domingo, 3 de maio de 2009

Eu e Minhas Roupas Para Trabalhar: Uma História de Amor e Ódio.


Se tem algo que me irrita, é ser obrigada a andar de roupa social para ir ao trabalho. Não que eu seja uma mulher anormal que não curte vestir-se bem. Acontece que, eu não tenho contato com o público e passo longe do andar da diretoria, ou seja, não tem a menor necessidade de roupa social no meu setor.

Mas, somos “aconselhados” a usar roupa social e eu acho o cúmulo do absurdo usar scarpin no ônibus. Dói o pé, ainda mais quando não tem lugar para sentar. Estão pensando que aqui na minha cidade tem cavalheiros? Há!

Pense numa cidade como a minha (Rio de Janeiro). Agora pense na quantidade de pessoas que pegam o ônibus. Pense melhor: eu pego ônibus às seis da manhã... E lá estou eu no ponto, com a calça de um terninho, uma blusa que combine... E o maldito scarpin(usar o terninho completo é demais para minha cabeça).

Da minha casa ao trabalho, são uns 40 minutos de ônibus (lembrando que isso é rápido, no trânsito do Rio). Não tem jeito, sempre tem um calorento no ônibus que faz questão de abrir as janelas e o vento faz questão de bagunçar meu pouco cabelo que está crescendo sem corte e sem jeito. Resultado: Sempre chego descabelada (e amarrotada).

Não seria muito mais fácil se eu pudesse ir de jeans e sapatilha moleca? Sim, seria.

Leitores amados, desculpem meus textos rápidos e sem jeito, mas ainda não me acostumei com o horário de trabalho. Fiquei um ano e meio de licença, acordando só depois das nove da manhã. Chego todo dia meeeega cansada e sem inspiração para escrever. Assim que eu estiver restaurada, meus textos vão melhorar. Prometo.

Beijos e excelente semana.

B.Beiçola

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Postado por B.Beiçola às 08:00

1 comentários:

Rejania Santiago on 11 de setembro de 2010 10:54 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
 

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