segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sou um pouco de tudo e de tudo um muito



Bom, eu cheguei aqui no CF já postando várias coisas, mas não cheguei a me apresentar. Vou então aproveitar essa segunda para isso!

Começo aqui a escrever uma linda, esclarecedora e épica defesa pessoal not e umas cositas mais.

Bom, pra começar, para as pessoas que me chamam de doida, perturbada, machista, feminista, complexada... Muito obrigada, gente! Mas, como qualquer mulher ser humano, além de tudo isso tem muito mais.

Oi gente, isso aqui é um Blog e como muitos outros por aí, não podem ser levados tão a sério. Quantas vezes você já ouviu gente dizendo no Fantástico para não confiar em tudo que vê pela internet? Blog é blog, bíblia é bíblia.

Quer
certo e errado? Bíblia.
Quer se distrair? Blog.

Achou tudo bobagem? É isso mesmo, você está certo! É tudo
bobagem, com muito orgulho!
Não vim exibir capacidade intelectual, conhecimentos físicos ou metafísicos, vim falar besteira e entreter. Não leve um palhaço a sério, vovó já dizia.

Estou aqui para colocar a minha ilustre humilde percepção de algumas coisas da vida, da maneira mais
bem humorada possível ou seja, não estou aqui dando lição de moral em ninguém, nem dizendo como você deve ou não agir, que seu cabelo não está na moda, que você fica gorda nessa calça... Nada disso.
Minha única pretensão por aqui é me divertir e diverti-los! Não condenem o autor porque o personagem que ele criou é um assassino, não me culpem se nem tudo o que eu falo é a
verdade absoluta ou exatamente a maneira como eu penso. Sinceramente, eu penso tanta besteira durante o dia que nem vale a pena comentar. O que eu tenho escrito por aqui são só as besteiritchas leves de domingo a noite, nada além.

Minha irreverência me condena, mas são só algumas experiências que passei, que vi alguém passando ou que sonhei ter passado, com um toque de clichê e exagero, sempre.

Sou um pouco de tudo e de tudo um muito.

As situações nos fazem e com elas aprendemos e nos moldamos, pelo menos é assim que eu encaro a vida. Já fui um monte de coisas ruins que não pretendo mais ser e tenho muitas coisas boas em vista. Doida? Sim, com orgulho! Burra? Sim, como todo mundo! Linda? Sim, obrigada!
Ingênua então, nem se fale!
Romântica, capitalista, machista, sonhadora, baixinha, amargurada...Cada dia acordo capengando mais para um lado. A minha essência tô eu pra descobrir ainda, então se quiserem julgar, boa sorte.

Não escrevo dessa forma porque sou problemática, nem sou problemática porque escrevo dessa forma. Sou problemática porque vivo nesse mundo do avesso, cheio de problemas e queiram ou não, estamos todos nesse barco. A diferença é encará-los com um bom mau-humor!
Quando estiver falando sério, pódexá que eu aviso.
Ps. Eu estou falando sério.

A
revolta é uma das minhas formas de expressar humor, não uma filosofia de vida, ou seja, não sou uma pessoa revoltada! OK!?

Foi bom pra vocês, foi divertido?! Enjoy!

Foi ruim, não achou graça, quer que eu volte para o inferno?! Reclamem! Temos um
SAC logo abaixo, vulgo “Comentários”. (reclamem com carinho)

Ah, para quem chegou agora, meus posts estão aqui!





















Resumindo, queridões: Eu não escrevo para impressionar, para chocar, nem para ofender. Escrevo para aprender a escrever. Se impressiona, se choca, se ofende, é tudo lucro!


Mais @omerengue





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Postado por Thaís Prado às 01:15 8 comentários

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Amiga é amiga, mané é mané



Quero usar este espaço pra dizer que sim, SIM, SIIIIIIIIIIIM tenho amigas mulheres de verdade, e quero contar como nos conhecemos.


A Raquel - que não está na foto porque é uma chata e não foi na festeenha, mentira, ela estava ocupada estudando pra um concurso fodão - eu conheci com 15 anos, ela entrou nova na escola e eu sempre muito simpática (modéstia, não trabalhamos) resolvi fazer dela minha amiga. E então uma época brigamos, nos afastamos, mas amizade, se é verdadeira, fica pra sempre e enfim quase 12 anos de amizade com uma briga pra mim é sair no lucro. Nem com minha irmã briguei tão pouco. Pense numa garota inteligentíssima e linda. Sempre digo que ela é meu lado racional, aquela que me puxa de volta pro lado direito das coisas, meu Yang.


A Caroll, a morena da foto, eu conheci na facul de Design. Nada nos unia, cada uma num canto da sala, ela era dark eu era um ser perdido tentando ser alguém. O mundo é pequeno demais e sim ela estudou com a Raquel em outro colégio, e eu nem sabia. Nossa paixão pela Sailor Moon nos uniu. Foi ela que me tirou de casa em momentos de depressão, foi ela que disse que eu era linda mesmo pesando 39 quilos. Lealdade como essa, me desculpe, não tem preço. Também só me lembro de uma briga, bem irrelevante por sinal. Estamos aí, 9 anos juntas.
A Juba, a loira da foto, eu conheci depois e sim, ela também estudou com as meninas em outro colégio - alguém lá em cima sabe reunir almas gêmeas - e quando a conheci ela estava gravidíssima. Veio a Vicky, o ser humano mais lindo da face da Terra e nos unimos ainda mais.
Somos quatro meninas/mulheres/loucas, tão diferentes. Sim somos todas muito distintas, cada uma com seu estilo e personalidade marcante. Entre nós não existe fofoca é tudo na lata, nunca brigamos feio a ponto de virar a cara por muito tempo, nada, nada. Posso sim, agradecer a Deus que tenho grandes amigas verdadeiras, não são muitas, mas pra mim é o suficiente. Com elas eu posso estar na CHINA que se eu telefonar ou mandar um e-mail, uma delas vem correndo representando todas, me acudir.
Amigos são irmãos que a gente escolhe, são um outro pedaço da nossa família. E eu sei que escolhi muito bem, obrigada.
E vcs, tem grandes amigos? Contem tudo!

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Postado por Heleninha às 00:01 7 comentários

quinta-feira, 27 de maio de 2010

TEXTO DA LEITORA: O Limite da Privacidade

Outro dia vi no Jornal Hoje uma reportagem sobre namorados(as) que invadem - ou pedem a senha na cara dura - de seus companheiros para bisbilhotar. Sinceramente acho esse tipo de atitude o CÚMULO do absurdo.

Primeiro, porque na maioria das vezes a desconfiança é infundanda;
Segundo - e na minha opinião mais importante -, quem faz isso (e também quem permite que o outro faça isso) não percebe (ou não se importa) que está invadindo não só a privacidade do(a) dono(a) da conta, mas também de todos os que se correspondem com aquela pessoa.

Eu, por exemplo, deixei de escrever para minha melhor amiga há anos.
A história começou quando os e-mails começaram a se popularizar, lá por 2001 / 2002. Nessa época eu fazia um curso técnico muito puxado junto com ensino médio, então quase não tinha tempo pra qualquer outra coisa. Na mesma época essa minha amiga começou a namorar. Como era raro nos vermos pessoalmente e telefone era caro (celular ainda não era comum), eu costumava contar tudo que era importante (e muito pessoal) pra ela via e-mail e vice-versa. Até que um dia fui a casa dela e ela comentou que seu namorado tinha implicado por causa de um e-mail que ela recebeu de um amigo. E eu perguntei:

- Mas como ele viu esse e-mail?
- Ah, eu dei minha senha pra ele.

NA HORA eu tive um xilique!!! Como assim ela expôs TODA a minha vida pessoal para um completo desconhecido (de minha parte) sem a minha permissão e sem sequer me avisar??? Embora nossa amizade não tenha acabo por isso, na época eu considerei uma enorme falta de respeito!

Eu sei que muitos casais compartilham daquela opinião de "tornar-se um só". Mas isso não é literal e para tudo tem limites.
Antes de estar em um relacionamento, você é você... e nada pode mudar isso! Você não nasceu grudado(a) ao seu parceiro(a) e nunca será capaz de ler o que está na mente dele(a)! Por mais que esteja apaixonada(o), é sempre imprescindível pensar não só na sua segurança, como na dos outros também... Pois nem em 1.000 anos pode-se dizer que conhecemos alguém 100%!
Senhas são únicas, individuais e intransferível e se alguém usar esse informação ilícitamente porque você passou esse código para a pessoa, não poderá reclamar e ainda pode ser processada(o) se forem usados os dados de terceiros confiados a você (tá... isso ficou "técnico" demais, rs).

Além disso tem a questão da confiança: se seu namorado(a) confia em você e você nele(a) não há a menor necessidade de bisbilhotar e-mails, telefones, agendas e etc... E eu, sinceramente, não acredito em relações verdadeiras sem confiança!

Acho absurdo anular-se e afastar os amigos só porque está namorando. Será que ele(a) também faria isso por você? Não, na maioria das vezes. E se fizer, o casal acaba vivendo dentro de uma bolha, isolado do resto do mundo. E se o relacionamento acabar, com que você vai contar? Ao abandonar e trair a confiança dos amigos que tinha quando ainda era solteiro(a), muito provavelmente, você perderá todos eles... E quando o namoro acaba, não tem ninguém pra te apoiar!

Me desculpem se pareço radical, mas tendo sido a 'amiga solteira' praticamente minha vida toda, peguei muita raiva de amigas e amigos que só lembram de mim quando precisam e me ignoram quando estão namorando, como se amizade fosse descartável. E destes eu é que acabo optando por me afastar!

Acho que esse é o tipo de atitude sobre a qual as pessoas deveriam refletir melhor antes de fazer algo impulsivo!!!



Texto da leitora Cris Soleitão, e-mail: cris_nog_sol@yahoo.com.br

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Postado por CF às 00:01 11 comentários

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Pode e Não Pode

O ser humano tem a mania de possuir. Possuir uma casa, um carro, uma roupa, e algumas vezes,alguém. Que atire a primeira pedra a mulher que nunca falou que se uma amiga dela ficasse com AQUELE cara, cortaria relações com a dita cuja.

Há dois grupos para os homens: o Grupo Pode, que são aqueles que já tivemos alguma coisa, mas apesar de não rolar mais nada, ainda são grandes amigos e não teria problema nenhum se ele se relacionasse com alguma amiga, e o Grupo Não Pode. Esse grupo é bem delicado. Fazem parte dele os ex-namorados, o cara que você foi apaixonadíssima por muito tempo, o amor platônico, o atual paquerinha...seja quem for! Ele é proibido.

Claro que não existe um padrão exato. O cara pode ser seu ex-namorado, mas estar no Grupo Pode, assim como você pode nunca nem ter beijado o bofe e ele estar no Grupo Não Pode.

Vamos imaginar assim: homens são como gavetas. Você não quer chegar em casa e ver alguém mexendo nelas sem sua autorização, não é?





Por que delimitar os homens nesses grupos? Bem, sempre existe aquela amiga de olho grande que quer tudo que é dos outros. Por exemplo: vocês estão no shopping e de repente, você um vestido xadrez balonê e mostra pra criatura. Ela, que já havia dito que não gosta de xadrez e muito menos de balonê, aparece na semana seguinte com o vestido, só porque você falou.

Eu e minhas amigas temos uma regra: jamais ficar com o casinho de outra amiga. Se uma de nós o fizer, será excluída. Tá, é uma regra idiota e infantil, nós sabemos, mas evita muitas dores de cabeça. É claro que há exceções e concessões, caso duas amigas fiquem afim do mesmo cara, ou então, uma se apaixonou pelo cara que já teve algo com outra pessoa da turma e etc. Tudo é conversado e sem brigas. Mas se for mera filhadaputice, como aquela amiga do vestido xadrez balonê, ai não tem perdão.

Obviamente que, para colocar o bofe em um dos dois grupos, deverá ser declarado antes. Se você gosta do cara e não quer que suas amigas fiquem com ele, deverá expor isso em alto e bom tom. Se não for e uma delas ficar com o cara, você não terá direito nenhum de cobrar nada. Deal with that!



E ai, quem é o seu Não Pode?




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PS: É importante não esquecer que ninguém é posse de ninguém, e que este “acordo” é meramente informal e entre amigos. Não somos donos de ninguém menos que nós mesmos.

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Postado por Claris Simão às 00:05 21 comentários

terça-feira, 25 de maio de 2010

Minha vida em agendas (ou diários)

Não lembro bem quando escrevi em um diário pela primeira vez. Tenho uns micro textos espalhados em alguns caderninhos meus, falando coisas como "minha melhor amiga é a não-sei-quem". Mas comecei a escrever quase diariamente mesmo em 1997. Curiosamente, foi um ano cheio de emoção. Primeira menstruação, namorinho com o melhor amigo, quando ganhei minha cachorrinha (forte e linda com seus 13 anos, hoje em dia!)... Tá tudo lá.

Desde aquela época tenho quase todos os dias que vivi documentados com precisão até 2007. Em alguns anos, chegava a anexar folhas de caderno em alguns dias e lotava de pensamentos e emoções. Daí em diante, a escrita em folhas de papel perdeu a graça... Continuei comprando a agenda do ano para eventuais acontecimentos, mas passei a me dedicar mais ao meu blog pessoal, que já existia desde 2003.

Minhas agendas, de 1997 até 2009. Minha vida em algumas milhares de páginas ;)

Nunca abandonei esse meu vício e hoje agradeço por isso. Às vezes os livros não me bastam, e eu preciso recorrer às minhas memórias espalhadas em diários e blogs para aprender um pouco mais sobre mim e sobre a vida. Afinal, quem disse que relembrar não é aprender? Aprender com os erros, perceber como você cresceu, quantas coisas boas você viveu, como aprendeu a lidar com situações que antes pareciam bichos de sete cabeças? Você passa a dar mais valor a quem merece e à sua vida e às suas experiências!

É bizarro ler certas passagens da sua vida. Você se pergunta: porque raios eu desperdicei sentimentos com essa pessoa? Porque eu briguei com fulano? Jura que cicrano gostava de mim? Então foi assim que eu me senti depois de tomar um fora de beltrano? Por que eu era tão extremista e intolerante? Foi assim que me senti no primeiro show grande que fui? É engraçado. A gente se sente velha. Velha mesmo. Certeza que todo mundo quando criança imaginava que aos 20 e poucos anos estaria velha, casada e os carros voariam. Que nada! Tâmo aí, na correria do dia-a-dia, batalhando pelo direito de ser feliz solteira ou tentando equilibrar relacionamentos com a vida profissional, cuidando de filhos até. Mas sem carros voadores nem dezenas de filhas com os nomes que davamos às nossas bonecas - as minhas eram Isabella, Beatriz, Giovana, Natasha e Daniela. Hahaha.

Ao mesmo tempo, é fantástico parar e pensar que você viveu momentos maravilhosos perto de amigos que você nem sabe mais da existência. E avaliar a sua forma de escrita, então? Aos 14 anos eu tinha um vocabulário pobre, lotado de gírias da época. Hoje escrever é minha profissão.

E o meu comportamento? Eu era tímida, tinha um grupo de amigos restrito. Tinha mil segredos que me atormentavam. Era alvo de bullying na escola. O ambiente caseiro era tenso e nebuloso. Algumas dessas coisas desapareceram com o tempo. Outras foram se adequando, afinal, o homem tem uma capacidade incrível de se adaptar. E outras, ainda, descobri um novo modo de agir.

Se um dia eu tiver filhos, vou incentivá-los a escrever em diários. Além da importância que tem para quem escreve, que acaba tendo um maravilhoso confessionário e aperfeiçoando a escrita e a forma de pensar, ainda é, acreditem ou não, um documento histórico. Tentem lembrar de grandes acontecimentos que marcaram o Brasil e o mundo entre 1997 e 2007: tá tudo lá, nas minhas agendas. O 11 de setembro, Bush, FHC, Lula, tsunami... O choque, a felicidade, a raiva, o assombro diante de alguns desses acontecimentos, tão lá. No futuro, dá até pra saber como alguns grupos etários/sociais encararam tais momentos marcantes.

E vocês, tinham agendas/diários? O que escreviam nele? O que sentem ao reler, hoje em dia?

Beijo!

anamyself
anamyself@corporativismofeminino.com

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Postado por Anamyself às 00:01 9 comentários

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Eu me vingo, ele se ferra, nós perdoamos.


O sentimento de vingança é praticamente inato. Pelo menos é assim que eu o sinto.
Nós tentamos controlá-lo ao máximo por princípios morais e o escambau, mas ele está sempre lá como uma alternativa proibida.

Você levou um pé na bunda, o que você faz?

a) se mata
b) mata o infeliz
c) mata o infeliz e se mata
d) nada.

Agora, sinceramente, qual faz mais sentido, assim de imediato?

Exatamente, alguém tem que perder a vida nessa história! E vamos combinar, é bem mais conveniente que não seja você!

Não estou dizendo que a vingança seja algo bonito, nobre, estou dizendo que é um sentimento natural que acompanha o ódio, a raiva e a dor-de-cotovelo.
Cada um tem um senso de justiça e a maioria das pessoas acredita que é mais justo que os outros se estrepem do que elas próprias, certo ou errado, estamos todos aí se matando para comprovar, deal with it.

Pode ser uma vingança silenciosa e inofensiva, do tipo; “Vou fazer vários Sims e matá-los de forma trágica”

Ou alguma coisa mais...“Vou ligar pra ele e falar que estou grávida de gêmeos”

A vingança fria e calculista é a mais almejada, acredito eu. Aquela que vemos em filmes e em séries de TV, nos identificamos e ficamos pensando em maneiras de adaptá-la proporcionalmente a nossa situação.
"Vamos fazer assim, você liga pra amiga dele e pede pra ela levar o Coiso na balada, ai você liga pro amigo do amigo da Joice e fala que eu tô dando uma festa e que é para ele aparecer sem falta. Ai chegando lá eu ajo como se não quisesse nada e agarro o amigo do amigo da Joice na frente do Coiso, vamos ver então quem humilha quem?"

Essa história pode ter dois finais, MUITO prováveis.
1. O amigo do amigo da Joice não vai e o Coiso leva uma "amiga".
2. O Coiso simplesmente não está nem aí!


Mas vamos confessar, por mais que a vingança seja incrivelmente sedutora, dá uma moleeeza...
Jurar vingança, pra mim, é bem coisa de gente preguiçosa, procrastinar não leva a nada!
Quando você tem preguiça de se vingar e tratar do assunto com as próprias mãos a alternativa é simples e tem nome: Rogar Praga.

A arte de rogar praga é antiga e já foi adaptada de diversas formas, mas sempre para um mesmo propósito; foder o próximo.
Mamãe já dizia que não devemos desejar o mal do coleguinha, mas mamãe não sabia o que crescia dentro de nós. A angústia de ver a pessoa, que obviamente não merece estar feliz enquanto você está triste, cheia de alegria e luz não tem explicação, é a sementinha da vingança.

- Espero que ele broxe para o resto da vida!
- Espero que o cabelo dela caia!
- Torço para que sofra muito com o próximo trouxa!

E aí vem aquela colega dar uma força; “Relaxa amiga, ele ainda vai se dar muito mal nessa vida”.
Sentimento de vingança pega.

O que não vale é se arrepender, o que está feito, está feito. Também não tem necessidade de sair se vangloriando do feito, afinal isso só prova que você, mesmo depois da vingança, ainda não superou. Uma citação muito boa e muito verdadeira é a de que não há maior vingança do que o esquecimento, de Baltasar Gracian. E realmente é bem por aí, existe coisa pior do que alguém te esquecer, deixar de te dar importância? É complicado, mas eu acho justo.

No fundo nada que fizermos curará a dor da perda de alguém ou de algum mal que tenham lhe feito, muito menos tentar causar a mesma dor. O jeito é esperar o tempo passar e acreditem, ele passa. Inclusive, nada mais frustrante/humilhante do que tentar se vingar e a vingança não colar, isso é bem fim de linha, quer correr o risco? Sabe, gente, o Karma tá aí também, vale a pena gastar energia com isso não.

Vamos ser felizes com o que nos é dado e superarmos o que nos é tirado da maneira mais classuda e diva possível!




And that's the way the cookie crumbles, né não?

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Postado por Thaís Prado às 00:40 12 comentários

domingo, 23 de maio de 2010

[Crônica] O Dia Seguinte - A versão de Eric


Era uma tarde de domingo chuvoso e Eric tinha acabado de acordar. Estava com uma ressaca colossal. Olhou-se ao espelho e viu a cara amassada.

“Puta merda!”, exclamou. Ele se lembrava da festa de casamento do primo na noite anterior. Por pouco, quase deixara de ir. Havia terminado com a namorada na véspera e não estava com clima de festa. Seu irmão que o convenceu.

“Você precisa de um porre!”

O irmão era bom em argumentar.

“Sem contar que vai ter muita mulher bonita e quem sabe você não pega uma?”

Muito bom mesmo.

Eric deu-se por convencido e tirou o terno do armário. Era tudo que ele precisava, afinal: mulher bonita e bebida liberada. Durante a festa, tentou não pensar na ex que o chutara e tratou de beber. E muito. Entre um copo e outro, viu chegando sua prima Ritinha com seus pais e uma garota desconhecida.

“Ricardo, olha ali. Gata demais, não é?”, apontou para o irmão.

“E gostosa. Vou lá!”, já ia se dirigindo até a amiga da prima, quando Eric o puxou de volta.

“Nada disso! Sou eu quem precisa se divertir hoje, esqueceu?”, argumentou.

Ricardo fora obrigado a concordar, contrariado, e deixou o irmão ir até lá. Claro que, como Eric era muito tímido e a bebida ainda não havia subido pra cabeça, a tentativa de aproximação foi um fracasso. Ao invés de se apresentar, Eric ficou ao redor esperando que alguém o visse e o chamasse. Ricardo teve vontade de bater no irmão.

“Puta que pariu! Vou matar esse cara!”, exclamava entre os dentes.

Mais tarde, com a bebida já surtindo efeito, Eric se aproxima de Ritinha para que assim, ela o apresente para a amiga. A prima, que já estava beijando um homem, viu em Eric uma ótima oportunidade de poder ficar a sós com o seu ficante e não deixar Mariana sozinha. Apresentou os dois.

Troca de olhares, conversa ao pé do ouvido, festival de sorrisos e mãos que por vezes se encontravam. Por fim, ficaram.

Era uma tarde de domingo chuvoso e Eric estava de ressaca. Entre as dores de cabeças, ele se lembrava de Mariana. Ficaram a noite inteira, se conheceram e curtiram estar juntos. Ele pediu o telefone e ela deu.

“E ai, se deu bem?”, Ricardo apareceu na porta do quarto. “Gostou?”, continuou ele com o interrogatório. Responder a essa pergunta era a ultima coisa que Eric queria fazer. Ainda mais de ressaca.

Veja bem, não é que ele não tivesse gostado, muito pelo contrario. Pretendia ligar para ela, de verdade. Queria vê-la novamente, mas tinha terminado não havia uma semana! Como apareceria com outra? Não devia ser certo fazer isso. Ele deveria estar triste, chorando de saudade ou com raiva, amaldiçoando a ex-namorada por ter lhe dado um fora. Não devia pensar em Mariana, nem querer nada sério. Deveria estar na fossa.

“Foi bom, mas não quero nada sério.”, respondeu. Achou que a resposta foi boa, disse o que queria, sem aprofundar muito sobre o tema. O irmão entendeu isso e também não quis mais alar sobre o assunto E tratou de mudar o foco da conversa.

“Vamos jogar uma partida?”, convidou.

“Claro!”

E foram os dois jogar Winning Eleven.




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Postado por Claris Simão às 00:05 6 comentários

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Drogas, um assunto sérião, mesmo


O relato impressionante de uma leitora, que recebi por e-mail. Não deixo o nome real para não expô-la.

"Lembro muito bem da primeira vez que usei drogas. Eu era uma garota normal, e do nada estava na casa de meus novos amigos. Achei que fosse tudo muito saudável, que íamos fazer um 'esquenta' com bebidinhas. Do nada, surge a maconha. Pra parecer tão descolada quanto eles experimentei. Não sei tragar, mas acho que nem perceberam. Neste mesmo dia resolvi experimentar o sintético, a 'bala'. Só metade. Eu estava querendo viver e essa me pareceu uma alternativa interessante. Não vou mentir: se droga fosse uma merda, não vendia. A sensação do ecstasy é sim algo maravilhoso. Não estou fazendo apologia, mas de repente, amar o mundo, me pareceu uma idéia interessante e eu fiquei feliz pra cacete.

E então me pareceu natural usar todo fim de semana. Não tinha nada demais, era só felicidade com um gosto leve de dramim. Emagreci uns 5 quilos e estava realmente linda e poderosa. Meus novos amigos eram sensacionais e todo mundo era feliz rangendo os dentes - tenho alguns dentes roídos bem de leve, até hoje. E então resolvi experimentar o ácido. Foi divertido ver legendas de filmes dançantes, luzes de Natal com um nível acima da média de cor e beleza, animais com pêlos de pelúcia, cabelos sedosos, arrepios de calor, de frio. E os olhos? Duas opalas. O chato era ficar 12 horas pirando sem parar e morrendo de sede.

Essas pessoas, esses amigos, claro que estavam num nível de drogadição acima, bem acima do meu. Eu gostava de usar pra balada e confesso que me viciei rápido, pra mim, balada não era balada sem algo mais. Fiquei um ano assim. Meus amigos estavam no pó. Todos diziam que era demais, tão demais que era melhor que eu nunca usasse, pois iria gostar e pra me livrar seria um lixo. E assim foi, eu com meus doces sintéticos e eles os monstros do padê. Um dia por alguma razão caiu na minha boca, senti um gosto horrível e tudo amorteceu. Decidi que realmente de cocaína ficaria longe.

Numa noite extravasei no ácido, um e meio, 14 horas pirando sem parar, me deu uma bad horrível eu achei de verdade que fosse morrer. O corpo com excesso de ácido tem espamos sozinho. Lembro bem de eu, deitada na caa e minhas pernas pulando de 15 em 15 minutos e meu amigo me abraçando dizendo pra eu pensar em coisas boas, porque senão a pira demoraria mais pra ir embora. Tive alucinações sonoras, as pessoas não falavam, apenas emitiam sons como "mamamamamamamama", e eu chorava chorava... decidi parar. E parei por um mês. É difícil parar quando se vê outros usando e saltitando de alegria.

Um colega de trabalho teve uma convulsão na frente de todos. Os bombeiros foram chamados e enfim, resto de cocaína nos dentes, mais um usuário próximo a mim. Eu juro por Deus que não sabia. Demissão por justa causa, óbvio.

E então em dezembro de 2008, mais precisamente na virada do ano, usei sintético pela última vez. Já tinha me afastado bem dos tais amigos - ainda são excelentes amigos, eu os vejo de vez enquando e a grande maioria saiu dessa sozinho também, com uma certa força de vontade, graças a Deus. Não vi muita coisa neste um ano, muita gente deve ter visto bem mais que eu, mas entendi que cocaína destrói sim, que deixa demente. A pessoa fica sem banho, sem fazer a barba e acha que está linda. E o pó chama bebida, o que torna tudo pior.

Enfim, não quero me estender muito. Mas quero dizer pros pais ficarem alertas. Droga não é coisa de vagabundo, de mendigo. A cocaína/ ecstasy /ácido chique ainda existem. Nunca furtei um real pra comprar as minhas, assim como meus amigos também não. Está longe de ser coisa de marginal e está muito próximo de todos nós. Há tempos não conheço ninguém que não fume um, ou use um papelzinho de vez enquando. Entendi também que droga tem muito a ver com carência. Todos os que conheço que usam ou foram usuários tem uma carência de amor e atenção incrível. Eu inclusa. Não é demagogia, é a realidade. E digo mais, ninguém nunca "caiu" em casa. Então fica o alerta maior ainda, porque a juvetude anda muito esperta, deixa a loucura passar pra voltar embora. Se você é mãe/pai/educador: ORIENTE.

Betina'




Heleninha

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Postado por Heleninha às 23:26 18 comentários

Toda mulher é CULPADA

A culpa é uma palavra feminina, não só gramaticalmente mas no âmbito empírico. Que outro gênero carrega tantas obrigações a serem cumpridas e tantos atributos a serem conquistados? Tenha um cabelo maravilhoso, mas não se esqueça de amamentar seu filho. Quer dizer, que tipo de mãe você é se não amamenta seu filho? O que é mais importante do que um filho? A sua carreira? Está louca? Ah, presta atenção na sua aparência! Não seja uma esposa negligente! Depois o marido lhe troca pela vizinha curvilínea e você se lamenta, não?

E quando não colocamos em prática tudo que esperam de nós... Lá está ela, A Culpa, esperando ser servida com o ditador chá-verde. Que fique claro que A Senhora Culpa não se fortalece pela cobrança alheia, mas por nossa CULPA! Eu diria que somos categoricamente culpadas! Culpadas por nossos filhos terem distúrbios alimentares (Viram a matéria?), culpadas por não recuperarmos nosso corpo esguio após a maternidade, culpadas porque o marido arranjou uma mulher com a bunda maior (ou menor), culpadas porque não fomos promovidas, culpadas por termos ficado até tarde trabalhando num projeto e o filho com a empregada, culpadas porque o cachorro do vizinho morreu ou porque a terra é redonda.


Gisele saiu da sala de parto para um ensaio de biquíni
COBRANÇA: Por que VOCÊ também não sai?

Durante a gravidez engordei 30kgs. E fui perdendo aos poucos após o nascimento do meu filho. Não que ENGORDAR mais que o normal seja saudável ou correto, pelo contrário, temos que vigiar o peso e controlar a alimentação - Isso é saúde. Mas há uma cobrança ferrenha para que você se exiba de tanga logo mais. Aliás, aparecer com o corpo magro após a sala de parto vira manchete. Não é todo mundo que consegue, mas se Gisele conseguiu... Por que você não iria conseguir? Pois é, tenha uma barriga durinha! Não importa se uma criatura a esticou por longos 9 meses!

Está gorda depois que teve filho? Troféu CULPA para você, um bem gordo e pesado para você aprender.


Mães amamentam
COBRANÇA: Você não tem leite? *Cara de sofrimento alheia*

Quando você tem um bebê, ninguém pergunta se você está bem. Se dormiu. Se o bico do peito está esfolado. As pessoas perguntam: Ele está mamando?

Se você não amamenta será alvo de muita pena e fofoca acerca do fato. O que acho culturalmente atrasado, pois antigamente existiam as mães de leite. Hoje não, você tem que ir ao trabalho com os peitos jorrando, causando todo um transtorno estético - Se é que vocês me entendem. Se você amamenta, seu bico está quase caindo de tanto esforço inicial, ótimo! Você é uma mãe e tanto! Parabéns!

Se alguém não consegue ter leite para amamentar seu adorado filho... O que as pessoas dizem em uníssono? COITADA.

Troféu CULPADA para você sem leite. Não só culpada, coitada.


Cláudia Leitte faz show ao sair da sala de parto
COBRANÇA: Senta lá, Cláudia... No berço do seu filho!

As mulheres PRECISAM se dedicar ao filho. É crime apostar na sua carreira. Vi todo mundo falar mal da Cláudia Leitte ao parir. O falatório se devia ao fato de ela estar fazendo shows logo ao parir. Claro, as mães só são mães. Elas se excluem, deixam de ser profissionais e seus clitóris são arrancados. A vida é só para os filhos.

Cantar "Eu quero mais é ganhar dinheiro beijar na boca" é inadmissível para uma mãe. Troféu CULPA para a Cláudia e para você que não desistiu da sua carreira quando seu filho nasceu.


Sandra Bullock divide a cama com seu marido e mais 9 cães
COBRANÇA: Sandra, Sandriinhaaaa...

Todo mundo sabe que a Bullock era traída e pediu o divórcio. A culpa obviamente era dela, que colocava mais 9 cachorros (na verdade 10, contando com o marido) na cama. Então, né? Ah, Sandra, que vacilo! A culpa é sua por seu marido ter um desejo ávido por qualquer buraco. Troféu CULPA para você. Ponha ao lado do seu Oscar, sim?

Somos tão culpadas, tão culpadas... Que todas nós poderíamos ser presas por uma piscadela mais ousada.

* Texto com muita ironia. Que deixa de ser irônico quando eu aviso que é irônico. Mas devido aos comentários descompassados que recebo, pre-ci-so avisar.
* Embora goste muito de ouvir o outro lado, a opinião e a culpa de vocês... Esse post não terá comentários. Sem mais más interpretações e desvirtuamentos descompensados. Se houvesse discordância seria salutar. Mas o que há é despautério!
* Acho que devemos estar saudáveis. Amamentar nossos filhos. Emagrecer. Malhar. Mas que estas práticas não sejam ditadas e nos excluam de qualquer outro valor.
* Escrevam-me para DISCORDAR desse texto ou COMENTÁ-LO:
zingara@corporativismofeminino.com ou sigam: @Corporativetes
* Para você que queria comentar "Amamentar é saudável", acreditando que eu fiz apologia a não-amamentação: Desculpa aí.


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Postado por Sarita às 00:01 0 comentários

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Traição – Você perdoaria?


Traição: 1. Ato ou efeito de trair(-se). 2. Crime de quem, perfidamente, entrega, denuncia ou vende alguém ou alguma coisa ao inimigo. 3. Perfídia, deslealdade, aleivosia. 4. Infidelidade no amor.

Este é um tema polêmico que divide opiniões. Há quem seja radicalmente contra, que jamais perdoaria uma traição e há quem seja mais condescendente, que consiga passar por cima disso.

Afinal, o que é traição? Só o fato de pensar em outra pessoa enquanto está em um relacionamento fixo já é traição? Ou somente quando parte para as vias de fato, mesmo sem ter qualquer sentimento ou pretensões amorosas com o (a) Outro (a)?

É muito difícil de lidar com a situação, de uma forma ou de outra. Na teoria, a maior parte das pessoas vão falar que é imperdoável, que se perdoar uma vez, dará margem para uma nova traição. Mas na hora H, é quase impossível de prever o veredito. Os sentimentos entram no meio, brigam com o orgulho e vira uma confusão.

Não defendo a traição, que fique bem claro. Mas também não serei hipócrita de dizer que nunca traí ou fui traída. Em ambos os casos, não foi nada agradável.

Ninguém gosta de ser traído. Fere nosso orgulho e nos perguntamos por que diabos isso aconteceu. Será que não fomos bons o bastante? E perdoar também não é fácil. Sempre fica aquela cicatriz incomodando e a questão que nunca morre: Será que foi só essa vez?

Do outro lado, não há uma constante no ato de trair. Não quer dizer, necessariamente, que o traidor já não ame mais o seu cônjuge. Tem gente que tem a necessidade de conquistar, mesmo já tendo um (a) namorado (a). Outras não sabem ser de uma pessoa só. E claro, há aqueles que por maucaratismo comentem o pecado da traição.

Para mim, acho mais difícil e dolorido saber que meu namorado pensa em outra do que saber que ele dormiu com outra. Claro que algumas vezes podem ser os dois, e aí sim a coisa ficar feia. Afinal, se não ama e ainda por cima trai, qual o sentido de permanecer no relacionamento?

De qualquer forma, somente os envolvidos sabem o que é certo ou errado, e por mais que soe piegas, a melhor decisão é o coração quem faz.




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Postado por Claris Simão às 00:05 20 comentários

terça-feira, 18 de maio de 2010

O doido da marginal pinheiros

Um post na vibe "sou para-raio de doido"
Eis que ontem (post escrito em 08/05/2010), eu estava indo pro trabalho depois de 3 horas de malhação e me aparece um doido (porém, muito bonito) buzinando no carro ao lado. Primeiro pensei que a porta estivesse semi-aberta, olhei e não estava. Depois pensei: “Merda, o pneu deve estar furado novamente!” Então abri a janela pra ver se era isso que o sujeito tinha a me dizer, mas não, o sujeito só gritou: - “ME LIGA!”. Pensei: “Porra! A academia ta fazendo efeito rápido!”.

Confesso, eu estava de bom humor e levei muito na esportiva, afinal o sujeito não havia me dito nenhuma baixaria, então respondi: “ – Não dá, não tenho seu telefone”.

O trânsito andou e eu parti ignorando o doido. Passado algum tempo, o doido encosta do meu lado novamente pedindo pra eu anotar o telefone dele. Ri. E montei na face aquela expressão de “não dá”. E o cara continuou insistindo, até que o trânsito andou novamente e fui embora ignorando.

Já crente que o sujeito tinha desaparecido, minutos depois, quando eu menos espero, aparece ele ao meu lado novamente “- Anota meu número!”, ele dizia. Acho que ele me seguiu por uns 2km.

Continuei levando na esportiva e decidi anotar, primeiro pra que o sujeito parasse de me perseguir, e segundo por que ele não era de se jogar fora, hahahahaha. Juro que não sei o que aquele sujeito viu em mim.

O trânsito andando na faixa dele, e ele parado, empacando tudo, gritando o número do celular. Por fim disse seu nome, depois se foi.

Fiquei rindo, juro. Nunca me aconteceu algo assim.
Na verdade pessoas doidas em carros ao lado já tentaram manter contato comigo algumas vezes, certa vez uma doida disse que me conhecia e pediu pra eu descer do carro pra dar um abraço nela (o trânsito estava parado), nunca vi a pessoa na vida, ignorei. Outra vez um sujeito tentava falar algo, mas por algum motivo não fiz questão de entender, simplesmente ignorei e fui embora. E outras vezes as pessoas só queriam avisar da porta aberta ou do pneu furado, é sempre a primeira coisa que penso quando alguém no trânsito me faz algum sinal, normalmente é o raio da porta que não fechou direito. (carro de pobre é fogo, o painel não avisa quando a porta está mal fechada, hehe).

Mas esse de ontem foi demais, por tamanha insistência, me impressionou, haha. As amigas incentivaram a ligar para o sujeito. Nem pensei seriamente em ligar quando registrei o telefone no meu celular, eu queria mesmo que ele parasse de encher o saco! Mas no fim, pensei: Vou ligar pra tirar uma onda, e perguntar pra ele quantas vezes por semana ele costuma fazer isso!

Eis que tentei ligar, e descobri que: OU entendi o número errado, OU anotei o telefone errado. Vacilo, né.


FIM.

OBS: Sim, fiquei triste pelo desfecho. (e assumir isso é um atestado de idiotice, eu sei, hahaa).

E vocês, já foram perseguidas no trânsito? hahahahahahahah
E para os meninos que estão lendo, respondam: Com qual frequencia vocês fazem isso? hahahahaha

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Se você é o perseguidor insistente da marginal pinheiros (Oi, Ronaldo!), escreva para bel@corporativismofeminino.com

Vocês também querem me seguir? É fácil, vai lá no meu twitter! @bbel, nele todo mundo pode me seguir, e nem precisa passar o telefone, haha.

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Postado por B. às 00:03 14 comentários

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Abre essas pernas pra mim, baby! - A Análise

Vamos à análise dessa genial música das Velhas Virgens e ver no que dá! (video da música no final do post)


"Abre essas pernas pra mim baby Tô cansado de esperar Você dá pra todo mundo Só pra mim que você não qué dá"


Bom querida, se você dá pra todo mundo não tem muita discussão. Mas homens, vamos parar de achar que são irresistíveis e que só porque uma mulher transou com outros caras que ela necessariamente vai ter vontade de dar pra você! Você é você, com sejam lá quais atributos lhe foram dados e os outros são os outros. Se ela não quer dar pra você é ou porque você não merece ou porque não deu vontade. Imagino, chocados...mas sim, mulheres têm vontade própria!


"Esse papo de pele e de química Não tem nada a vê Não é filme, nem novela É só sexo, eu e você"


Ok, primeiro de tudo; "papo de pele e química TEM a vê" principalmente se for "só sexo, eu e você". Agora, serei justa aqui. Realmente prefiro homens sinceros e acho que a maioria das mulheres também - não quer nada além de sexo, DIGA! Assim ficaremos sabendo das suas intenções e poderemos escolher se seguimos em frente ou não. Essa é uma forma justa, queridões e eu sei que vocês estão pensando; "mas aí ela não vai querer dar pra mim!", menos mal ela não querer dar pra você do que chorando no telefone horas porque não sabe o que você quer dela, right? Resumindo; Sejam sinceros, vai sempre valer a pena. Nós damos valor aos sinceros quando somos enganadas por aqueles que mais acreditarmos (ou seja, sempre!)





Já deixei você nua em pêlo E na hora você deu pra trás Então abre essas pernas pra mim, baby Pra aprender como é que se faz.


Sabe de uma coisa, vocês criam o problema e depois não sabem lidar com ele. Quem passa insegurança são vocês, comem, se lambuzam e depois tratam que nem lixo, aí esperam o quê? Que a mulherada confie? Em respeito ao doce feminino alheio vou dizer que de certa forma, eu entendo. Nós apreciamos a sutileza. Arrancar a roupa em dois segundos e já ir 'botando pra quebrar' não é exatamente o que esperamos (mas de vez em quando é bom) e pode acontecer de desanimarmos ou, nos arrependermos.


"Você pode dizer o que quer
Nem por isso vou dar pra você.
Eu só transo com quem eu quero
E na hora que eu escolher
Animal é que trepa Sem sentir e sem gostar Não sou bicho e nem planta Nem boneca pra você me usar"


A minha impressão é que um cara usa uma mulher ou vice-versa quando um não é sincero com o outro. Se o colega chegou pra você e disse "Amiga, quero te comer and that's it" não dá pra reclamar que foi usada, se você concordou. Os dois se usaram e tudo é lindo, já passamos dessa época de submissão, pelamor! E tenho dito, sem hipocrisia, porfavorobrigada.


"Você vem com essa pica imensa Pensando que vai me comer Eu não abro as pernas pra você, baby Não adianta você querer."


Pois é bonitão, uma não tão boa notícia pra você; Sua "pica imensa" não garante bulhufas! Aliás, o que ela pode garantir é uma bom machucado no colo do útero e uma camisinha estourada. Tem gosto pra tudo nessa vida, não estou questionando, mas não ache que está garantido. E aliás, não tem nada mais chato do que homem que quer ficar se "mostrando" - "E aí gata, curtiu meu pau gigantesco?! AFF! Enfim, Ajudar? Pode ajudar, mas está longe de resolver. Ficadica; PEGADA!


Abre essas pernas...
Nãão!
Abre essas pernas...
Nãão!
Abre essas pernas...
Nãão!
Abre essas pernas...


Lalala!


"Todo mundo abriu Só você quer negar Abra essas pernas pra mim, baby Abra e deixa eu entrar."


Hahaha, ok, todo mundo abriu. Então, VAI COM TODO MUNDO, gato! Olha bem pra minha cara de maria-vai-com-as-outras!


"Abre essas pernas pra mim, baby Que papo é esse de emoção? Eu tô falando é de vai e vem Será que você é sapatão?"


Esse é o ponto em que começamos a sentir dó de vocês. Gente do céu, o que te faz se sentir TÃO irresistível, homem de Deus!? Existem dois momentos que um homem diz que você é sapatão; O primeiro é esse aí mesmo, na rejeição e o outro é quando quer um ménage.




"Eu nunca vi uma mulher Que não gostasse de foder Até hoje ninguém disse "Não" E a primeira não vai ser você."


A mulher difícil. Ô coisa primitiva! Historinha; Antigamente os homens caçavam bichinhos para alimentar suas famílias, como já faz um tempinho que isso não acontece mais o foco foi todo para nós, mulheres! Então, bonitos, não finjam que não gostam, ok? E não venham com esse "Mim, Tarzan, quer comer você Jane" que não é assim que funciona.






"Eu tô te oferecendo Vinte centímetros de prazer. Abra essas pernas pra mim baby Vai ser bom, você vai ver!"



Ahan, Cláudia, senta lá! Vinte centímetros é pouca informação.



"Me tire da cabeça! Não adianta me cobiçar! Sei que você come todo mundo, Mas comigo não vai rolar Nem tua grana, nem teu carro, Nada vai me convencer. Não sou burra, nem tô a venda, Nem pagando você vai me ter. Pode ir pro banheiro E tocar uma bronha se quiser Eu não abro as pernas pra você, baby Digo não e sou mulher."




"Todo mundo abriu Só você quer negar Abre essas pernas pra mim, baby Não Abre e deixa eu entrar."



Só eu acho homem insistente um SACO!? Se ao menos eles soubesse que se ficassem um pouco mais na deles a gente pulava em cima, aiai...


"Você diz que a minha grana não te compra. Você diz que só faz com emoção. (só com amor, benzinho!)
Vou provar que todo mundo tem um preço. Eu vou provar. Começando o leilão 70 - não!! 90 - não!! 150 - nãaaaao!! 300 - não!! 500 - não!! 790 - nãao!! 800 - não!! 900 - não!! uma milha..."





E quando todos os argumentos falham...

"Assim eu dou, Não dá pra negar. Assim eu dou, Não dá pra agüentar! Só não pense que eu sou puta! Eu tô gostando de você. Vou abrir as minhas pernas Por amor, por prazer!"



Eu não vou julgar, eu não vou julgar, eu não vou julgar, eu não vou julgar...


"Puta, você? nem pensar! Puta, você? o que é que há? Foi amor a primeira vista que eu vi! Foi "química, lance de pele vem aqui"!"



Isso, honestidade e sinceridade, honestidade e sinceridade, honestidade e sinceridade...


"Benzinho, você sabe Eu te amo tanto" "Eu sabia desde o começo. Só falta va acertar quanto."



"A mulher e a galinha, são dois bichos interesseiros; A galinha pelo milho e a mulher pelo dinheiro"

Video da Música!!!


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Postado por Thaís Prado às 00:01 14 comentários

domingo, 16 de maio de 2010

[Crônica] O Dia Seguinte - A versão de Mariana


Era uma tarde de domingo chuvoso. Mariana olhava pela janela a paisagem típica de um dia assim: As gotas da chuva ricocheteavam no vidro do quarto e as copas das árvores balançam por causa do vento, como se dançassem ballet.

Mariana assiste ao espetáculo demodèe enquanto pensa na noite anterior. Ela tinha ido na festa de casamento do primo de terceiro grau da sua amiga Ritinha. Não conhecia os noivos. Mal mal tinha algum contato com a família do pai da amiga, mas sobrara um convite. A irmã de Ritinha teve que viajar as pressas para o Mato Grosso do Sul e seria um desperdício não fazer uso daquele convitinho cor de pérola e letras douradas. Foi.

A festa foi muito elegante. Se não fosse pela chuva de pedaços de papéis prata que caiam sob os noivos durante a valsa, seria perfeita. Não achava nada mais brega do que chuva de papel.

Durante a festa, Ritinha, que já estava atracada com um antigo caso, num canto do salão, apresentara Mariana para seu primo, Eric, a fim de assim poder continuar com os amassos sem que a amiga ficasse sozinha na pista de dança.

Eric era pouco mais velho, 4 ou 5 anos a mais que ela. Recém formado em arquitetura, era tímido que dava dó. Não dançava direito e, com muito custo, conversava com Mariana. Aquilo despertou o interesse da garota, ela via naquilo uma graça, um charme. Ele também gostou da menina. Achou-a sensual, tinha um sei lá o quê de mulher misturado com um sorriso malicioso e um olhar de criança. Gostava disso.

Troca de olhares, conversa ao pé do ouvido, festival de sorrisos e mãos que por vezes se encontravam. Por fim, ficaram.

Era uma tarde de domingo chuvoso e Mariana se lembrava de Eric. Ocorreu-lhe a idéia de que em dias como estes, todos deveriam ter um namorado ou namorada, deveria ser um direto universal. Brincou até com a hipótese de uma agência de namorados de aluguel. E olhava agora para o celular.

“Nada...”

Os dois haviam trocado telefones. Ele a deixara na porta de casa, lá pelas seis e alguma coisa da manhã, despediram-se e marcaram um próximo encontro ainda para aquela semana.

“Ele não liga...desistiu de mim, na certa!”

“Desistiu sim, tenho certeza.”

“Tem outra!”

Eram tantas teorias, que ela tinha vontade de no ímpeto ligar par ele e dizer boas verdades.
“Mas vai ver, ele não me ligou ainda porque estava ocupado...”

“Ocupado num domingo? Ah tá, até parece...”

“E se ele estiver trabalhando num projeto que deverá ser entregue amanhã e ainda não está pronto? E se teve algum almoço familiar para reunir os parentes depois do casamento?”

“Ou se perdeu meu número? Então no caso, ele deve estar torcendo para que eu ligue para ele e...”

Tocou o celular. Desesperada, Mariana corre para atender a chamada, mas na ansiedade de conferir o aparelho a cada minuto, já não lembrava mais aonde o tinha colocado. Encontrou o maldito. Era Ritinha. Queria saber o que tinha acontecido depois que os dois foram embora.

“Nada”, respondeu. Conversaram por mais uns 10 minutos, recapitularam os casos da festa. Lembraram do tio bêbado que cantou “Livin’ La vida Loca”, da mãe do noivo que chorou a festa inteira e de uma das madrinhas que estava com um vestido horroroso. Deram boas risadas e desligaram.

Com o celular na mão, Mariana pensa em voz alta:

“Mas que coisa, não vai ligar? Acho uma falta de respeito pegar o telefone e não ligar! É preferível nem pedir então! Quer saber? Também não quero mais. Um cara assim, só pode ser um cafajeste! Aquela cara de bom moço, ANHAM CLÁUDIA, SENTA LÁ! Os quietinhos são os piores!”

Ainda segurando o aparelho, a garota gesticulava como se conversasse com ele.

“Quem você pensa que é??? Acha que vou correr atrás de você? Pois está muito enganado. Não preciso de homem! Mesmo que tenha um belo sorriso. E um cabelo cacheado meio desarrumado. E um beijo delicioso. E uma bunda...”, suspirava.

“TOCA, MERDA!”, gritou por fim.





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Postado por Claris Simão às 00:05 7 comentários

quinta-feira, 13 de maio de 2010

As VERDADES que eles contam

É certo que há uma vastidão de blogs, feministas ou não, recheados do alerta em vermelho "HOMEM NÃO PRESTA". O "Não saia com ele" vai mais além de simples relatos de insucesso amoroso, o espaço é usado para mulheres denunciarem quão canalha um certo homem conseguiu ser com elas. E não para por aí, o relato vem com uma bela foto do sujeito. Livros como "Ele não está a fim de você" mostram as facetas pinóquias dos homens e até mesmo Hollywood serve de inspiração para que haja toda descrença no sexo masculino. Ou vocês não acompanharam o "episódio Sandra Bullock"? Ela é mulher como eu e você que sempre acredita que eles possam mudar. O marido da Bullock tinha um passado de orgia, mas mesmo assim ela se casou com o sujeito que mais tarde provou que não, não mudou.

Aliás achar que um homem possa mudar é sinal de ingenuidade galopante, não? É o que as pessoas escrevem por aí. Há vários exemplos saltitantes para ser contados. Eles não mudam, nem tente, todos dizem. E é com esse espírito de pouca credibilidade que adentramos num relacionamento. Sabendo que cedo ou tarde eles poderão dar sinais de canalhice, pois ela está incrustada em seus pintos ávidos por um buraco, que não necessariamente precisa ser o seu.

Mas será que toda nossa prudência e previsibilidade femininas não dão munição para que os homens ajam de acordo com nossas expectativas? Quer dizer, não que isso seja crucial para que um não-canalha se torne canalha, ou um canalha mude sua fixação por um buraco qualquer. O fato é: Eles não terão pudor em trair, afinal você já o irritou tanto com a seu obsessivo medo de ser traída que ele o fará porque já está ali, deitado na cama mesmo.

Por incrível que pareça, eu acredito nos homens - Ou em parte deles. Acredito que suas ações não serão as mesmas para todas as mulheres. Talvez o crime de um desses homens que ganharam uma foto no "Não saia com ele" foi não ter amado uma dessas mulheres.

Frases verdadeiras que eles dizem, mas a gente sempre espera que sejam mentirosas:

1. NÃO QUERO UM RELACIONAMENTO AGORA.
Há tempos ele mantinha um relacionamento de ficadas com uma garota. Se eles estavam na mesma festa, ele ficava com ela. Mas de forma descompromissada. Até que ela cobrou uma posição e ele disse que não tinha qualquer interesse em namorar. E, claro, a culpada não era ela. Ele é quem não estava disposto a manter um relacionamento sério. Então responda:
a) Ele mente.
b) Pinóquio.
c) Canalha.
d) Ele só não gostava dela o suficiente para manter um relacionamento. Para não ferir o ego (Homens, a maioria, são covardes com palavras), ele contou essa de que não queria namorar NINGUÉM.
e) Ele realmente não queria namorar porque não conhecia ninguém que o fizesse querer a coleira.

Depois de algumas semanas do episódio, ele me conheceu e ficou só uma vez comigo para se nomear meu namorado (eu sou foda #not - Já já conto que fui chutada acintosamente, não se preocupem). O fato é que depois de alguns dias a moça o procurou: - Mas você não disse que não queria namorar? Você não presta mesmo.

Fiquei a par do episódio porque a rejeitada me ligou dizendo que eu ia quebrar a cara etc etc. E que meu atual namorado não passava de um canalha. Mas esse namorado em específico era dedicadíssimo e acho que posso dizer que foi o que mais confiei - Eu sou ciumentona, gente!. Por isso as opções "d" e "e" podem ser assinaladas aqui.

2. NÃO POSSO DEIXAR MINHA NAMORADA (E não pode mesmo porque ele a ama).
Ouvi a frase supracitada e acreditei. É, acreditei. Banquei "a outra", esperando o momento ideal de ele dispensá-la e finalmente ficar comigo. A justificativa dele para não deixá-la era: "Ela tem problemas psicológicos e não suportaria essa separação". Ok, podem me oferecer o troféu jaburú (de ridícula mesmo) de ingenuidade, eu mereço. Os dias passaram e ficou muito claro que eu fui usada apenas para dar mais ânimo a relação dos dois - E acredito que tenha sido para fazer ciúmes a uma ex-namorada de quebra. Suspeito que ele não fez nada pré-meditado, sinceramente. Então dê o veredicto:
a) Canalha.
b) Depois de ficar comigo, ele só percebeu que era muito melhor ficar com a namorada.
c) A moça é mesmo doente e ele é um moço caridoso.
d) Pinóquio.

Mesmo querendo assinalar a opção "a" por motivos pessoais, eu não farei. A opção correta aqui é "b". A namorada para ele era um porto-seguro e o fazia feliz, independente de doença mental ou não, então para quê abandoná-la em troca de outra (eu)? Para não afetar tanto o meu ego, a desculpa da "mulher doente" foi uma boa. Assim, eu não me mostraria furiosa e ainda o acharia um coitadinho. Acho que ele foi bem esperto e não o vejo como canalha (agora) - Talvez covarde em não dizer a verdade.

Neste episódio não quero eximir a canalhice do sujeito para com a namorada. Que fique claro. Falo especificamente da relação comigo. Que atire a primeira pedra quem não teve dúvidas sobre seus sentimentos e saiu cometendo erros.

Eu mesma, mulher, já tomei uma atitude assim. Trai um namorado maravilhoso, arrisquei um relacionamento com o "amante" e depois percebi que o melhor e quem me fazia feliz de fato era o NAMORADO. Voltei para o namorado e chutei o amante. Para atitudes, não há gênero, o que há é caráter ou falta dele - E não estou dizendo que minha atitude foi louvável, tampouco a do sujeito em questão. Estamos sujeitos a cometer erros, mas não é por isso que teremos que carregar uma tatuagem de CANALHA na testa. Tomei uma lição tão grande da traição que foi a única e última vez que fiz algo assim.

3.NÃO QUERO CASAR!
Em 2000 quando meu filho era recém-nascido comecei um namoro que durou até 2003. O meu namorado viveu todos os atropelos de uma mãe. Ele não me namorava somente, namorava meu filho também. Era seu primeiro relacionamento fixo e como não estava preparado para o brinde (o filho), desenvolveu todo asco a crianças e casamento. Na época o que eu mais queria era ter uma família estável, não podia sair muito então ele quase sempre dormia na minha casa. Era visivel o quão eu queria casar e um dia verbalizei. Ele foi muito claro e disse que não pensava em se casar e muito menos ter filhos. Nossas brigas sempre vinham disso.

Até que um dia nos separamos e rapidamente ele começou a anunciar a todos que pretendia casar com a atual namorada.

Então responda:
a) Canalha de marca maior.
b) Ele só não gostava de você o suficiente para casar.
c) Pinóquio.
d) Homem foge de casamento.

A resposta é "b" obviamente. E não há nada a ser comentado quanto a isso - Viu como eu não sou foda? hahahah

4. NÃO É VOCÊ, SOU EU.
Sempre achei essa frase toda trabalhada na pilantragem. Mas não é. Há alguns meses atrás conheci um cara super bacana, aquele que eu devia mesmo namorar para curar algumas dores amorosas. Mas eu realmente não estava com a cabeça boa para começar nada com ninguém e disse para ele: Não é você, sou eu.

Ele riu e disse que essa era a desculpa mais esfarrapada de todos os tempos. De fato, há séculos as pessoas se valem desse jargão para dar foras, mas não era o meu caso. Eu REALMENTE estava sendo sincera.
Há muitas verdades que eles dizem, mas preferimos carimbá-los como canalhas para que nosso ego não seja esmigalhado. Ele não quis namorá-la? Como não? Você é tão linda-e-inteligente! Ele é um canalha, só pode né?! Ele deixou você para ficar com outra? Ele tinha de ficar com você, como não?! Canalha! Ele saiu pegando geral porque não se interessa por ninguém? Canalha!


Esse texto é uma espécie de campanha a favor dos homens que apenas cometeram o crime de não nos amarem de verdade e, por isso, não deveriam engrossar o coro de que todos os homens não prestam. Muitos não prestam, mesmo. MESMO. Mas sair apontando um homem que apenas não quis ficar com você é de uma arbitrariedade galopante.

Como anda a sua crença nos homens?


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Postado por Sarita às 00:01 26 comentários

quarta-feira, 12 de maio de 2010

O Amigo é Gordinho e Feio



É sempre assim: você marca de encontrar com algumas amigas (ou amigos) e de repente algum deles fala que vai levar um amigo junto.

Você fica curiosa, imaginando como seria a pessoa. Seria gente boa? Seria legal? Seria bonito? Será que ele vai se interessar por você? Criamos histórias e fantasiamos como a noite vai acabar.

(E devo fazer um adendo: é sempre assim, não importa se você conhecerá a pessoa, ou se já tem algum envolvimento com ela. Nós mulheres sempre criamos historinhas na nossa cabeça, chegando algumas vezes a ensaiar as mais diversas situações, sejam elas brigas, reconciliações ou mesmo um momento romântico.)

Enfim, mas o que de fato acontece é que normalmente o tal amigo é gordinho e feio*. Isso quando não é chato. Se for ao menos gente boa, você já saiu no lucro.

Acho engraçado isso, porque ninguém vira e fala: “Ei, vou levar um amigo feio junto!”, por motivos óbvios. No máximo quando indagada, a pessoa responde: “Ah, ele é muuuuuito gente boa! Um menino de ouro!”. Dito isso, pode esperar pelo pior: o cara é o cão na terra! Claro que algumas (poucas) vezes podemos nos surpreender e o tal amigo além de ser legal, ser bonito. Ou mesmo ser feio, mas tão legal que vira o seu príncipe encantado. Mas é melhor não contar com isso.

Foi o que aconteceu num final de semana. Um amigo meu, e aqui vou chamá-lo de Roberval, foi encontrar comigo e mais algumas amigas. Mais tarde, ele liga e fala que vai levar um amigo com ele.

Ok, no problem.

Após transmitir a mensagem para as demais mulheres na mesa, todas ficam empolgadas e começam a imaginar como seria o tal. Loiro, moreno, careca, cabeludo, rei, ladrão, polícia ou capitão?

Após muita discussão e especulação sobre o cara, voltamos para a realidade e nos perguntamos: E se o amigo for gordinho e feio? Num impulso de curiosidade, resolvemos ligar para Roberval e perguntar. A reposta foi: “Ele é galã e magrinho”.

Opa!

Isso aguçou muito mais nossa imaginação e algumas fizeram até planos de conquista, retocaram a maquiagem e ajeitaram o sutiã.

Ao encontrarmos com Roberval e seu amigo, chegamos a duas possíveis conclusões: a) Roberval não sabe o que a palavra galã significa, b) Homens mentem sobre seus amigos. O amigo, e aqui o chamarei de Adolfo, era de fato magrinho, porém orelhudo, careca e narigudo. Galã, não? O_o

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* Quero registrar aqui que não tenho nada contra quem é gordinho ou gordinha, nem acho que beleza exterior seja essencial. Este texto representa apenas situações cômicas do cotidiano, qualquer semelhança é mera coincidência. Favor não levar este texto a sério!

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Postado por Claris Simão às 00:05 20 comentários
 

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