, para não dizer ridículo, é o modo como os roteiristas aplicam as pesquisas feitas. Se a vilã é psicopata, tem que ter um médico na novela pra explicar para todo mundo o que é psicopatia. Se a mocinha é drogada, tem que colocar um zilhão de depoimentos realistas. Essa função de “educar a sociedade” da novela “das oito” me dá coceira, sem brincadeira, tá coçando.

E a ansiedade das pessoas em querer ver que vai ficar tudo bem, que o vilão vai ser punido e todo aquele senso de justiça bombando no último capítulo da novela, aiai...
Ah, mas eles mereciam ficar juntos.
Ela é doente, tem que ser trucidada mesmo.

Fica o charme especial para a Fernanda Montenegro (vilã) fugindo de jatinho não lembro em qual novela, mas foi ótimo.

Todo mundo casa, todo mundo morre e por mais incrível que pareça, todo mundo se encontra!

Ok Tarcísio, nós entendemos que você comprou dentes novos e queira mostrá-los.
Ok Glória, você, mais do que mulher, é a versão feminina dele.
Ok, Grazi, foi sua primeira novela.
Ok, Zé, pegou, pegou, fazer o que?
Ok, Giovanna, deu, deu, fazer o que?

Deu pra assistir: O Rei do Gado e Laços de Família
Não desceu: Celebridade e Senhora do Destino

Não acho que novelas sejam a escória da televisão, longe disso. Má tem coisa muito mais pior de ruim por aí.
Só acho que não devemos comprar tudo que nos oferecem. É ruim ficar tetraplégica? É. Pior ficar tetraplégica sem um pai milionário e cama falante? Muito!

Mutantes da Record e Fails do SBT, sintam-se comentados.

(A Usurpadora, genial!)












Ah, estou julgando, pela minha pouca idade, novelas mais novas. Tenho certeza que todos tem muita opinião pra dar de novelas que eu nem sei que existiram! Então, fiquem à vontade!

Falei muito, não falei nada, mas tá falado.

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Postado por Thaís Prado às 03:28 19 comentários

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Homens, todos iguais?



Duas situações masculinas que me enchem o saco:

1) Te prometo o mundo se você der pra mim

Gato, vamos ser francos. Enfia sua firula NO CU. Não, eu não quero que você me prometa casamento sendo que nos conhecemos há 15 dias. Por favor, não faça planos se você realmente não tem a menor intenção de namoro. Homem parece que sabe quando estamos desesperadas, vendo todas as amigas casarem ou noivarem, parece que sabe que, bem lá no fundo a gente tá sensualizando com leite condensado porque estamos sem namorado e então nos prometem mundos e fundos pra nos levar pra cama.

Lembro uma vez um conhecido meu, chegou pra mim e disse: "Mas nem que eu prometa 50 filhos, eu boto essa mulher na minha cama. Tá difícil, Heleninha. É, de longe, a mulher mais difícil que já fiquei." A garota era esperta e conhecia as firulas. No fim ela deu pra ele, mas também se casou com ele. Talvez eu ligue pra pedir umas dicas.

Ah, o que acontece depois que o cara te põe na cama dele? Ele some. Já aconteceu comigo e eu estou aqui vivona, sou uma garota moderna. Por outro lado, fico sentida de verdade quando o cara consegue ser um ator tão bom que eu quase me apaixono por ele e depois faz uma dessas. Mulher tembém é ser humano e também gosta de sexo pelo sexo. (Alguns eu fiquei bem feliz que nunca mais me ligaram, ok). E enfim, eu prefiro que o cara chegue logo e diga: é só curtição, do que me prometa mundos e fundos.

2) Te provoco e te largo

Esse é terrível. Ele chega e diz que quer ser só seu amigo. Você acredita nisso porque sabe que o cidadão é comprometido. E então fica tudo bem, você tem outros amigos homens, sabe como funciona. E então do nada começam olhares diferentes vindos dele, pequenas provocações. Pessoas ao redor notando que o cara se arrasta atrás de você. E você muito ingênua: "ele é comprometido, vocês enxergam maldade onde não tem. Somos grandes amigos, só isso."
Anrrã Claúdia, senta lá. As provocações começam a ficar piores e você começa a se perguntar o que esse cidadão quer com você. E então você resolve dar corda pra ver onde ele vai. E então ele pega e diz: sou comprometido, vamos parar com isso. E fica um dia inteiro sem olhar na sua cara, afinal você é uma cachorra destruidora de lares. Do nada ele te liga dizendo que você é a primeira pessoa em anos que o faz se sentir um adolescente idiota. Você desiste de saber qual é a dele e deixa a vida correr.

Sou da seguinte opinião: se sou solteira, provoco e encho o saco de quem eu quiser. Se o cara é comprometido que se vire pra me dar um fora. Odeio muito quando jogam a culpa em mim: "você que é muito linda!" "Só fico sonhando com o que nunca vai me pertencer" e etc. Ah, tomar no cu! Olha, nessas horas eu até agradeço de não ser casada, porque, vou ser bem franca: só este ano três homens casados deram em cima de mim, e deram em cima forte. Se eu fosse casada meu marido não ia poder sair de casa. Talvez no futuro eu me case com algum cara que queira ser meu michê e não trabalhe, assim eu saio pra trabalhar e ele fica como dono-de-casa. Sério, vou ser paranóica.


E depois, homem não é que nem mãe, que só muda de endereço.


*revolta mode on.




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Postado por Heleninha às 11:38 22 comentários

quinta-feira, 3 de junho de 2010

TEXTO DA LEITORA: O fora mais educado que eu já tomei

Sabe aquela história de curar um amor com outro? Então. Todo mundo faz, e eu também.

Eu tinha acabado de me decepcionar com um carinha que eu estava saindo, amigo de uma amiga minha, e estava meio tristinha. Como sempre fui uma pessoa de muitas noitadas, logo surgiu uma amiga com uma festa pra gente ir e ver se me dava uma animadinha... Confesso que das 50 pessoas da festa, eu conhecia apenas 5, mas assim mesmo eu fui...

Chegando ao evento, conheci várias pessoas e uma em especial já lá pro final da festa me chamou a atenção, e qual foi a minha surpresa ao descobrir que ele era o dono da festa!! Conversamos durante horas e acabamos ficando. Foi um papo maravilhoso e eu já nem me lembrava mais do babaca que quase me fez ficar em casa naquela noite.

Depois da festa, mantivemos contato pela internet e pelo celular. Sempre tentávamos marcar alguma coisa, aparentemente os dois queriam se ver novamente, mas nunca dava certo. Depois de algumas tentativas frustradas, conseguimos nos encontrar em uma festa. Ficamos. Mas percebi que havia algo de diferente no ar.

Durante os próximos papos, por mais que me tratasse super bem, percebia um certo afastamento. Sempre que eu tentava marcar de sair, ele se esquivava, arrumava uma desculpa. Foi quando no dia que haveria uma festa, e que inevitavelmente iríamos nos encontrar, ele resolveu me contar a verdade.

Com todo carinho do mundo (verdade!), ele veio me falar que uma pessoa que havia sido muito importante para ele no passado, estava de volta na vida dele. E exatamente por ele não querer me magoar, estava evitando sair comigo, para que eu não me envolvesse com ele. E que essa pessoa estaria na festa, mas que acima de tudo ele iria me respeitar e não queria por nada perder minha amizade.

Achei simplesmente demais. Quando ele podia agir como a maioria dos homens, e simplesmente sumir, foi lá e me encarou. Por mais que fosse me magoar, contou a verdade. Ganhou muitos pontos comigo e somos amigos até hoje. Ah, se todo homem fosse assim...


Texto da leitora Viviane Farias
viviane.farias.santos@gmail.com


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Postado por CF às 00:01 14 comentários

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Senso de Moda Masculina


Homem tem um senso de moda muito errado estranho e eles insistem em ignorar as dicas femininas. Pois agora senta e escuta! Listados abaixo os 10 maiores erros fashion cometidos pelos homens.



1) Não, bigode não é legal. O cara da banda tal, ou seu pai, ou o presidente da Índia pode até ficar bem, mas é muito pouco provável que em você fique. No máximo você será confundido com o trocador de ônibus. E se você não tem pêlo o suficiente no rosto, não tente, por favor. O mesmo serve pra barba.


2) Barba é aceitável, desde que bem cuidada. Ou seja, isso quer dizer que você terá de aparar para não parecer um eremita e deixá-la, PELAMORDIDEUS,limpa e perfumada (essa última é uma opinião minha, mas não significa que seja descartável u_u).


3) Cabelo curto é legal, cabelo grande há quem goste (o/), mas cabelo crescendo não agrada ninguém! Então, se você decidir deixar o cabelo crescer, faça-o tendo consciência de que, provavelmente, você não ficará com mais quase ninguém.


4) Nunca, jamais, em hipótese nenhuma, vista bermuda estampada – floral muito menos -, com camisa de cor chamativa e igualmente estampada (ou listrada/xadrez). Se quiser usar a maldita bermuda estampada, sem problemas. Mas, então escolha uma camisa lisa (isso quer dizer sem estampa) de cor básica (branca, preta, marrom, cinza, às vezes, verde e azul, dependendo da estampa da bermuda). Na dúvida use branco. Ou não use bermuda.


5) Tênis acompanha a roupa. Uma roupa mais esportiva pede um tênis mais esportivo; uma roupa casual pede um tênis casual. Misturar roupa social com esportivo/casual não é stylish. Com certeza todo mundo já viu em formaturas, casamentos, festas de 15 anos algum cara com terno e all star. Particularmente, não vejo tanto problema com o all star, principalmente se for preto, mas a maioria das pessoas não acha legal. E convenhamos tudo tem limite! All star passa, mas tênis tipo skatista já é demais (acreditem, eu já vi isso.)


6) Camisa de flanela. Pode parecer bacana na sua cabeça, mas não é. Na verdade é muito brega. Talvez fosse legal nos anos 90, ou no corpo de um lenhador/encanador dos filmes americanos, mas sério? Barango. Kurt Cobain achava legal, mas eu não confiaria no gosto dele, afinal, ele já deu entrevista de vestido amarelo (além de ter sido líder do Nirvana O_O).


7) Popped Collars, definitivamente, não é cool. Se ao olhar a foto você enxergar um cara legal, pare de ler por aqui porque você não tem conserto.



8) Entendo que chinelo é confortável, mas com calça? Jeans, ainda por cima? Mais uma vez: tudo tem limite! Se você quer usar calça jeans, ponha tênis. Se você quer usar chinelo, use bermuda. Os dois não dá.


9) Gravata é algo muito chique e sexy, mas não tem que abusar também. Se você está com a camisa social listrada ou com qualquer outra estampa, prefira uma gravata lisa. Se está com uma camisa lisa, pode usar uma gravata estampada. As duas coisas juntas ficam muito exageradas e acaba não chamando a atenção pra nenhuma delas.


10) Boné de aba reta. Preciso falar mais?


PS: Para a elaboração da listagem, levou-se em consideração a opinião da autora e suas amigas. ;)


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Postado por Claris Simão às 00:05 19 comentários

terça-feira, 1 de junho de 2010

Cueca não entra!

Flagra!

É fato que a calcinha é um item muito importante no vestuário feminino, dependendo da roupa que se usa ou até da ocasião então, nem se fala! deve ser escolhida com muito cuidado. E desde que deixou se ser calçola pra virar calcinha, as mulheres sofrem com um problema em comum: A calcinha atolada.

Não adianta. Salvo as calcinhas feitas para serem mesmo atoladas, conhecidas como fio-dental  (e suas primas próximas),  ou as mais avantajadas, conhecidas como “calçolas”, nós raramente estamos livres desse inconveniente atolativo.

Isso acostuma, a ponto de na maioria das vezes não incomodar, a não ser que você pare pra pensar na dita cuja. E quando você para pra pensar e percebe que está lá, sendo estuprada pela calcinha, ai sim, a situação torna-se um verdadeiro incomodo.

Um incomodo tão grande a ponto de você colocar sua criatividade em funcionamento, pensando em inúmeras maneiras e técnicas para desatolar a dita cuja sem que ninguém perceba. Não há um banheiro perto, e você está cercada de pessoas. O que fazer? Você começa a procurar os cantos despopulados no ambiente, de modo que, talvez ficando com a bunda virada pra algum desses cantos, seja possível livrar-se desse incomodo-inter-glúteano discretamente.

Certa vez uma amiga me contou sua técnica para desatolar a calcinha no colégio em que estudávamos. Éramos das únicas mulheres do local, então a situação de ter que “desatolar” era mais incomoda ainda. Eliza, vamos chamá-la assim, aproveitava o momento em que subíamos as escadas. Eliza acelerava o passo no fim do primeiro lance de escada, deixando os nossos amigos para trás, de modo que iniciasse a subida do segundo lance sozinha, tendo a liberdade necessária para desatolar a calcinha.
Dois anos depois descobrimos que havia uma câmera na escada. Eliza teve que se acostumar com a idéia de ter dois anos de “desatolação” de calcinha registrado nos arquivos do colégio.

As câmeras são realmente um grande empecilho nesse aspecto, pois um lugar aparentemente privado, sempre pode ter uma maldita câmera escondida. Elevadores por exemplo, sempre tem câmeras, não é seguro desatolar a calcinha neles mesmo estando sozinha, a menos que você queira ser notada pelo jocoso porteiro Zé.

Então, fica aqui o recado pra vocês, homens, que acham que ser homem é difícil, mesmo sem ter que depilar qualquer coisa do pescoço pra baixo, mesmo sem ter que parir, mesmo sem ter que usar maquiagem. Lembrem-se de uma única coisa: CUECA NÃO ENTRA!



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Postado por B. às 00:01 15 comentários
 

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