terça-feira, 7 de julho de 2009

Dinâmicas de grupo? Work it, girl!

Odeio falar de dinheiro e emprego, mas não dá para viver sem falar dessas coisas. Aliás, não dá para viver sem elas e ponto. E, como papai do céu não me deu a alegria de ser herdeira de uma grande fortuna ou sub-celebridade que mendiga vale brindes no Fashion Mall, dinheiro só entra na minha conta se eu arregaçar as mangas e trabalhar. Maria la del bario, chora comigo, porque a vida é assim mesmo.

Como eu ainda sofro para ter meu diploma universitário, mesmo que minha profissão tenha jogado essa necessidade ralo abaixo (se me chamar de jornalista mimizenta ganha um peteleco), invisto em estágios de meio período que paguem uma Melissa por mês e a cerveja nossa de cada dia, nada demais. Minhas ambições são pequenas. Mas, como está difícil estagiar hoje em dia, viu? As dificuldades que eu encontro são compartilhadas por pessoas de diferentes áreas, em vários estados. E, não fossem as vagas tão escassas, ainda temos que enfrentar um problema maior e mais humilhante: AS DINÂMICAS DE GRUPO.

Eu não quero falar besteira, não quero ofender ninguém, longe de mim fazer isso, mas DESISTO de tentar encontrar significado real naquelas brincadeirinhas de criança em fase pré escolar que o pessoal de RH insiste em fazer. Eu não compreendo que tipo de psicologia secreta existe naqueles teatrinhos estranhos, mas, se eu quisesse brincar de representar, eu estaria me candidatando à vaga na CAL (Casa de Artes de Laranjeiras - porta de entrada da Malhação aqui no Rio) e não em qualquer outra empresa. Chega! Não quero mais entrar em uma sala repleta de desconhecidos e dizer que meu maior defeito é ser perfeccionista, porque, posso falar? Perfeccionismo é o caráleo, defeito verdadeiro ninguém admite. Queria (muito) ver alguém com colhões chegar em uma entrevista e dizer que seu pior defeito é uma flatulência silenciosa seríssima. Ou falar palavrão como se fosse vírgula, sofrer de preguiça patológica, cultivar uma lentidão crônica, ser portadora de topoucomelixandite. Du-vi-do.

Devo dizer que eu realmente acredito no princípio de "vender seu peixe", mas, calma, tem limite. Já encontrei gente muito desagradável na vida, mas, posso garantir, as piores são as que acreditam, no fundo de seus corações, serem as últimas bolachas do pacote. Em minha dinâmica mais recente encontrei uma loirinha afetada que a-do-ra-va interromper todo mundo para abrilhantar aquele delicioso encontro com suas pequenas gotas de sabedoria. A simpática mocinha do RH pediu aquela baboseira de apresentação e, um a um, fomos para o centro da sala explicar cerca de 25 anos de vida em 90 segundos. Loirinha afetada cuspiu conhecimento como se estivesse no SuperPop, ao lado de Luciana Gimenez, contando suas experiências de vida e espremendo emoção no cantinho dos olhos. Na minha vez de abrir os portões da insanidade e contar quem é Patsy, ela não modificou a tática. Já na minha segunda frase, aconteceu a famigerada interrupção na programação para deliciosos momentos de sabedoria, que foram prontamente abafados quando eu COMECEI A GRITAR MINHAS EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS pela sala. É, gritar.
"AOS DEZESSETE ANOS EU ENTREI NA FACULDADE DE MODA E, DESDE ENTÃO, ESSE ASSUNTO FAZ PARTE DA MINHA VIDA..." - aos berros.

Alguns riram de mim, outros fizeram cara de profissional ofendido e uma pequena parte me olhou com orgulho. Foi para aquela pequena parcela ali presente que eu gritei a plenos pulmões. Me senti Axl Rose finalizando um show com Welcome to the Jungle. Adrenalina.

É necessário ressaltar que a diva afetada não se abalou e se fez de amiguinha até a última etapa do processo seletivo. Ainda acontecerão algumas etapas e eu estou classificada (ha!), então SEE YOU IN HELL, BITCH.

Mas, isso não é tudo. Além deste agradável momento acima citado, já gravado em minha memória profissional como odiaemquesurtei.avi, acumulo uma série de bizarrices no meu currículo. Situações vexatórias em entrevistas de emprego em 5, 4, 3, 2, 1...
  • dançar valsa com um parceiro imaginário ao som de uma música imaginária

  • participar de uma dança das cadeiras ao som de É o Tchan

  • escrever 3 palavras desagradáveis em um papel e escolher uma pessoa no grupo que as representasse (??)

  • desenhar meu orkut em uma folha A4 e comentar algumas comunidades

  • teatrinho encenando: comerciais, novelinhas, entrevistas, TUDO

  • teatrinho de, PASMEM, fantoches!
E muito mais.

Agora, alguém me ajude, por favor. O que essas pessoas de Recursos Humanos estão procurando? Qual o propósito dessas entrevistas? Existe um propósito mesmo ou eles só querem se divertir às minhas custas? Sempre vai parecer que eu estou em um episódio de O Aprendiz? Eu conseguirei um emprego decente através destas seleções? Eu pararei de fazer perguntas freneticamente?

Respostas aqui: patsy@corporativismofeminino.com

http://twitter.com/patsyzombilly =]

Besos, besos.

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Postado por Patsy às 01:15

25 comentários:

Zingara disse...

Há, seus questionamentos são os MEUS também. Não há muito tempo que fiz um processo seletivo. Na prova escrita não errei um quesito, na análise de currículo fui elogiada...

Quando passamos para a seleção EM GRUPO... eu fui mal, deduzo assim, porque não fui chamada. Até hoje paira um mistério. Não sei exatamente o que deveria dizer. Mas ficamos todos descrevendo nossa vida em míseros minutos... E eu não sabia se omitia o fato de ter engravidado na adolescência OU se seria, exclusivamente, profissional. Aí tentei parecer profissional e nem mencionei que tinha filho - Do contrário dos candidatos que fizeram questão de arrancar EMOÇÕES do RH com isso.

Ao final de tudo, disseram para mim "Você pode arranjar um emprego melhor, por que quer esse?". Respondi o óbvio: "Quero estar no mercado, é isso o que importa!".

Mas, pensando bem, eu não queria o tal emprego... O salário era pouco, não era na minha área e, pior, eu ia ficar sem ver meu filho nos fins de semana...

Drama Queen on 7 de julho de 2009 09:17 disse...

HAHAHAHAHAHA

nunca passei por essas seleções bizarras... mas algo me diz que isso me espera já já...

Deja disse...

Me preparo para uma espécie de olimpíadas para conseguir uma vaga em uma multinacional de TI. Felizmente, ou infelizmente, eu nunca passei por isso... já que até hoje eu só arrumei empregos através de indicações (networking!).


Ah, acho que o pessoal do RH faz isso para se divertirem às custas dos candidatos, no final do dia eles tomam uma cerveja e ficando rindo de todos... Eu faria isso (6).

Patsunami on 7 de julho de 2009 10:55 disse...

Eu já passei por cada uma e sempre me pergunto o que tipo de pessoas eles querem contratar depois de tudo... Em uma das entrevistas, eu perguntei qual era o perfil do candidato q eles procuravam e sabe o q aconteceu? O cara surtou e me mandou sair da sala e não voltar mais.

Patsy on 7 de julho de 2009 11:03 disse...

"Ah, acho que o pessoal do RH faz isso para se divertirem às custas dos candidatos, no final do dia eles tomam uma cerveja e ficando rindo de todos... Eu faria isso (6)."
hahahahahah
Deja, você não presta!

A Madrasta Má on 7 de julho de 2009 11:28 disse...

•escrever 3 palavras desagradáveis em um papel e escolher uma pessoa no grupo que as representasse (??) Céus... essa foi osso... que tipo de profissional é esse? queal fundamento? Bjinhos da Madrasta!

Deja disse...

Heheh Patsy, acho que o pessoal do RH também não!





"ficando rindo", dislexia...

teresa fur on 7 de julho de 2009 13:15 disse...

nossa, eu já passei por muitas e péssimas tmb... aqui vão algumas delas:

- responder a um relatorio de afirmações onde tinha-se q numerar o q tinha a ver com vc e o que não... onde tinham questoes do tipo: Vc gosta de ficar sexualmente excitado no trabalho? / Vc gosta de praticar atividades sexuais com colegas de trabalho? / vc gosta de bater nas pessoas / entre outras bizarrices

- dançar uma valsa c o entrevistador (aaaaaaaaahm???)

- fazer um anúncio me vendendo (sou publciitária) se levo tempo fazendo anuncio p vender coisas q nem acredito, como acham q em 10min vou fazer algo decente?

- sair a campo p fazer um teste de câmera, o cara puxar um back e dizer que todas assistentes dele, ele comeu AAAAAAAAAAAAAAHM???

- cantar uma música que não gostava, uma que gostava e outra que achava q tinha a ver comigo AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHM?

e muuuuuuuuuuuitas outras...
amigaaaaaaaaaaaaum vc não está sozinha rssrsrsrs
DEPRIMENTE

bjoks

Liana on 7 de julho de 2009 13:32 disse...

eu acho q o pessoal do RH não sabe tb o q tá procurando...rs...

não entendo MESMO essas dinãmicas de grupo. Eu tive q jogar 'escravos de jó' uma vez numa roda com todos os candidatos à vaga... pra q?!?...

Mandsy on 7 de julho de 2009 15:44 disse...

Adorei o blog, já estou seguindo, assim que tiver tempo vou ler tudo aqui :) beijos

Ana Clara disse...

O sistema é tão, maais tão secreto,que ngm entende .ou são uns bobões msm ;D

Heleninha on 7 de julho de 2009 16:41 disse...

Posso dizer que apenas uma dinâmica babaca dessas foi compreensível pra mim, o resto, incluindo a última da qual participei esses dias e não fui selecionada permanece um mistério. A única compreensível foi qdo entrei na Hering, e uma das muitas VA que tivemos que passar foi completar uma história. Pra trabalhar em loja tem que ser falante e criativo, e realmente quem falou muito - e não falou merda - na tal dinâmica é que foi selecionado.
A última da qual participei não entendi NADA, não deu pra entender que critério usaram, e na minha opinião na minha dinâmica não houve uma alma viva que tivesse se destacado, todos foram normais e alguns completamente retardados, acredito que da minha não chamaram ninguém para a próxima fase.
ODEIO dinâmicas com todas as minhas forças, sempre me saí mt bem em entrevistas individuais, onde posso mostrar de verdade minhas qualificações e meu trabalho. Numa dinâica muita gente boa, por ser um pouco tímida ou não ter um espírito 100% de liderança fica de fora, acho injusto pra caralho.

FêJax on 7 de julho de 2009 16:48 disse...

Eu odeio Rhs.

É pra se divertirem as nossas custas, for sure!

Pq no final das contas, sempre tem alguém ali no meio que:
1)Foi indicado por alguém ou;
2)Eles, simplesmente, foram com a cara desde o início por motivos subjetivos e inconscientes.

E são somente esses dois tipos que eles escolhem. Não consigo mesmo acreditar em perfil, qualificações e currículo (até pq quase sempre todo mundo numa dinâmica têm tudo isso parecido, se não nem seriam chamados).

suelen on 7 de julho de 2009 18:12 disse...

acho q eles fazem isso para deixar o trabalho deles mais diverdido... vão queimar no inferno kkk

Bel on 7 de julho de 2009 18:35 disse...

Eu sinceramente não fazia idéia que essa coisa de seleção é tão ridicula assim, já passei por diversos processos seletivos e o mais perto disso que vivenciei foi "minha vida em 90 segundos"....

No meu emprego atual fui recrutada pelo chefe da área, só depois que já estava "contratada" que fui fazer a parafernalha de RH, apenas pra cumprir formalidade. Em outros casos fiz entrevista com RH, redação, teste psicológico e técnico...nada dessas brincadeiras que vocês citam não. Eu heim!...

Eduardo Araújo on 7 de julho de 2009 18:54 disse...

Eu gosto das dinâmicas! Até porque sempre me classifico nelas. O lance deles não é saber seus defeitos, é saber seu comportamento diante dessas perguntas....eles estão cagando pra respostas, querem saber COMO você responde. Sacou?

=)

E essas viagens aí, de teatrinho e bla bla bla, é pra ver como você lida em situações diferentes, adversas, pressão, etc....

Não entendo nada de psicologia, mas eu entendo dessa forma, e sempre vou bem!

=D

hahaha

Bjo!!!

Edu disse...

Sempre me perguntei isso! O que eles pensam que estão fazendo? Eles levam aquilo tudo a sério? Porque eu não!
Queria conhecer alguém que trabalha com RH e que me contasse "os bastidores do mundo das dinâmicas de grupo".
Me lembro de uma vez que teve uma palhaçada assim: Duas dondocas lá na frente (entrevistadoras) e um monte de mané sentado que receperam bexigas. Quando elas apitava uma vez era pra trocar de lugar, quando elas apitavam duas era pra trocar de bixiga... Fiquei imovel, não fiz nada que pediram, e pasmo sem entender o porque de fazer um curso técnico, tirar uma certificação, e ainda uma série de contratempo pra chegar do outro lado da cidade pra uma sessão de parque da xuxa??? ok.. maldade minha, parque da xuxa é legal.
Juro que se elas me questionassem eu perguntaria. ô fia? você estudou aonde?
Lógico, não passei na dinamica.

Paulo César Nascimento on 7 de julho de 2009 22:48 disse...

Patsy, não obstante esse pessoal das dinâmicas ser a ala mais surreal da minha profissão, existe algum sentido em fazer isso em situações esdrúxulas (mas eu não posso explicar, sorry). Tá certo que esse povo abusa, mas se você se sentir sem chances, pode retrucar: "se você estivesse em um navio e tivesse um cachorrinho chamado Nabunda..."
No mínimo seria divertido. ;-)

Agrilla Bass on 7 de julho de 2009 23:55 disse...

nunca participei de uma e cada vez quero menos. sucesso pra ti na próxima etapa heim...

Taynara on 8 de julho de 2009 01:42 disse...

MORRI! hahahahahahah
Sou estudante de Medicina, jurava que nunca ia ter que passar por essas tristezas, mas passei por causa de um estágio, achei até engraçado...
Até um poema sobre mim mesma eu fiz, j-zuiz.

Bjs,

Cíntia disse...

Cara, eu nunca passei por isso, porque trabalho na empresa onde estagiei e entrei lá por indicação. Aliás, a nossa vida lá era muito melhor quando esse era o principal meio de recrutação. As pessoas só indicavam quem elas sabiam que tinha o perfil da empresa e uma boa formação/currículo, pois se você indicasse alguém ruim, o RH nem chamava pra entrevista ou você recebia um feedback depois da entrevista onde explicavam o porquê da pessoa não ter sido chamada (já tive que ouvir que uma das minhas melhores amigas não era esforçada o suficiente porque tinha CR baixo na faculdade, mas enfim...)
Agora, o RH usa uma consultoria terceirizada, que pelo que eu sei faz essas dinâmicas, e quer saber? O perfil das pessoas que entram piorou MUITO. Eu acho que o critério deles é baseado na capacidade da pessoa vender o seu peixe (lábia), autoconfiança e na chamada pró-atividade, na visão deles. Na prática: As pessoas que tem entrado ultimamente são do tipo estagiário metido a gerente, aquele que entra e já quer mandar em todo mundo, mudar tudo achando que tem as melhores ideias do mundo, altamente competitivos que querem se dar bem pisando no colega, que fazem muita autopropaganda mas que não gostam de meter a mão na massa, etc.
Aí eu pergunto:
- O quê um psicólogo ou sei lá que pessoa que faz esses processos entende de engenharia (ramo da minha empresa) para saber quais são as caracterísiticas desejadas para um engenheiro?
- Por que não é pedido aos superiores após um certo tempo de trabalho um feedback dessas contratações para saberem se o perfil que eles traçaram corresponde à realidade?
- Qual o problema de selecionar através de uma prova de conhecimentos na área à qual avaga se destina e fazer uma entrevista com os mais bem colocados para avaliar a personalidade, sem ter que submeter a pessoa ao ridículo de dublar uma música, fazer corrida do saco, etc.

Desculpem o comentário enorme mas esse é um assunto que me irrita demais porque estou tendo que lidar agora com vários desses estagiários que se acham o máximo porque passaram numa dinâmica sem sentido dessas.
Detalhe: não pude nem sequer entrevistar nenhum deles, toda vez que peço uma pessoa e ela cai de para-quedas lá.

Anônimo disse...

Nady...
Adorei o blog e precisava mesmo rir de tudo isso, anteontem participei de uma dinamica para uma mutinacional italiana e me dei mal, recibi a resposta no outro dia ...odeio dinamica!!!
Tinha só os metidinhos se achando uma "prestigio", na apresentação não falei nada da minha vida pessoal então fui muito rapida na apresentação, os "outros" tinham muitas viagem internacionais , linguas fluentes, etc eu me senti uma "passatempo" triste.

carol_carolina_bela on 29 de janeiro de 2010 23:44 disse...

Estas situações são bizarras mesmo... Numa das dinâmicas, um mocinho nos 90 segundos de apresentação disse: "....Eu passei tres meses nos EUA e cheguei a conclusão de que aqui no Brasil nao vira nada, eu quero ir embora daqui o mais rapido possivel. O povo é muito mal-educado e corrupto!!" kkk .. Eu nao aguentei e ri... Mas tbem nao passei na dinamica.. hehe

lady cigana on 1 de fevereiro de 2010 12:14 disse...

Gente, a Dinâmica de Grupo não é técnica (conhecimento sobre a função). Se você chega na fase Dinâmica, é por que seu currículo é superior aos que ficaram de fora, e similar aos que estão na dinâmica com você! Ou seja, todos na sala se equivalem tecnicamente. Como selecionar então!? No palitinho? A dinâmica avalia comportamentos adequados à função. Uma pessoa que vai chefiar uma equipe precisa ter vários comportamentos específicos, que são diferentes daquele que vai trabalhar com atendimento ao público, que é diferente daquele profissional de moda por exemplo, que vai atuar em um ateliê mas com mais 40 pessoas. A empresa quer pessoas que resolvam seu problema e não que levem seus problemas para empresa.
Alguém que em uma Dinâmica, através de "brincadeiras" mostra que é capaz de qualquer coisa para ganhar o "jogo", ou que não se coloca de maneira assertiva quando deveriam, mostram sem perceber como realmente são.
Essas bricadeiras mostram se você é permissivo, preconceituoso, autoritário, conciliador, arrogante, influenciável, etc, tudo dependendo do tipo de função, e perfil da empresa.
Boa sorte nas próximas.

Anônimo disse...

Bom premeiramente concorco com vc alem de ser muito interessante o assunto em questão
sou gestor de Rh mas posso dizer que no meio disso tudo há um objetivo nas brincadeiras de "criancinhas" na psicologia existe uma ferramenta chamada psicodinamica baseada que o o comportamento é produto de forças psicologicas que interagem dentro do incociente do individuo
entao so pra ficar mais claro
as perguntas que o Rh fizer tipo "vc é muito agitada " Calma " nervosa" suas qualidades seus defeitos, é na brincadeira de "Criancinhas" que vai confirmar sua resposta
pois suas atitudes o jeito de falar o tom de sua voz e suas reações vão de acordo com sua personalidade isso é segundo a psicodinamica entao esse é um dos motivos a tanta situaçao constragedora o meu conselho pra todos é que falem a verdade nao montem um personagem e tentem representa-lo mais sejam original mas existe muito exagero dos colegas de RH neste ponto vcs estao cobertos de Razão

 

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