sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A arte de não se apaixonar.

Sinto falta da mulher apaixonada que sempre fui. Das minha pequenas reviravoltas, das noites insones, dos gestos exacerbados com ares de eternidade. E, transcorrido tanto tempo desde tais sentimentos, consigo racionalizar cada atitude mal pensada.

Para se apaixonar é preciso estar distraída, muito distraída. E é preciso se tornar muito disponível. Não apenas disponível no sentido "desocupada", mas também disponível para inventar. Senão não se apaixona. E estou falando de paixão e não de amor.

Por que a distração é tão importante? Porque por uma profecia do universo quando se está esperando que algo aconteça, simplesmente não acontece. Basta sair de casa e a secretária eletrônica ficará abarrotada de recados incríveis. Seu telefone tocará se deixado esquecido no banco de trás do carro. É uma profecia do universo e não há nada a ser feito quanto a isso.

A distração não pode ser artificial. Nada adiantará se você fizer um ar, superficial, blasé. A "coisa toda" tem que ser feita de modo distraído. Você está distraída e mal vê o bueiro à frente. Você mal vê o homem que lhe fará cair de uma vez só num buraco negro posteriormente. Ele se concretizará na sua frente de uma forma inédita, como um assaltante motorizado.

Como diria aquela amiga que adora você "Sem perceber, você se apaixonará outra vez. É questão de tempo (e distração)". Então você se pergunta "Por que diabos vou querer cair numa cilada de novo?". Então, você fica atenta. Muita atenta. Quase psicoticamente atenta para não cair num bueiro, digo, num buraco negro.

Por que é preciso inventar? Porque se você olhar bem ao seu redor saberá que se você pensasse racionalmente evitaria buscar a paixão. Há sempre histórias lamuriosas de traições às véspera do ano novo e por que você não faria o papel principal algum dia? Você está disponível ao inferno quando metida numa paixonite aguda.

É preciso inventar, recortar corações em torno de suas fotografias. Inventar a paixão toda. Torná-lo infinitamente incrível por lentes azuis. As mesmas lentes que ficarão quebradas daqui a um tempo, quando você perceber que construiu alguém que não existia. Então, para se apaixonar, apenas invente alguém fantástico que preencha todos os espaços vazios da sua alma. Invente orgasmos únicos, nunca jamais sentidos. Invente e se apaixone.

E por que é preciso estar desocupada? Porque é preciso conhecer gente, mesmo que distraidamente. Nada de recusar convites no MSN de homens desconhecidos. Nada de recusar ir a festas com solteiros de toda sorte. Nada de ficar fins de semana lendo livros sem grandes méritos. O certo é sorrir para alguns desconhecidos, usar seu melhor batom e vestido na mesma linha. Então, por um acaso forçado do destino, aparecerá alguém para você se apaixonar.

E quando estiver apaixonada, você não saberá ao certo quem é o culpado. Talvez a sua distração, a sua desocupação ou toda a invenção. O culpado estará longe de ser os belos olhos violeta do digi-escolhido.

Apaixonar-se não é para qualquer um, apaixonar-se exige muito de quem se apaixona. Exige-se coragem principalmente. Não são todos que estarão dispostos a olhar de vez em quando para o inferno enquanto escreve dias inesquecíveis com o objeto da paixão. Por isso, a paixão pertence aos fortes e não a pessoas como eu... Centradas demais nos seus sapatos numa festa em que todos riem e acenam. Munidas de um escudo e offline.



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Postado por Sarita às 14:06

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Que seu próximo mês seja incrível!

O entra-e-sai de anos está cada vez mais rápido. São as mesmas e velhas emoções na voz de Roberto Carlos. É Natal e, por isso, a educação humana parece cada vez mais ínfima nos estacionamentos e lojas. Todos precisam correr para ceia, para o amigo oculto e para ver os fógos. E, meu Deus, para onde vamos com essa comemoração tão desumana? Vamos para onde, para 2011? Vamos para o nosso futuro de falta de educação galopante? Vamos para onde? Posso ouvir o rapaz que roubou a minha vaga no estacionamento dizer "Na dúvida, minha senhora, vá para puta que pariu".

Não estão fartos de sentar à mesa com aquele parente chato que foi evitado o ano inteiro? Não cansaram dos lenços acanhados ganhados no amigo secreto? E, meu Deus, não estão enjoados de panetones desenxabidos de supermercados? Ou dos papai-noéis em seus rebolados desengonçados em bancadas de camelôs? Não, não estão. Estão dispostos a rezar a mesma missa, com a mesma fala, nos mesmos moldes. Com a roupa nova que é tão velha quanto tudo mais.

Neste Natal, uma mãe esperou seu filho. Havia uma cadeira para ele ao seu lado. Ele não veio. Não virá. Mas as luzes na Avenida Paulista ou na Esplanada dos Ministérios estavam lá, incólumes, prontas para comemorar. Elas ficarão, todas aquelas centenas de luzes coloridas estarão lá até o Dia de Reis e, novamente, ano que vem. E, depois, novamente. Até sermos atingidos por um meteoro mais afoito.

Que 2011 seja especialmente diferente. Sem essa de fazer pedidos ou escrever promessas. 2011 é próximo mês e caso você não consiga fazer algo decente por você no próximo mês... Tente no meio do ano, talvez em setembro. Mas tente, mesmo que destrambelhadamente. O mundo continua sempre o mesmo, você não precisa participar da epidemia.

Desejo a vocês meses em que possam:

1) Dançar sem temer o ridículo.

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2) Tentar pelo simples fato de tentar.

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3) Agir mais na vida do que reagir a ela.

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4) Distrair-se mais vezes.

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5) E escolher um novo enredo.

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P.S.: Comunico minha volta. E peço a ajuda de todos, leitores e colunistas, para levantarmos o blog durante todos os meses que estão por vir. Iremos retomar as promoções há muito esquecidas.


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Postado por Sarita às 01:00

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Quem, eu?

Imagine a seguinte situação. Vai parecer confuso, mas tente entender:

Você tem 15 anos e conhece a si mesma alguns anos (5, 8, 10) mais velha, sem saber disso, lógico.
Agora responda:
O QUE VOCÊ ACHARIA DO SEU EU MAIS VELHO?

Pergunto isso porque a Anamyself aos 15 anos ouvia Rock, tinha amigos rockeiros, que tinham preconceito a tudo que não fosse rock ou vestisse preto. A Ana aos 15 anos odiava balada, odiava menininhas baladeiras, odiava bebida e bêbados, desprezava a música brasileira de raiz. A Ana aos 15 anos não era aberta a novas amizades. Amava e muito os amigos, mas só eles. Só lhe interessava aqueles 10 ou 15 do seu grupinho.

Ok, eu era muito feliz. Tive uma adolescência difícil pra caralho, com muitos problemas familiares, problemas de auto-aceitação e tal, mas fui feliz. Meus amigos eram amigos de verdade, tanto que até hoje estamos aí. Não como antes, lógico, mas estamos aí.

Voltando à pergunta:
Se a fifteen-years-old-Anamyself encontrasse a twenty four-years-old-Anamyself com certeza a desprezaria ao extremo. Ela personificaria muito do que a teen-Ana abominava...

É, pessoal. As pessoas mudam.

Convido vocês agora à uma reflexão: pense a respeito do que parecia certo para você naquela época e o que parece certo agora.

Beijo-me-twitta.
@anamyseflf

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Postado por Anamyself às 14:00 7 comentários

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Conto com a ajuda de vocês!

Oi, meninas, quanto tempo!
Ando sumida, confesso, esse ano foi mega corrido pra mim.

Venho aqui hoje porque preciso fazer a vida de um cãozinho mais feliz, e, para isso, preciso da ajuda de vocês!

Encontrei o Bóris na rua sábado - 11/12/10 - e ele havia acabado de ser atropelado. Não consegui localizar os donos e prestei socorro imediato. Agora preciso da ajuda de vocês, pois ele fraturou a bacia e a patinha dianteira esquerda e vai ser necessário passar por uma cirurgia.

No momento ele está internado no Hospital Veterinário Universitário daqui de Teresina, pois está com anemia e um sério problema nos rins e só poderá operar depois que resolvermos esses problemas.


Olhem que coisa fofa =)

Vocês podem ajudar:
a. através do site da Vakinha, clicando AQUI!
b. com depósitos na conta
ag. 4404 - 0 c/c 7610 - 4
Banco do Brasil

(Anália Nunes Maia)


Agradeço desde já, de verdade.
Toda e qualquer ajuda é muito bem-vinda (qualquer R$5 já vai fazer muita diferença) =)

@analiamaia

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Postado por Anália às 22:42 5 comentários

sábado, 11 de dezembro de 2010

Coisas que ELES pensam no primeiro encontro

Viajando pela internê fui parar no datingfun.org, um blog estrangeiro sobre relacionamentos. De cara vi um post falando de coisas que ELES pensam no primeiro encontro.

Mandei o link para três amigos, e todos juraram que não pensam a maioria das coisas listadas. Quer saber? também nunca pensei que os homens confabulassem tanto, mas é fato que se eles tem esse poder de se questionar como as mulheres têm, as perguntas que rolam em suas mentes realmente devem ser essas:


1. Como ela é pelada? Sim, logo no primeiro encontro ele vai imaginar como você é pelada, isso se já não fez isso na primeira vez que te viu.

2. Ela vai se oferecer pra dividir a conta? Isso não significa que ele quer ou espere que você de fato pague sua parte, mas ele geralmente espera que você pelo menos se ofereça para tal.

3. Será que ela vai pedir uma salada? Ele não se importa se você pedir apenas uma salada, pode pedir. Ele só não vai gostar se você passar a noite toda olhando pras costelas de porco que ele pediu.

4. Posso pedir mais um drink sem parecer um bêbado? Depois de uma/duas cervejas ou uma taça de vinho, ele deve estar se perguntando se é seguro pedir uma próxima bebida sem que pareça um bêbado.

5. Ela percebeu que eu olhei pra bunda da garçonete? Totalmente ciente de que fez uma verificação completa na traseira da garçonete, ele está se perguntando se você reparou. Pressupondo que você percebeu, ele vai analisar sua expressão pra ver o quanto você se importou com isso - mas sempre torcendo pra que na verdade você não tenha percebido nada.

6. Será que consigo transar com ela hoje? Independente de querer um segundo encontro ou não, se há no mínimo uma atração física por você, ele irá se perguntar se você é do tipo que não se importa de dormir com um cara no primeiro encontro. Claro que a reação de cada homem quanto a isso é diferente, mas eles nunca perdem o senso de oportunidade.


Agora quero a opinião sincera dos meninos que nos lêem. CONFERE?


@bbel

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Postado por B. às 22:33 25 comentários

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Guia prático do sexo oral II - é a vez das meninas nos meninos!

Boa tarde, pessoal

Já leram e espalharam pela internet o texto anterior?

Então agora é hora de aprenderem truques para chupar o moço direitinho.

Divirtam-se ;)

Beijo,

anamyself

GUIA VICE PARA FAZER UM BOQUETE

Depois da resposta impressionante que tivemos graças ao nosso Guia Vice Para Chupar Xoxota, achamos mais do que justo oferecer o mesmo tipo de guia para quem se interessa por rolas (não necessariamente alheias). Depois de entrevistar um monte de piriguetes e UM gay, Linda Gondelle traz para você esse guia completo esmiuçando cada detalhe de uma bela mamada.

Fazer um boquete é uma arte que não aperfeiçoei até meus vinte e poucos anos. Antes disso, eu ficava desnorteada – normalmente bêbada –, e não entendia por que sempre era dispensada. Eu tinha vontade, concentração e atitude, mas também uma sobremordida exagerada e cervejas demais na geladeira. Eu estava no colegial. O que eu sabia? Até que encontrei Yves, o protótipo de namorado mais velho. Nascido e criado em Montreal, ele estava acostumado com as chupadas supremas das canadenses, mas sua garota americana estava prestes a superá-las. De lá pra cá, já “dominei” e “mandei muito” em alguns dos melhores paus dessas bandas. Minha experiência, somada à pesquisa épica da Vice, agora está disponível pra você. Vamos lá!

1) Não gaste todas as suas fichas
Antes de qualquer coisa você tem que saber quanto pode gastar. Qualquer noite de sexo usa mais ou menos vinte fichas, o que significa que se você passar quinze minutos chupando o cara, vão sobrar só cinco de sexo. O ideal é economizar boquetes para as manhãs, fins de tarde e ‘semaninhas’ – afinal, você ainda quer transar.

2) O Maligno Dr. Dente
Seus dentes não existem. Pode ser também que eles estejam em um copo d’água ao lado da cama. Um boquete exige os mesmos cuidados de quando alguém vai enfiar um picolé na boca cheia de dentes sensíveis. O que se tem que fazer é formar uma conchinha oral e usar a língua e o céu da boca pra criar um vácuo que o mantenha longe dos seus dentes. Tenha isso em mente durante todo o boquete. É fácil dar umas bobeadas, especialmente estando bêbada. Uma dica é cobrir os dentes com os lábios, como se fossem aqueles protetores de boxeadores.

3) A Atitude Certa
O segredo está no foco. Você deve se manter completamente absorta durante todo o serviço. Lembra de como você se concentra quando toma um sorvete, pra não derrubar nada na blusa? Por que você acha que eles fazem óleos sexuais sabor morango, baunilha e chocolate? Porque eles provocam um transe de concentração como se você estivesse sob efeito de provigil.

3) Acredite
Não estamos falando do “só a cabecinha” ou “lamber-até-ficar-duro”. Isso é “fazer amor” do jeito mais branco que existe. Se você não quer se comprometer e ser 100% devota ao pau dele, nem comece. Você tem que adorá-lo e se ajoelhar diante dele como se fosse o Indiana Jones encontrando o Templo Perdido (se você se sente vulnerável fazendo isso, provavelmente é porque o cara é um puta babaca, o que significa que você está chupando o cara errado). Lembre-se de que há um paradoxo psicossexual aqui. Você está chupando ele e o pau dele está sendo chupado. Você é tanto uma escrava quanto o senhor de engenho da situação, tipo uma atriz pornô que atua e dirige seus próprios filmes.

4) Rumando para o Sul
Antes de deixar a boca dele e ir pra baixo, prepare a aterrissagem com as mãos. Fique de piranhagem até o negócio estar duro como uma tora. Demonstre que vai rolar uma sacanagem oral da pesada, mas não comece até que ele esteja explodindo.

Esfregue por cima das calças como se fosse um filhote pronto pra nascer. Desafivele o cinto como se fosse o seu. Tente não se atrapalhar muito com a fivela – tudo bem pedir ajuda. Não seja despedida antes mesmo de começar o trabalho. Comunicação é crucial, porque homens geralmente tem problemas em recusar chupadas, por pior que você pareça ser no rolê. Certificar-se de que ele está gostando sem parecer insegura é a parte mais difícil de chupar um pau.

Dica amiga: Não estrague tudo com o zíper. Se você machucá-lo nessa hora, acabou. Puxe o zíper pra cima e pra fora, longe do pau – e não direto pra baixo. Use as duas mãos se precisar, como se ele fosse gigante ou não estivesse usando cueca.

Macete: Se ele estiver tomando as rédeas (insistindo em colocar as mãos na sua cabeça), saiba ler os sinais e faça umas perguntas. “Tá muito rápido”, “forte”, “fraco”, “devagar”? Você não quer um relatório completo ou uma longa discussão. Um ou dois sussurros são suficientes – “sim” ou “aaaahmmm” já são o bastante.

5) Nascimento
Escorregue a mão pra dentro da cueca. A criaturinha está um pouco assustada e tem que confiar na sua mão para querer sair. Passeie por ali durante uns cinco segundos (não muito mais, ou você vai parecer um espectro e deixá-lo constrangido).

Dica amiga: Se ele começar a empurrar sua cabeça pra baixo, não se livre das mãos dele de uma vez. Segure gentilmente seu pulso e faça-o voltar ao seu lugar. Segure-o lá por alguns segundos, querendo dizer, “Relaxa que aqui quem manda sou eu”. Aliás, onde é que você arranjou esse cara?

6) Rolando as bolas
Alguém ficou sem muita atenção até agora. Essa é a hora em que sua cara e mãos precisam se preparar pra trabalhar juntas. Envolva e acaricie as bolas com a mão que você não usa para escrever. Pode abusar delas, mas só com a sua língua bem molhada. Primeiro meta sua cara entre a virilha e as coxas, encontre as bolas, engula uma delas e deixe-a sair. Não tenha medo de molhar tudo.

Você vai precisar da sua mão boa para envolver o pacote, que estará todo babado. Lembre-se que você não tem dentes. É um mantra que você deve entoar pra si mesma: Dentes não, sou banguela, só gengiva, lábios e língua. Nada de dentes.

Na base do pau, a boca finalmente encontra sua mãos e você levanta o pacote com a língua com mais saliva quente. A mão desce pelo saco com o indicador e o dedão agindo como uma extensão da boca. Contemple a situação, porque estão todos juntos. Aqui a cena se congela: boca inchada, lábios em forma de cu pelo meio do pau, língua pressionando o garoto num balanço oral, mão boa segurando e mão tosca acariciando firme as bolas, mas gentilmente. Não convide os dentes pra festinha.

Agora que você deu o mata-leão, não deixe sua boca nem suas mãos largarem o pau. Você não está engasgando e está quase atingindo um ritimo. Você está molhando tudo numa brincadeira babada para atingir o balanço perfeito entre deslizamento e tração. Nada de beijinhos aqui – você é só boca, língua e mãos. O conjunto todo está virando um motor bem lubrificado pronto pra engatar.

Dica amiga: Em algum momento, faça contato visual quando sua boca chegar à cabeça do pau. Lembre-se de que ele está filmando tudo com o cérebro, e a cena pode virar um hit das punhetas dele por anos. Você também pode bater uma punhetinha. A variedade torna tudo mais interessante, além de ser um bom break pros dois.

7) Ritmo e Movimento
Ele começará a se mexer instintivamente. Não perca o ritmo, mexa-se junto com ele. Mantenha uma certa distância, assim você estará ondulante como uma melodia sobre as batidas rítmicas dele. É importante ter cuidado pra não levar uma porrada na cabeça – controle a frequência.

Sua mão deve formar um tubo em volta da boca, com indicador e o polegar colados aos lábios. Mantenha tudo lubrificado e não fique parada. Os outros dedos podem se abrir, dobrar e mexer enquanto sua boca e língua circundam a parte de cima, subindo e descendo. A maior sensibilidade está na cabeça, então não perca muito tempo na base. Seu ritmo deve ser um pouco mais lento que “Pop Goes the Weasel” tocando acelerada. Nunca perca o tempo ou a concentração de sua boca na ponta do pau.

Neste momento você segura bem o pau com as duas mãos em uma festa de dedos e cuspe. Suba e desça, abrindo e fechando os dedos se quiser. A boca fica na cabeça, mais pra cima ou mais pra baixo – depois fora, até engolir tudo. As mãos precisam ajudar, a boca não pode fazer tudo sozinha.

O objetivo não é provocar um orgasmo. Não tenha essa expectativa. É este o ponto do boquete que te familiariza com o ritmo do cara e faz da sua mão a xoxota mais talentosa do mundo, depois da sua própria.

Dica amiga: Em algum momento, enquanto sua boca estiver na cabeça do pau dele, faça um contato visual. Te faz lembrar do que você está fazendo e para quem. É um momento intenso e você quebra o transe se estiver no meio de um. Os caras percebem se você está chupando pra acabar com a coisa logo, e isso deixa eles chateados. Um pouco.

8 ) Contagem regressiva
Algo acontece entre o boquete e o ponto que não tem mais volta. As bolas endurecem e começam a desaparecer. Fofo. Você percebe isso porque está com a mão tonta em posição. Ele se contorce e os gemidos podem ficar um pouco mais ardentes. Agora tudo fica mais difícil e mais fácil ao mesmo tempo. A mão boa leva mais pinto pra boca, trabalhando em um tempo um pouco mais caótico, mas ainda controlado. Os gemidos devem ser intensos neste momento. Entre a mão e a boca forma-se um vácuo e você continua indo pra cima e pra baixo enquanto contrai um pouco as bochecas. Há uma diferença importante entre chupar como um aspirador e simplesmente vedar a boca em um vácuo. O vácuo é melhor.

Ele está tão duro agora que pode ser difícil enfiar tudo na boca, mas tente relaxar os músculos da garganta. Emita um “aaah” profundo. Mova sua boca e mãos pra cima e pra baixo com mais ardor e objetividade. Varie os movimentos, mas não perca a pressão. Use a mão boa para controlar a punheta e mantenha a boca selada em volta do pau molhado.

9) A Linha de Chegada
É isso aí. Aumente a velocidade da mão e da boca. Faça-o sentir como se você estivesse sugando o orgasmo pra fora dele. Rapazes, podem avisar na hora de gozar, mas não sejam um rockstar. Diga gentil e calmamente, como se você fosse chorar sem saber por que (quem é o cãozinho sem dono agora?). Suas mãos estão seladas e você está chupando mais rápido, mas com movimentos delicados. Comece a fazer movimentos de quem vai engolir, pressione a língua na base do pau e relaxe um pouco os lábios. Gema, atecipando o melhor orgasmo que você já criou.

Dica amiga: Se está tão bom que você começa a perder o controle sobre ele num final que nunca chega, pare e deixe-o bater um pouco enquanto você lambe as bolas. É um tiro certeiro pra pôr as coisas no lugar.

10) Descarregando
Cuspir significa que você curtiu. Engolir significa que amou. E gargarejar com porra faz você parecer uma vadia louca que provavelmente tem DSTs. A maioria dos caras não liga pra onde a coisa vai, mas há jeitos de manter a coisa sexy e divertida. Talvez ele queira gozar na sua cara. É só porra e você confia nele, além do que, a coisa tem que ir pra algum lugar e é boa pra sua pele. Para onde quer que vá, limpe rápido. Ninguém consegue relaxar e dormir com o negócio colando.

Dica amiga: Aperte o períneo enquanto ele goza.

11) Engolindo
Engolir é importante. Mostra amor e aceitação que serão recompensados quando ele for te chupar, te comer de manhã e na ‘semaninha’. O jeito mais fácil é estar ereta e ajoelhada entre as pernas dele, porque a gravidade evita que se engasgue, e se o jato for bem para o fundo da sua boca, desce como uma ostra. Juro.

Dica amiga: Você não vai pegar AIDS por ter engolido. É mais seguro se você não escovar os dentes pouco antes ou pouco depois, mas de boa. A gente tá falando que tá beleza.

12) As consequências
Depois de gozar, o cara provavelmente estará exausto e em outro mundo – é impossível resgatá-lo. Mantenha um calor manual sobre o pau por um tempinho, como um cobertor de para-médicos. Fique ali enquanto ele murmura pra si mesmo enquanto você dorme. Vai ser sua canção de ninar.


BÔNUS

Goró
Chupar é uma merda se ele estiver bêbado. Ninguém quer cantar num karaokê de rola por 45 minutos, então esqueça. Monte e cavalgue como uma amazona. Ah é, quanto a você, não beba mais do que três cervejas. Acaba com a concentração.

Gemidos
Gemidos e sussurros criam leves vibrações que tanto fazem com que o menininho vibre quanto mantém você na curtição. Isso fará de você uma super-heroína — metade mulher, metade máquina. Ahhhh hhhhuuummmm aaaaaa!

Bulinando
Terreno pantanoso, deslize sua mão para baixo e em direção ao ânus dele. Se ele não relutar, você talvez vá querer buliná-lo com um dedo molhado. Caras agem como se não gostassem de nada entrando pelos fundos, mas a maioria deles é um bando de putinhas sacanas que precisam de uma bela investida. Tenha certeza de que o timing é certo. Assim que suas bolas se esconderem, as costas dele arquearem e ele estiver prestes a gozar, deslize pra dentro e mexa carinhosamente. Esteja preparada pra um jorro de porra na sua cara.

Raspadinha Perigosa
Essa é delicada. Quebre o ritmo botando, de repente, tudo dentro da boca — gentilmente. Vá tirando ao mesmo tempo em que você vai arranhando, de leve, todo o comprimento do menino com seus dentes. Essa técnica deve ser reservada para ser usada em caras do tipo que usam calça de couro e não gritam pela mamãe.

Prepúcio
Caras circuncidados são mais fáceis de chupar, mas também menos sensíveis. Os não-circuncidados são melhores porque você pode tentar todo o tipo de truques com o prepúcio. Puxe tudo de um jeito que cubra toda a cabecinha e coloque na sua boca, como uma salsicha mesmo. Mas o segredo está na punheta. Se você pegar muito em cima, na hora em que der a primeira punhetada é capaz que arrebente. Pegar muito em baixo faz com que sua punhetada pra cima seja redundante. Peça pra que ele mostre exatamente onde pegar. Uma pegada firme a um meio centímetro da cabecinha geralmente dá certo. Use sua mão boa, pra evitar problemas.

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Fonte: http://viceland.virgula.uol.com.br/br/blog/?p=4385


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Postado por Anamyself às 15:08 9 comentários

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Guia prático do sexo oral

Gente, quero compartilhar com vocês todos e todas um texto controverso que li esses dias. Controverso porque algumas pessoas acharam "a perfeição do século", outras pessoas disseram ser simplesmente óbvio e "nada demais", outras pessoas não conseguiram ler tamanho o baixo nível da linguagem.

Particularmente, me deu vontade de imprimir e sair com ele na bolsa, dando pros caras que eu acho interessantes por aí. Porque vou te contar. A quantidade de homem que não sabe o que fazer direito... Não cabe em estatísticas. Bom, até cabe. Pela minha experiência, foi a maioria.

O texto foi retirado do blog Ana e o Bar.
Só para deixar claro: por mais que eu seja uma Ana e que eu adore bares, o blog não me pertence.

Bora lá. E follow me ;)
@anamyself

Guia prático do sexo oral

Muita coincidência. Ontem no twitter, eu tava falando de sexo oral e hoje, no site de Vice, saiu, ou repostaram, a melhor matéria que li a respeito.

GUIA VICE PARA CHUPAR XOXOTA

O segredo pra chupar bem é ler os sinais. Você pode ser o melhor técnico em sexo do mundo, mas se não souber decifrar os sinais pelo caminho vai acabar perdido numa terra improdutiva de lábios vaginais até cair de exaustão, morto, com lágrimas de frustração escorrendo pelo rosto.

Pense na chupada como uma maneira de dizer, “Apesar de estar querendo te arregaçar por dentro, meus sentimentos por você são nobres”. Ao invés do “AAAAAI” que ela normalmente solta, como se tivesse vendo seu bebê ser atropelado por um caminhão, o cunilíngua gera um murmúrio mais “AIAIAIAIAI”. Mais ou menos igual à reação que ela teria ao receber uma massagem com frutas exóticas de um sheik árabe gostoso. Uma boa chupada equivale a mil anos de sábados consecutivos e parece uma daquelas propagandas felizes de telefonia celular.

1) Curta
Não faça nada se não estiver a fim. Diferente de um boquete, uma chupada de xoxota nunca pode ser feita como um favor. Fazê-la sem vontade não trará bons frutos. Chupe como um porco chafurdando e várias mancadas serão perdoadas.

2) Não deixe a fonte secar
Uma xoxota seca é uma xoxota triste. Se seus dedos encontraram um ambiente seco, volte aos beijinhos e abraços por mais um tempo. Certifique-se de meter os dedos por entre os lábios. Às vezes o molhadinho fica preso entre eles, e uma simples intervenção é o suficiente para fazer o mel pingar.

Quando tiver certeza que está tudo bem molhado, dê umas batidinhas safadas ali com o dedo. Nada pode ser pior que ter pressa, então, antes de cair de boca, certifique-se de que ela está a ponto de implorar por isso.

Dica amiga: Seja como o Prince e ofereça seu dedo lambuzado para vocês compartilharem como um milk-shake com dois canudos.

Importante: Não vá queimar seu záp antes da hora enfiando o dedo inteiro. Isso pode acabar com qualquer expectativa da penetração. Lembre-se que 78% do prazer feminino está no tesão de esperar. Meter o dedo antes da hora pode acabar com o fogo.

3) Missão submarina
Assim que ela estiver espumando, é hora de descer. Mantenha os dedos longe dali e não toque em nada por enquanto. Se esfregue um pouco e mande uma chupada no pescoço como se estivesse se despedindo antes de ir viajar.

Apesar da tentação de puxar as cobertas por cima da cabeça enquanto você vai descendo, esta é uma péssima ideia. Fica quente pra caralho lá dentro e você não quer começar a sufocar dez segundos antes dela gozar porque quebraria o clima.

Comece dando beijinhos nos peitos e na barriga enquanto desce devagar. Só não vá se perder nas tetas – isso é algo que você já deveria ter feito antes de tirar as calças dela. Agora é se concentrar na barriga e nas coxas. Umas mordidinhas são bem vindas, mas o mais eficiente é começar pela altura dos joelhos e subir em direção à xoxota em um movimento lento, mas tenaz, como um tubarão. Lamba tudo, até chegar ao limite. Ignore o foco e repita o movimento na outra perna. Isso vai deixá-la louca de tesão e economizar um bom tempo de atividade oral.

Quando estiver pronto para a missão, pratique um pouco naquela dobra estranha ao lado dos lábios. Só não passe muito tempo ali, ou ela pode pensar que você acha que aquilo é a xoxota de fato.

Ela já deve estar morrendo para que você faça o que tem de fazer. Se estiver no caminho certo, ela vai estar gemendo e tentando forçar sua cabeça para o meio das pernas. Prolongue este momento até que ela esteja com olheiras e cara de quem não respira há 3 dias.

Dica amiga: Passeie com a boca pela região por uns cinco segundos antes de meter a língua. Se demorar muito mais que isso, ela pode pensar que você está enrolando por causa do cheiro – e é claro que todo mundo sabe que a filha da mãe cheira como uma panela de camarão fervido.

Importante: Nunca, de forma alguma, morda a xoxota. Se você não entende isso, desista e volte para a punheta.

4) Dividindo o Mar Vermelho
Prepare o campo de batalha. Pentelhos são para uma chupada o que cáries são para a higiene dental. Você não conseguirá identificar todas as partes se elas parecerem a capa do That What is Not, do PIL. Uma dica quente é fazê-la separar os lábios com os dedos, assim a buceta se abre para você como um grande banquete.

5) A entrada triunfal
Dê a primeira lambida bem devagar. É bom gemer também – mostra que você está curtindo e manda vibrações audiofônicas direto pra dentro. Comece logo acima do cu e continue até chegar ao montinho de pêlos. Faça uma série de seis dessas “Lambidas de São Bernardo” (bem devagar, uns quatro segundos por lambida) antes de partir para a ação. Este é um bom momento para descobrir que tipo de clitóris ela tem. Se for um muito sensível, ela provavelmente vai ter um chilique, indicando uma caminhada fácil. Se não houver reação quando você passa por ele, provavelmente ela é dona de um daqueles clitóris de ervilha e você vai ter trabalho até sentir uma tendinite na língua.

6) Chacoalhe o barco
Chupar xoxota é algo tão delicado que pode te fazer sentir meio viado. Se você está cansado de bancar a bailarina, vá direto ao ponto. Descubra quanta ação o clitóris dela aguenta sem deixá-la desconfortável e mostre quem é o comandante. Afinal, o Sr. Esquivo é exatamente o que faz da arte de chupar xoxotas algo tão difícil. Ele é cercado de lábios e, mesmo depois que você o encontra, qualquer pressão pode desviá-lo do centro e, de repente, você estará dando ao canal urinário a melhor vista da sua vida. Imagine o clitóris como sendo um tumor dentro de uma pilha de lóbulos de orelha. Quando você separa tudo, ele é o aquele mais durinho. Uma vez que sua língua achar o dito cujo, chame por reforços. Use seus lábios para abrir caminho entre os dela e foque toda a sua atenção em isolá-lo. Uma vez localizado, castigue-o por ter tentado se esconder. Seja traquina e bata-lhe na cabecinha. Mais depois.

Dica amiguíssima: A melhor maneira de estimular o clitóris é correr sua língua inteira por ele depois de isolá-lo dos lábios. O ‘capitão’ deve sentir a textura inteira da língua toda empurrando seu corpo e seu barco.

7) Identificando o tipo de clitóris
Depois das lambidinhas com calma, é hora de começar a festa. São dois os tipos de clitóris: os que curtem uma pegada forte e os que não. Este último é tão ruim quanto um pau de dois centímetros, então você deveria vazar o quanto antes.

Dica amiga: Clitóris vêm nas mais variadas formas, tamanhos e sensibilidades, o que não quer dizer muita coisa. Todos eles querem ser tratados com carinho no começo, e a única coisa que vai te dizer se você vai poder acelerar são os sinais. Isso é impossível de ser ensinado, mas faça seu melhor. Tudo o que podemos dizer é que uma convulsão significa “pegue leve” e gemidos querem dizer “manda bala”.

8a) Clitóris que precisam de um bom trato
Esses são os mais legais, porque você pode ser criativo. Finja que sua língua é o policial mau e o clitóris é o assassino do seu parceiro. Separe-o dos seus amigos (os lábios) e chupe-o pra dentro. Agora ele é seu. Mantenha-o ereto criando uma câmara de vácuo na sua boca. Espanque o safadinho na cabeça com uma linguada. Ele não vai confessar nada porque é um clitóris e não faz ideia do que você está falando, mas dê-lhe uma coça de qualquer maneira. Depois de algumas prévias e turbilhões circulares, espanque-o como um boxeador treinando numa pêra. Se ele começar a se assustar como se fosse demais, alivie no interrogatório e volte para as lambidas de São Bernardo. O vácuo é um grande jeito de levá-la ao orgasmo, mas às vezes pode passar do ponto, então reveze entre movimentos circulares e penetração linguistica.

Quando estiver chegando perto de desvendar o caso, volte à câmara de vácuo e linche o suspeito. Cima-e-baixos são geralmente os croques mais eficazes, mas sua língua vai ficar menos cansada se você alternar com uns direita-esquerda. Quando sentir os tremeliques, é isso. Fique nessa, repetindo. NÃO tente ser criativo. Você está na cara do gol e não é hora de mudar o esquema tático.

Dica amiga: Para manter o ritmo, tente mentalizar um mantra que siga o movimento da sua língua, do tipo indiano mesmo (hi-yi-yi-ya, hi-yi-yi-ya, hi-yi-yi-ya). Qualquer ação incompatível pode acabar com tudo, quebrando o clima ou pelo menos retrocedendo em alguns minutos, o que é ruim para o moral.

Importante: Continue por bons segundos depois do orgasmo. Lembre-se de que nada acabou até que mãos cheguem de cima e tirem você de lá. Se ela for do tipo orgasmos-múltiplos você vai ter que seguir em frente até que tenha completado todo o procedimento umas quatro ou cinco vezes. Se não souber o que fazer, apenas continue mandando bala até que as mãos mágicas apareçam e façam-no parar.

8b) Clitóris que não
Alguns clitóris não querem ser separados e agredidos. Esses são os mais chatos e precisam ser tratados com carinho. Nesse caso, banque o São Bernardo até ela gozar. Simples assim. Se começar a ficar de saco cheio, tente dar uma escapada por algum outro caminho. Uma boa maneira de variar é pronunciar diferentes letras do alfabeto com a ponta da língua. Estamos falando de uma boa meia hora, o que pode ser problemático. Se você aguentar tudo isso e ela não gozar, você vai acabar de mau humor, então se for muito trabalhoso, siga em frente. Pelo lado positivo, ficar lá por trinta minutos é uma coisa que poucas pessoas têm paciência para fazer, então espere por uma bela recompensa quando aquela ‘semaninha’ chegar.

9) A conclusão
Assim que acabar (serviço completo), ela vai querer você fora de lá na hora porque aquela região é muito sensível. Ao invés de sair, ponha a língua pra fora e lamba tudo como um tapete empapado e espesso. Certifique-se de não mexer nada para não machucá-la, apenas deixe sua língua descansar por lá como uma arraia por volta de trinta segundos. Depois levante e limpe sua cara como um pirata. Isso vai te dar um bom minuto pra botar a camisinha e sequestrá-la dos aposentos do príncipe Mohamed Mohamed Saddat para a cabine do seu F-15.

EXTRA

1) Eliminado
Se duas mãos de repente caírem do céu e começarem a puxá-lo, você acaba de ser eliminado. De qualquer jeito ela vai falar que nunca goza com oral, mas a verdade é que você chupa mal pra caralho. Apenas dê a ela uma boa trepada e entenda tudo como um aprendizado. Mais tarde você vai poder perguntar onde errou pra poder fazer direito na próxima vez. Se você for muito ruim, vale pedir por uma narração em tempo real. Um pouco do bom e velho “devagar-você-tá-indo-muito-rápido-isso-aí-continua-isso-aí-mesmo-perfeito” pode transformar qualquer cabaço do linguado em especialista.

2) O tira gosto
Nada mantém você tão no controle do jogo – e faz ela gozar tão forte – quanto uma lambidinha no meio da transa. Desatracar pode deixá-la meio confusa, mas é uma ótima jogada para todos vocês, ejaculadores precoces, pra dar uma desacelerada e lembrar o clitóris dela que ele é importante. Se, passados alguns segundos, ela não se mostrar muito feliz com a ideia, saia pela direita dizendo que não conseguiu resistir. Aí desista e volte à lapada.

Dica: A não ser que você curta o gosto do seu pau coberto de látex, mantenha o tira gosto na região acima do clitóris e fique longe do buraco.

3) Os fundos
Dedos: Se o caso é o de uma megera suculenta, ela talvez vá querer alguma coisa no rabo. O polegar é a melhor opção, mas lembre-se que esta é uma atitude atrevida e que deve ser guardada para o final. Se por acaso você estiver tentando o fio-terra na melhor das intenções, tente fazê-lo durante o orgasmo. Se isso não estragar tudo, você vai ter uma reação pavloviana aos seus dedos pelo resto da relação.

Buraco: Não vamos tratar da lambida na escotilha nessa matéria porque se você já está nessa quer dizer que você já está num nível muito mais avançado e deveria ser um doutor em bucetas há anos.

Bunda: Massagear as bandas é sempre bom. Existem cerca de cinco milhões de terminações nervosas na região, então apertá-las de jeito ou mandar ver nos tapinhas – enquanto lambe a xana – sempre vai gerar resultados instantâneos.

4) Dupla ação
Apesar de alguns idiotas dizerem que não, usar os dedos simultaneamente é um belo jeito de levá-la a loucura. Pense nisso como o crack do cunilíngua.

5) Exaustão
A exaustão é a causa número um de uma chupada abandonada, mas existem vários jeitos para se evitar isso. Como dissemos, usar a língua como um objeto inanimado é uma bela maneira para descansar. Ponha-a ao máximo pra fora e tencione. Agora morda-a e mexa-a pela xoxota usando apenas seus músculos do pescoço. Outra saída é simplesmente usar seus dedos sobre o clitóris enquanto descansa a boca.

Read the rest at Vice Magazine: GUIA VICE PARA CHUPAR XOXOTA – Vice BR



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Postado por Anamyself às 08:00 15 comentários

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Putanhar

É comum a mulherada em algum momento da vida "putanhar." A expressão pode soar forte para as mais fracas (ou hipócritas, mesmo). Se você nunca fez, seu dia há de chegar.

São muitos os tipos de "putanhagem". Tem aquele mais comum, que é quem sai para a balada e beija vários caras na mesma noite. O famoso "rodar a banca". Tem também quem não pega ninguém, mas provoca a torcida do Corinthians com caras, bocas e roupas. E aquela que acha um novo amor da sua vida a cada quinzena? E a que tem um rolo em cada bairro da cidade?

Dois pontos (mas não só) justificam a "putanhagem":

1- O mais clássico dos motivos. Término de namoro/casamento/rolo complicado. Nesse caso, a menina opta por não se fechar no seu mundinho e, em vez de se trancar em seu quarto escuro e ouvir Alanis Morissete, se joga nos braços do mundo. Literalmente.

2- Auto-estima de merda. Tá se sentindo gorda, tá se sentindo um lixo, tudo está dando errado. Pegar geral pode não dar o resultado esperado, mas ajuda.

Escrevo isso para dizer: estou oficialmente putanhando, pela primeira vez na minha vida. 24 anos nas costas, minha gente.
Essas coisas a gente não planeja. Mas nunca imaginei que eu pudesse "abrir as asas".

Começou num sábado há uns 3 meses, numa balada absurda. Nunca vi tamanho desespero por metro quadrado, a galera era MUITO sem noção (e nem era das mais feias!). Mas nem a senhora sua avó zeraria um rolê daqueles.

Peguei um pra dar o "start". Aí peguei o cara que eu queria, com quem fiquei um tempinho. Mas aí cansamos um do outro e eu fui atrás do que mais tinha de bom no lugar. Daí peguei outro. E outro. E outro. Aí participei de algo como um sanduíche. Enfim. Primeira vez na vida. Nunca tinha beijado mais de dois na mesma noite.

Até outro dia eu fazia contas. Sabia exatamente quantos, quem e como. Agora as coisas começam a se complicar: não lembro a cara de metade da galera, e muito menos o nome.

E assim foi: em todas as saídas seguintes àquele sábado fatídico, sempre peguei. Nas estatísticas entre meus amigos (homens e mulheres), só eu seguia com 100% de aproveitamento.

Importante lembrar duas coisas: essa é a PRIMEIRA vez na minha vida que algo semelhante acontece. Entre os 15 e os 17 anos, época em que muitas de vocês beijavam muuuuito, eu estava numa seca eterna. Fiquei 3 anos sem beijar ninguém, nessa época. Mas eu tinha os melhores amigos do mundo e a melhor época da minha vida, mesmo assim. Coisa estranha isso.

A contabilidade na minha vida é toda deturpada. Comecei a beber só com uns 17 anos. Entre meu primeiro e meu segundo cara (sexualmente falando), houve um intervalo de... güenta aí, deixa eu fazer as contas. N-O-V-E anos. Nove anos, minha gente.

Então agora I'm a whore, pego geral, não zero nem em chá de bebê (juro. Peguei dois num CHÁ DE BEBÊ, mas isso é história para outro post) e perdi as contas.

Mas poxa.

Eu mereço.

Me deixa. Não, não me deixa não. Me segue no twitter.

Observação: Não que isso supra a falta constante de um amor na minha vida. Mas diverte um pouco.

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E vocês, gente? Já putanharam? Concordam com a "prática"? Contem os causos pra gente!

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Beijo,

Anamyself

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Postado por Anamyself às 08:00 27 comentários

domingo, 28 de novembro de 2010

Coisas que surgem do Nada – Parte 1: Antipatia


Você está sossegada no seu canto e de repente ela chega sem avisar e senta do seu lado. Aí você começa a sentir uma leve irritação, um incômodo, uma falta de paciência, tudo isso subindo pelo estômago. Senhoras e senhores, abram alas que ai vem ela, a Antipatia!

Tá ai uma coisa que não tem explicação, às vezes ela surge sem motivo, apenas alegamos que “o santo não bateu”, e outras vezes ela surge por causa de uma atitude, uma fala, um gesto... É impossível prever como e quando ela vai chegar, mas não se engane, uma hora ela chega. Pode ser passageira, pode ser que venha para ficar.

Eu sou mestre em ter isso, e algumas vezes nem é com uma pessoa, às vezes é um programa de televisão, um objeto, uma matéria da faculdade, um livro. Crepúsculo por exemplo, eu não li/vi e nem vou ler/ver porque tenho antipatia (fãs xingando em 5...4...3...). Outro exemplo é o Orkut. Juro que é só fazer o login que já começo a ficar incomodada com aquele negócio que antes tomava boa parte do meu dia. Hoje, só entro para olhar scraps e às vezes responder. O processo todo não deve demorar mais do que 5 minutos.

Acho que todo mundo já passou pela situação de ser apresentada (o) a alguém e simplesmente não ir com a cara da pessoa. De do nada surgir uma antipatia que nem você sabe dizer de onde vem. Seu santo apenas não bateu com o dela.

Confesso que nos últimos dias, tenho tomado antipatia das coisas com muita facilidade. E por este mesmo motivo, ando muito chata e reclamona, eu sei, e peço desculpas aos meus amigos e seguidores no twitter que têm firmemente me agüentado. Mas na boa? Sou só eu mesmo ou o mundo resolveu expelir sua podridão? Porque tá tenso de verdade. Vou para balada, tem mala que gruda. Vou pra faculdade e de repente todo mundo parece estar no jardim de infância, vou pro cinema e o diretor de quem sou fã faz uma porcaria de filme, fico em casa e a programação da TV é ridícula e o twitter/facebook está sem graça.




Follow Me: @claris_simao ;)

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Postado por Claris Simão às 08:00 13 comentários

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

VAI SE DEPILAR HOJE?

Bom, como o tempo e uma amigdalite chata corroeram essa semana, não me restaram brechas para escrever um post digno do retorno do blog. Resolvi repassar a vocês, com todos os créditos indicados, reconhecidos e dignos, uma crônica do ilustre Fabrício Carpinejar, um escritor incrível que tem uma visão do universo feminino e relacionamentos que vale a pena conhecer! Espero que curtam!  Arte de Allen Jones


Não se pode ser bagaceiro sem antes ter intimidade. Não dá para sair falando como se estivesse no quarto; primeiro deve-se atravessar a sala, o corredor, a cozinha.

Safadeza é merecimento. Os atravessadores não merecem o céu da boca. Os apressados não terão a recompensa divina. Os ansiosos desperdiçarão sua chance de Éden. Sou favorável à lentidão, por isso nunca frequentei praia de nudismo. Tampouco sou adepto de swing ou de qualquer prática que banalize a sensualidade.

Vamos direto à ação não funciona comigo. Conversa que é a ação, desprezá-la indica apatia e conformismo.

Aparecer pelado de repente é broxante. Não queimo etapas: desvestir as palavras para depois se despir, encontrar o sim dentro do não, achar o amor definitivo dentro de um talvez.

Partilhar a memória só é possível para quem reparte a imaginação. Reprimido não é o que não confessa seu passado, é o que não consegue expor suas fantasias.

Entendo a decepção da esposa quando ela volta do banheiro e seu marido já a espera pronto na cama. Direto. Apartado de preliminar e provocações. É pior ainda quando ele nem está excitado.

Tão mais prazeroso quando um tira a roupa do outro e se roça e se enreda de sinais. Não dependemos de música-ambiente, desde que sejamos envolvidos pela respiração de nossa companhia. Respirar perto e acelerado prepara o gemido.

Gosto quando a mulher está sem calcinha, mas que não surja nua de assalto. Como materialização do túnel do tempo. Que seja um pouco difícil para me sentir importante. Quero deixá-la à vontade para criar vontade.

A sugestão feminina é uma dádiva. Aquela que diz de cara que está molhada e úmida veio de um filme pornô. Nem sequer leu o roteiro.

Assanhamento pressupõe a malícia de declarar a intenção não entregando o sentido de bandeja. Admiro as mulheres que insinuam, sempre criativas, não facilitando os lençóis. Testam a inteligência do seu parceiro.
Por exemplo, sei que minha namorada está a fim quando avisa, despretensiosamente (isso é importante!), que foi no salão. Quando indisposta, lamentará que não teve tempo.

“Eu vou me depilar hoje” é a senha. Desnecessário o convite literal. Cresço de alegria. A verdadeira terapeuta sexual é a depiladora, é a que resolve as brigas e as discussões. Eu amo todas as depiladoras do mundo pela alegria noturna que oferecem aos homens. São as madrinhas morais de nossa imoralidade.

Sexo pede respeito. Sem respeito, como iremos perdê-lo no decorrer do enlace?





Publicado no jornal Zero Hora
Segundo Caderno, coluna quinzenal, p. 3, 22/11/2010
Porto Alegre (RS), Edição N° 16527

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Postado por Thaís Prado às 11:56 5 comentários

domingo, 21 de novembro de 2010

Por que ele não me ligou?


Quem costuma freqüêntar lugares pra dançar e conhecer gente nova certamente já passou por isso: aquele gacto que pediu seu telefone pra nunca te ligar. Vamos tentar explicar porque isso acontece em 10 passos.

1) Ele é um colecionador de telefones. Acreditem, muitos homens gostam de colecionar telefones. Eles criam grupos na agenda do celular categorizando pelo nome da balada em que te conheceu, ou até mesmo pelos seus atributos físicos. Então, prepare-se psicologicamente pra imaginar que ele pode armazenar seu telefone assim:

"Ane - Vila Country - Loira peitura"
"Ane - Pacha - Morena, cabelo liso, bumbum fantástico"
"Amanda - Amiga feia da Ane peituda"

Alguns também podem acrescentar a informação: Peguei/ Quero pegar /Não pegar.

2) Ele perdeu seu telefone, ele pode ter anotado no verso do ticket do estacionamento (se no dia seguinte um manobrista te ligar, já sabe).

3) Ele é um bunda mole e simplesmente não vai te ligar porque acha que você não vai dar bola, mesmo você tendo passado o telefone. Isso existe, acredite.

4) Ele estava bêbado e esqueceu de preencher a "classificação" mencionada no item 1, portanto, não lembra se vale à pena te ligar.

5) Ele tem outro rolo e vai “guardar você” pra depois, como se fosse um alimento não perecível com glutén.

6) Se a pegada estiver forte, ele vai pedir seu telefone quando pensar em abrir o zíper, fato. Homens acreditam que após pedir o telefone, a mulher vai se sentir mais segura pra transar. Então, é só prestar atenção, se o cara interromper o amasso pra pedir seu telefone, é porque ele está tentando maximizar as chances de transar com você alí mesmo.
Não vamos generalizar, pode ser que ele te ligue depois disso? pode, mas isso é assunto pra outro post.

7) Você já transou com ele, ele pediu seu telefone DEPOIS disso, mas nunca ligou: parabéns, a transa foi boa. Mas isso não significa que ele te achou especial de alguma forma ou que ele vá querer repetir. Mas se ele pode te colocar na estante, porquê não? Além do mais, homens gostam de colecionar telefones de mulher, vide item 1.

8) Ele sequer anotou seu telefone na agenda, e de propósito. Ele não coleciona telefones, coleciona fodas.

9) Ele estava bêbado e no dia seguinte algum amigo dele resolveu dizer “E aquela baranga que você pegou ontem?”. Ele preferiu acreditar no amigo e te descriminar sumariamente.

10) Depois de eliminar os itens anteriores, você também pode considerar que ele simplesmente mudou de idéia (sim, homens também mudam de idéia) ao acordar no dia seguinte e pensar com a cabeça de cima (sim, às vezes eles fazem isso!).

Fazendo uma síntese de 98% dos casos, geralmente o motivo é um só: Ele não está suficientemente afim de você.


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Eu no twitter: @bbel
Corporativismo feminino no twitter: @corporativetes



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Postado por B. às 20:09 15 comentários

O que aconteceu com o blog?

Pra ler ouvindo essa música.

Sei que essa é a pergunta que muitas de vocês que costumavam nos ler devem estar se fazendo, e desde já quero pedir desculpas pela nossa falta de educação básica em não comunicar o afastamento (Exceto Sarita, que fez o último post).

Não foi nada planejado, mas já estava difícil levar o blog nos moldes iniciais, onde tínhamos um post todo dia (ou quase todos), com a saída da Sarita (nossa querida Zingara), o desanimo se tornou mais evidente e decidimos dar um tempo por aqui. Pensamos em interromper as atividades definitivamente, o Corporativismo Feminino parecia ser uma fase que simplesmente passou em nossas vidas (ó gosh, outra vez essa história de fases, é). Entre as meninas que "fundaram" o blog, só restavam eu (Bel), Anália e Sarita, e nos perguntávamos se valia à pena continuar, já que a vida das três estava igualmente atribulada e complicada, por motivos diferentes, mas enfim. Decidimos dar um tempo por aqui.

Nesse interir, decidimos voltar, decidimos não voltar - voltar-não voltar-voltar-não voltar - e assim ficamos.

Mas no fim das contas, chegamos a conclusão que por mais que esteja difícil postar, é difícil largar um “filho”, por isso estou aqui pra dizer que sim, voltamos!

Não é o propósito manter a freqüência de postagens frenética que tínhamos anteriormente. A notícia de que o blog volta está sendo lançada aqui no furor do momento, e não sei quantas de nós terá interesse em continuar postando, mas aos poucos vamos colocando a casa em ordem e espero voltar com novidades em breve (ainda essa semana!).

Eu voltei!
Agora prá ficar
Porque aqui!
Aqui é o meu lugar
Eu voltei!
Pr'as coisas que eu deixei
Eu voltei!...


NÓS VOLTAMOS! ;)

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Postado por B. às 16:38 20 comentários

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Despedida

Comunico a todos os amigos, companheiras de blog e leitores a minha saída desse meio de comunicação. Embora eu diga que não acredito em fases, o tempo que passei nesse blog foi uma. Aqui arranjei briga com namorado, com leitor e até com meu filho (porque coloquei uma foto dele que ele não gostava). Aqui fiz grandes amizades que vão perdurar, mesmo que eu me afaste do blog. Aqui dividi sinceridades e futilidades. Sempre adorei escrever na quinta para fazer o trocadilho de post "de quinta" (categoria).

Essa é uma nova fase onde o pseudônimo Zingara não me cabe. Sei que precisam de uma explicação concreta e não de melindres, pois bem: Havia um homem, o pai do meu filho, que tinha muitos planos. E também havia um drogado ávido por mais crack. O drogado não se importou com os planos daquele homem, nem o mal que faria a uma criança de 10 anos, o importante para ele era o vício. E, assim, sem explicação, sem justiça ou qualquer sentimento nobre, o drogado levou a vida do homem e deixou para trás os objetos que poderia furtar para comprar o crack. Não me perguntem por que coisas assim acontecem. Elas acontecem e, como todos esperam, temos que ser fortes para aceitar.

Sei que as coisas passam, que conformidade é meu futuro, sei também que minha força é o que tenho de melhor. Deixo aqui um Obrigada a todos que me leram por todo esse tempo. Nos vemos outro dia. Nada é definitivo, afinal.



Sarita

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Postado por Sarita às 09:29 30 comentários

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A Garota-Romance


Esse final de semana, um amigo me falou sobre a existência da Garota-Romance na vida de um homem. Explico (segundo ele próprio): Todo homem solteiro precisa de vários tipos de mulheres para se relacionar. Haverá aquela que será a Garota-Vagaba, que ele encontrará basicamente só para sexo, a Garota-Amiga Colorida, que ele gosta de conversar, mas vez por outra dá uns pegas, a Garota-Namorada, que ele depositará todo o ideal de namorada e fará planos com ela. Em suma, traçará o caminho para que ela se torne de fato a namorada dele. E há a Garota-Romance, que ele nunca irá namorar, nem só comer, nem ser amigo. Basicamente, a garota romance será aquela quem ele quer ir devagar e com calma SEMPRE, mas não pretende transformar a relação em namoro sério. Será sempre um mero romance.

Dito isso, descobri ser a Garota-Romance de alguém e confesso que, de início, achei até bonitinho. Pensem comigo: de certa forma, o cara põe a tal garota num pedestal, como se ele mesmo duvidasse que pudesse, em algum momento, converter a relação dos dois em algo sólido e sério.

Owwwwnnnn *-*

Depois, pensei melhor e percebi que eu não gostei nenhum pouco de saber disso. Garota-Romance? PRO CARALHO COM A GAROTA-ROMANCE!

Eu não quero ser um caso, um affair. Quero um futuro, uma segurança e sim, quero proteção. Caso por caso, prefiro muito mais ser a Garota-Vagaba à Garota-Romance. Pelo menos sendo a Vagaba, eu sei que nada de concreto sairá de lá. Não preciso perder meu tempo, nem projetar futuro, muito menos gastar minha paixão e meu amor numa coisa que eu sei que nunca será de fato uma relação.

Agora, ficar nessa lenga-lenga, nesse chove-e-não-molha é uma #putafaltadesacanagem. Porque, vamô combiná: é muito investimento pra pouco caso. Você se envolve com a pessoa, fica esperando a todo momento o cara tomar uma atitude e definir a situação de vocês e o cara tá lá, provavelmente com a Garota-Vagaba.

É aquela coisa: ou caga, ou sai da moita, colega!

COMO IDENTIFICAR SE VOCÊ É OU NÃO UMA GAROTA-ROMANCE:

1) Ao se encontrarem, ele:
a) Te beija de cara
b) Conversa, faz gracinha, conta caso e depois te beija
c) Diz como você está bonita, fala do dia que teve, pergunta do seu dia, reclama dos pais, da faculdade, do trabalho e etc, e entre todos os assuntos, ele sempre te beija e/ou faz algum carinho.
d) Enrola o máximo que pode para só depois, tipo no final de tudo, te dar um selinho, pegar na sua mão e/ou fazer algum carinho.

Se você marcou D, você com certeza é a garota-romance dele. #Cheers!

Para finalizar, deixo aqui um trecho de uma “música” que aprendi quando fui visitar uma amiga em Lavras-MG. Acho que sintetiza bem a situação:

“Traição é traição
Romance é romance

Amor é amor

E um lance é um lance”

(Um Pente É Um Pente - Os Hawaianos)

Pura poesia, não?


PS: Ao Tales que me apresentou a teoria da Garota-Romance, obrigada por me fazer abrir os olhos e o meu ódio pelo mesmo motivo.
PS II: Ao FDP de quem sou a Garota-Romance _|_
PS III: Desculpe por essa porcaria de letra de música que eu postei e pelo vocabulário, algumas vezes, chulo que usei no decorrer do texto.

Follow me ;) @claris_simao
E-mail: claris@corporativismofeminino.com

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Postado por Claris Simão às 01:38 22 comentários

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Reciclando garrafas pet!

Eis que recebi por e-mail de uma pessoa que, juro, não conheço, mas achei super útil e resolvi compartilhar.

Idéia super pra reciclar - pelo menos um pedaço - uma garrafas pet, usando-a para fechar saquinhos!

Fotos auto-explicativas:







Obrigada pela dica, Cristina M, seja lá quem você for.

Tem dicas que gostaria de compartilhar com a gente? envia pra mim!

bel@corporativismofeminino.com

OBS: desculpem a minha ausência no blog, minha inspiração foi sequestrada e o bandido ainda não pediu resgate, se alguém teve notícias dela, favor me escrever!
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Postado por B. às 08:21 4 comentários

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Se a bee falou é porque é bapho!

Aqui vai um post colorido (finalmente!) para as bees de plantão! Percebi um fenômeno ultimamente, as gírias gays estão se alastrando! Tirando alguns “heterozinhos” (fica aqui a explicação de que, “heterozinhos” não são todos os héteros, são os hétero-xiitas), que se recusam a pronunciar qualquer coisa que venha de um “mundo gay”, tem muita gente por aí adorando!


Boa grande parte dos meus amigos são gays, homens e mulheres. Eu sou hétero e me dou maravilhosamente bem com todos, frequento muitas baladinhas GLS, principalmente as mais alternativas ou seja, tudoquantoétipodegente.

Tirarei outra hora pra falar mais sobre o assunto que acho muito importante e que assim como assuntos relacionados a outras minorias, deveria ser tratado com muito mais naturalidade. O povo parece que fica esperando pra julgar tudo como preconceito. TODOS temos alguns preconceitos, querendo ou não, estão em nós. O que eu posso me orgulhar em dizer? Que reluto constantemente se percebo em mim em algum momento algum tipo de preconceito, um esforço válido e permanente para essa reeducação.

Anyway,

Vamos para a parte divertida!

Vou passar algumas (básicas) gírias bapho para vocês e contextualizá-las pra ninguém sair por aí cometendo gafe.

Bapho

Sim! Bapho É com “ph”, porquê usar “ph” é phyno. Bapho entra em dois contextos contextos:

Pode ser “O” acontecimento, “A” fofoca.

- Nossa, tenho um bapho pra te contar!

E pode ser também, um adjetivo! Um “boy bapho” ou por exemplo, uma balada "bapho". Em outras palavras, um sapato mara ou um bofe escândalo!

Bofe, Boy, Amapô...

(bofe escândalo - boy magia)

Bofe e Boy são os hombres, amapoas, amapô ou mapô, as mujeres.
As derivações para as amapôs seriam: Amapoa de Canudo (travesti), Amapoa de Bajé (mulher menstuada) e por aí vai...

Ah, existem também vários tipos de homens: O boy magia, o bofe escândalo, boy uó, bicha-bofe (não efeminado), bicha-boy (bicha-bofe novinha), bofonecapinta (aquele que quando abre a boca super dá pinta!)...


Aquendar e desaquendar

Aquendar pode ser olhar, paquerar, fazer sexo, mas principalmente, rolar um interesse forte. Já desaquendar é sair fora, esquecer...

- Desaquenda desse boy uó*, guei!

*: Uma coisa tosca, o cão chupando manga, o demo, o ódoborogodó... Para quem é mais "visual", uó é isso aqui:



Na hora da montação


As bichas modelão, usam sapato bapho, que também podem ser um loosho (luxo)! Um sapato phyno, rhyco, divino, tudo, odara!
Já algumas bichas são fashion desnecéssaire e usam sapatos uó, mondrongos, demônios...

O importante é estar sempre montada no glitter, batendo cabelo e fazendo carão! Ah, e não sair dando a elza (fazendo a Winona) na roupa das amigas... Brinks!


Gentéan, esse post poderia virar um livro se eu fosse falar de todas as gírias, mas essas todas que citei aqui, com certeza, estão entre as mais usadas! Sintam-se super à vonts para comentar!

E um “ps” importante, sabe aquela não naturalidade com que nossos pais tentam usar gírias jovens? Então, cuidado com o contexto e com a entonação pra não fazer o moderninho fail, ok? Alok!

Ah! Outra “pessoa” que pode ajudar muito também a conhecer melhor o contexto dessas gírias é a Katylene, um fake personagem de uma travesti que gonga famosos e perdidos em seu Blog divertidíssimo. Www.Katylene.com.br

Beijos!

Post também publicado no blog: Omerengue

Sigam!! @omerengue


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Postado por Thaís Prado às 22:14 3 comentários

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A Minha Falta de Habilidade em ser Dona de Casa


Quem me conhece já sabe, quem me segue, soube: não nasci para ser dona de casa. Esses dias no twitter, eu postei que minha mãe havia pedido para eu limpar a geladeira e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que eu não tinha a mínida idéia de como se fazia isso. Uma vergonha, eu sei, mas who cares?

Eu não sou dona de casa e ponto. Sou uma mulher moderna, é isso. MO-DER-NA. Não sei cozinhar, lavar, passar e muito menos cuidar de criança. E apesar de que neste texto eu digo eu quero ser esposa e mãe a moda antiga, a probabilidade disto se concretizar me obriga a encarar os fatos. Sou péssima candidata a Amélia, perfeita como Betty Boop.

Pra vocês terem uma idéia, meu cardápio se resume apenas a strogonoff, arroz, macarrão, cachorro-quente, brigadeiro, cookies, bolos e sanduiches. Quer dizer, além de péssima dona de casa, se eu depender disto viro obesa. Passar então, nem se fala! Acho que demoro meia hora para passar uma blusa. E não complica, porque se tiver que mudar a temperatura do ferro para cada tipo de tecido, já era.

Meus dotes são limitadíssimos e muito pouco reconhecidos. Por exemplo, quem dá valor a alguém que desentorta quadros como ninguém? Ou que consegue pensar no que fazer para o almoço? Vejam bem, eu disse PENSAR. Isso significa pedir para alguém fazer (obrigada mamãe/papai/irmão) ou ligar para o delivery. Ou ainda: quem lembra da pessoa que repõe o papel higiênico, quem, quem? Todo mundo xinga quando percebe que acabou, senão, ninguém dá falta.

Umas semanas para trás eu estava trabalhando e ouvi das minhas chefes a seguinte frase:

“A Fulana que é uma mulher de verdade. Sabe todas essas coisas de casa, não é como nós que não sabemos nem fritar um ovo”

*Nota mental: adicionar ovo frito no cardápio.*

Então é isso? Se eu não sei fazer todas essas coisas eu sou menos mulher? Ou sou fútil? Ou mimada? Pera lá, não é bem assim. Posso ser descuidada e talvez até um pouco mal acostumada, mas isso não significa que eu seja um aborto da sociedade feminina. Ou significa?



Será grave, doutor?


É claro que mulheres modernas como eu também sabem se viram muito bem. Sendo assim, só restam duas saídas para nós: a) casar com um homem rico para contratar várias empregadas ou b) aprender na marra. Qual vocês acham mais provável?



Follow Me: @claris_simao
claris@corporativismofeminino.com

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Postado por Claris Simão às 09:00 17 comentários

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Campanha CF pela real beleza

Ui to de saco cheio do EGO ficar mostrando cada celulite da Lady Gaga e de outras famosas. Não acho que elas sejam menos talentosas por terem estrias, celulite e tudo mais. Aliás eu acho mais que certo a gente ter o DIREITO de saber que nenhuma delas é perfeita, estou muito cansada de ver capas de revistas com mulheres brilhosas e photoshopadas, devia ser proibida essa porra. Estou com mais celulites do que deveria (vida sedentária+ comendo todo tipo de porcaria = falsa magra) e me sentindo um lixo de ver mulheres todas maravilhosas nas capas das coisas. CHEGA, ESSAS MULHERES DE QUEM EU SOU FÃ SÃO ASSIM Ó:
Porque nos cobramos perfeição se elas também não são perfeitas? PORQUE?

Lady Gaga tem celulite, e daí? E DAÍ?

Mischa Barton também tem,
quer dizer que só porque ela é famosa
ela não pode se dar ao luxo de tomar
coca e comer batatinha frita?

Olha a estria no peito aí geeeeeente.


E na Salma também... e tá meio caído, NORMAL.


Mariah Carey casou e embarangou.
Quantas no mundo não fazem o mesmo,
PORQUE RAIOS ELA NÃO PODE?
A voz dela vai mudar por isso?

Uma das mulheres mais sexys DO MUNDO OK
tem a bundona coberta de celulite.
OBRIGADA BRASÉÉÉL. Obrigada Ju Paes!
E não, ela não é menos sexy por causa disso.

Sabe o que é mais chato? Que nós pouco perfeitas anônimas cobramos que elas, por serem famosas por lidarem com o público, posarem nuas e etc, cobramos que elas sejam perfeitas. Aposto que vai ter muita guria neste post que vai pensar: nossa que nojo a bunda da Mischa. Eu falo isso porque já fui assim e não olhava pro meu próprio bumbum tão celulítico quanto. Quer saber? VALEU MISCHA por me fazer sentir melhor. Por saber que mesmo você tendo dinheiro pra limpar a bunda e eu não, de costas estamos parecidas (minha bunda tá mais pra da Lady Gaga, admito). Entendi que, permitindo que elas não sejam perfeitas, nós vamos passar a nos cobrar menos e não fazer mais cara de repulsa quando vermos uma gordinha na praia usando biquíni.

Estou mega revoltada com a volta do verão e das revistas de boa forma perca 50 kilos com a ração humana.

FODA-SE TO GORDA E VOU CONTINUAR GORDA.

PASSAR BEM.

Heleninha

twitter: Jules_at_play

blog pessoal: denovodezoito.blogspot.com

e-mail:heleninha@corporativismofeminino.com


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Postado por Heleninha às 23:33 18 comentários

Melhor não desejar


Se quero que um desejo meu seja atendido prontamente, melhor não pedi-lo. O mais sensato é fingir desdém, esnobá-lo. Mas, jamais, eu disse JAMAIS, apertar os olhos antes de dormir e dizer "Deus, por favor, faça com que Zezinho volte para mim". Deus sempre dá um jeito de anotar o meu pedido num de seus post-its e deixá-lo para ler num dia de tédio. E o dia de tédio sempre demora a vir, então quando eu não mais preciso daquele desejo... Deus o atende! Ele o atende com um sorriso sarcástico na cara e diz entre-dentes: "Não disse que queria: TOMA!". Então eu tomo, mas é no fiofó.

Explico, aos 17 anos eu ensaiava num dos poucos teatros da minha cidade. Lá conheci um cara da minha idade e com o biotipo muito semelhante ao meu. E não demorou muito para que fizéssemos sempre os casais. Estávamos juntos, fazíamos o relaxamento juntos, protagonizávamos beijos e, de repente, num sábado à noite depois de uma apresentação estávamos nos beijando fora do palco. O que pode ser normal, natural, se ele não tivesse trejeitos femininos. Mas eu sempre pensava com meus botões: Ok, Zin, ele só é sensível demais por ser ator. Solamente. O namorinho seguia meio esquisito, ele me evitava na hora de "ir para cama". No dia que o levei em casa (eu morava com uns 6 estudantes) todos riram quando durante o jantar ele protagonizou uns trejeitos nada másculos e gritou "Me sujei toda todo!". Virei chacota. Estava namorando Uma Mulher. Mesmo com toda essa pressão, eu me envolvi. E, olha, eu sou tipo que 90% do relacionamento é sexo e, sabe, "isso" não era nosso ponto forte. A verdade é que eu ficava meio que na cola dele, forçando a barra. E ele não queria. Mesmo. Eu sofri. Fiquei no pé. Ligava pra ele perguntando "Qualé", nunca fui tão macho em toda minha vida. Eu já nem sabia se namorávamos e foi quando apareceu a "terceira pessoa" para acabar com aquele fricote. A terceira pessoa ia todo dia me ver, levava seus cds para me emprestar, era atencioso e MÁSCULO! Acabei obviamente deixando a namorada o namorado pra lá. Foi quando um sábado à noite eu estava terminando de apertar o cinto na minha calça que era 4 números a mais que o meu quando o atual diz: Tem um sujeito com uma voz muito estranha no telefone. Fui lá e era ela ele, que disse algo como: Preciso de você. Descobri que te amo. Amo muito. Fiz uma cara estranha que ia do pânico à graça. E disse, não foi num tom de vitória ou vingança: Agora não dá mais. O meu atual pegou o telefone da mão e disse algumas coisas bem cruéis para o sujeito que me ligou várias outras vezes, jurando amor e sexo eternos. Não deu.

Continuando: Desde os 11 anos o meu ídolo era o Renato Russo e eu tinha um desejo ignóbil de morar em Brasília. Eu pensava muito em Brasília, sobre os shows alternativos, sobre a modernidade etc. Fantasiava uma coisa surreal. No ano do vestibular fiz 2 provas. Para minha cidade e pra Brasília. Não pretendia nem tentar pra minha cidade, mas depois de muita insistência e pensando em transferir caso não passasse em Brasília: Fiz. Acabei ficando na minha cidade, mas com a promessa de ir a Brasília logo depois. E fui. Moro aqui e o que mais quero na vida é voltar a morar na minha cidade. Acho Brasília atrasada, totalmente burguesa e não-musical. Mas eu não queria? Deus me deu.

Claro que há uma infinidade de episódios que posso relatar aqui, onde eu pedi algo que foi atendido na época inapropriada. Acho que o correto é pedir para ser feliz. E não dar nomes aos bois. Nada de dizer "Quero um emprego tal na empresa tal", corro o risco de assumir o cargo quando a empresa estiver falida! E nada de dizer "Quero ser a namorada de fulano de tal" porque obviamente na época que ele me quiser eu terei um asco incontrolável por ele.

Melhor não desejar. O melhor é dizer a Deus "Sabe, eu adoro quando as coisas dão erradas" e dar piscadelas frenéticas olhando para o céu.

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Postado por Sarita às 00:07 19 comentários
 

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