domingo, 30 de novembro de 2008

Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada!


Pra quem não entendeu o título, esse é um trecho de uma música da Gal Costa e, apesar de eu não gostar de nada relacionado aos novos (oi?)baianos, essa música é um retrato meu e de muitas mulheres que acreditam que o cabelo é a nossa melhor forma de apresentação.

Meu cabelo sempre foi meu xodó e perdê-los foi muito complicado (para os leitores que se perguntam o que houve, é uma longa história e tem um post por aí, é só procurar).

Mas tudo sempre tem um lado positivo, sempre! Basta saber olhar. Eu resolvi meu problema provisoriamente com uma peruca que não parece peruca. Ou seja, estou sempre com o corte, coloração, chapinha e escova em dia. Não preciso retocar nunca... E ainda tenho a cara de pau de jogar isso na cara das pessoas.

E a economia? Um bom tempo sem ir ao salão gastar.

Um cabelo bem arrumado faz uma diferença gigante no visual de qualquer mulher. Toda vez que um namoro termina ou começa, a primeira providência é dar um trato no visual e quem é o escolhido para ser o abre alas? sim, o cabelo. Seja uma cor nova, seja um corte novo, um jeito diferente de usar. Quem tem cabelo liso quer fazer cachinhos dignos de anjos, e quem tem cachos, quer alisar e ser digna de um comercial das linhas liso extremo.

Eu tinha pavor de cortar até as pontinhas do meu cabelo paquita, até a hora que não teve jeito.

Meu cabelo está parecendo cabelo de menino e já dá para abusar um pouco do lado “fashion” que ele me proporciona. É legal ter várias opções de acessórios para usar e ver o cabelo sequinho em cinco minutinhos, passar a mão no cabelo e senti-lo sedoso, sem os ressecados causados pela tinta loira. Estou adorando ser morena novamente.... mesmo que estilo joãozinho.


Não sou nenhuma hipócrita e confesso que não gosto de cabelo curto, mas como é o que eu tenho nesse momento, procuro usá-lo da melhor forma possível.

Estou usando xampu receitado pela dermatologista, para acelerar o crescimento e pensando seriamente em não pintar novamente.


Para quem precisa usar o cabelo curtinho, não se deprima! Sempre tem um jeitinho de dar um toque bem feminino.



Cabelo
Gal Costa
Composição: Jorge Ben Jor/ Arnaldo Antunes


Cabelo, cabeleiraCabeluda, descabela

Cabelo, cabeleiraCabeluda, descabelada


Quem disse que cabelo não sente

Quem disse que cabelo Não gosta de pente

Cabelo quando cresce é tempo

Cabelo embaraçado é vento

Cabelo vem lá de dentro

Cabelo é como pensamento

Quem pensa que cabelo é mato

Quem pensa que cabelo é pasto

Cabelo com orgulho é crina

Cilindros de espessura fina

Cabelo quer ficar prá cima

Laque, fixador, gomalina


Cabelo, cabeleiraCabeluda, descabelada

Cabelo, cabeleiraCabeluda, descabelada


Quem quer a força de Sansão

Quem quer a juba de leão

Cabelo pode ser cortado

Cabelo pode ser comprido

Cabelo pode ser trançado

Cabelo pode ser tingido

Aparado ou escovado

Descolorido, descabelado

Cabelo pode ser bonito

Cruzado, seco ou molhado


Beijos e excelente semana

B.Beiçola.

********* Para doações de mechas, descontos em salões de beleza e dicas, entre em contato pelo endereço:
bruxinha@corporativismofeminino.com

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Postado por B.Beiçola às 08:00 3 comentários

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Bizarrices de sábado





Sábado é dia de se vestir linda, loira e japonesa, usar salto 10 e se jogar, não é verdade? Pois é. E é dia de epic fails, de ver gatinhos e de... falar bosta no banheiro da buatchy.

Cena 01:

Heleninha vê que seus cachos de babyliss estão se desmanchando e resolve retocar o rímel, e , com sorte fazer um xixizinho. Está sentada confortavelmente no sofá vermelho, mas decide por fim descer as escadas e ir até o banheiro, que, só pra variar, em boates GLS é misto. E tem fila.
Nem um pouco a fim de esperar na fila, ela abre seu melhor sorriso: só vou usar a pia, eu juro! A primeira pessoa da fila - após ser comprovadamente, hétero e homem - abre espaço e deixa seu cavalheirismo falar mais alto. Oh muito obrigada! Na primeira oportunidade, Heleninha se joga na cabine vazia mais próxima, e faz seu xixi tranquilamente.

*tranquilamente, abre parênteses: o vaso sanitário de sanitário não tem nada. Um poço de doenças, sujeira e melecas indescritíveis. As mulheres deviam fazer do esporte "se equilibrar em banheiros de buatchy" um esporte olímpico. Pense num ser humano de salto 10, levemente alterada após 3 mojitos, precisando muito mesmo fazer xixi. Abaixa a calcinha, afasta as pernas, levanta o vestido e se segura nas paredes pra não cair sentada no vaso e correr o risco de sair com alguma doença venérea, ou, pior ainda: grávida! Pois é. O risco do xixi escorrer pernas abaixo também é grande, caso a garota ainda não tenha prática em banheiros de buatchy. Forrar com papel, vocês devem estar pensando. E eu respondo: que papel? Fora o que eu mesma trouxe dentro da bolsa, e que só serve para eu me secar, não existe mais papel em banheiro algum. Isso me lembrou o aviso do banheiro da Universidade Federal que cursei: NÃO JOGUE PAPEL NO VASO. Um dia, num momento de TPM por aquele maldito banheiro nunca ter papel, peguei uma canetinha da mochila e escrevi embaixo de todos os avisos: QUE PAPEL?

Mas voltando...

Saio do banheiro com certa dificuldade, e pretendo finalmente lavar as mãos no sabonete líquido e retocar o rímel, quando vejo uma das cenas mais bizarras da vida: uma menina maquiando os seios, passando pó compacto e papapa, no decote. Mais trash impossível. Mas, pior do que isso era o que ela estava comentando com seu amigo fashionista, gay e benflogin:


_Menine, ela me imita muito, mas ela nunca, nunca na vida vai ser como eu!
E o cara:
_ Pois é amica, eu não sei como que pode!
_Não importa, eu sou eu, ela nunca vai ser eu.

Cansei. A menina era feia, usava um vestido cafona e estava maquiando os peitos publicamente. Definitivamente, ninguém gostaria de ser ela a não ser é claro, a prostituta manca de saia de couro ecológico com um dente só do Timbuctu, com a depilação vencida e que se chama Leidy Daianny Rochelly. Mas só. Enquanto secava as mãos, acabei pensando alto sem querer:

_ Que sorte a dela, né?

A menina me olhou com cara de quem ia comer minhas tripas, e eu desisti do rímel. Merda, eu pensei isso alto o bastante? Pensei! Senhor. E agora? Decidi sair pela direita o mais rápido possível.

Foi a primeira vez na vida que fiz cooper usando salto 10, e ainda subi escadas, além de abrir caminho entre uma porrada de gente. O momento mais tenso da noite foi quando fui fofocar com um outro amigo gay e ela estava lá, de papo com ele, e eu não podia dar a volta! Fiz a fina: nada aconteceu, ora essa! Helena, faz a retardada desmemoriada que fica tudo bem, ok? Ainda tirei uma foto deles que está bem aqui na minha câmera. E ela ainda sorriu, ela é muito cadela, ahahahaha.

Eu sou muito cara de pau...

Para você que me ama,

Heleninha.

***********************entre em contato, mande seu pedido de casamento, um cartão do Ursinho Pooh, um pedido de conselho ou um benflogin para este endereço:

heleninha@corporativismofeminino.com

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Postado por Heleninha às 00:01 0 comentários

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

PROMOÇÃO CULTURAL "Delírios de Consumo"



Regras de Participação:
1. O participante deverá publicar no seu blog pessoal a Promoção Cultural "Delírios de Consumo", com o banner da promoção, e linkar o blog http://www.corporativismofeminino.com/. Ao constatarmos que o candidato fez essa publicação é que enviaremos a CONFIRMAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO.
2. A melhor história será publicada no dia 20 de dezembro de 2008 no blog http://www.corporativismofeminino.com/ e o autor receberá, por correio, o livro "Delírios de Consumo de Becky Bloom" da Sophie Kinsella.
3. O texto deverá ser escrito em Língua Portuguesa.
4. A data limite de envio de texto é até o dia 15 de dezembro de 2008.

OBS: A promoção será cancelada caso não haja um mínimo de 5 participantes inscritos.

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Postado por Sarita às 13:35 0 comentários

Seus problemas acabaram!

Você foi ao salão de beleza, fez pé, mãos, cortou os cabelos, fez aquela hidratação, e pra finalizar aquela fantástica escova, que você só faz em ocasiões especiais.

Sua nova sensação capilar te faz sentir com os cabelos, leves, lisos e soltos. Passou de "Debaixo dos caracóis de seus cabelos.." pra "Índia teus cabelos nos ombros caídos.."

Saí do salão se sentindo a garota propaganda da L'Oreal, e claro, vai as compras. Afinal, pra que um cabelo glamouroso guardado em casa, não é mesmo?!

Você experimenta a sublime sensação de manter os cabelos ainda intactos mesmo após provar 268 peças de roupas, você passa os dedos entre os fios e sente o tenro toque dos cabelos mais lisos que já teve, Ah, como é bom!

Mas ao sair, você se depara com algo aterrorizante: Está chovendo!

Ó, céus, está chovendo! E agora?!

Decidida a não estragar a escova, você espera pacientemente, mas a chuva não da trégua, e quando dá, ainda resta aquela medonha garoa, que certamente não terá piedade do seu cabelo. Você se sente a cinderela prestes e se tornar a gata borralheira, percebe que sua carruagem vai virar abóbora em instantes.

Você pensa, pensa, pensa, e decide por colocar aquele casaco sobre a cabeça e sair correndo como se fosse o SuperMan com sua capa vermelha, correndo pra salvar o mundo!
Ou pior, você não tem o casaco, mas tem uma sacolinha do Carrefour, enfia ela na cabeça, engole a vergonha, respira fundo e vai!

A escova se salva, mas aquilo que chamam de dignidade se perde no caminho.

Pensando em você, amiga, que sofre com tudo isso, a Beautiful Vending criou a solução para os seus problemas:


Sim, a máquina de retorcar chapinha express! Já está sendo usada na Inglaterra.

Isso super ia fazer sucesso em São Paulo, afinal, aqui é a "Terra da Garoa", já pensou?!
Sem falar que deve ser o must have nos banheiros de balada! Ó, minhas amigas, como eu já desejei ter uma dessas!

Embora me pareça um pouco anti-higiênico, eles dizem que a temperatura da chapa é suficiente pra matar os bichinhos do mal. Enfim né, não deixa de ser interessante.
E eu não deixo de ter nojinho.


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Postado por Bel às 08:40 1 comentários

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Investigações de uma ciumenta compulsiva




Como se não bastasse o futebol, a secretária, as amigas de infância, a sogra, as exs, os cachorros, as vizinhas e outros apetrechos, o ciúme ganhou fortes aliados: O Orkut e o MSN!

O ciúme contido é tolerável e até saudável, especialistas e pessoas bem-resolvidas falam esta frase com muita ênfase deixando-me mais ciente de que devo correr urgentemente para uma terapia e não sair de lá até... Só Deus!

Há um tempo atrás, esperei meu respectivo adormecer. Para uma pessoa como eu que acorda às 5 da manhã não foi fácil esperá-lo roncar às 2 da manhã. Tudo bem, esperei pacientemente. No escuro, usando a luz do meu celular tateei sua carteira e celular. Por fim, pus seu notebook debaixo do braço e corri para o banheiro.

Sentei no vaso sanitário com aquela parafernália e fiquei lá checando cada coisa, li os recibos do cartão de crédito e comecei a olhar todos os torpedos enfiados no celular. Nada, só mensagens minhas. Revirei os olhos emputecida, lá estava "Amor, vamos pro cinema?", "Amor, você vem hoje aqui?". Pensei "Putz, como você é sem graça, minha filha!".

Mas, claro, no notebook teria muitas novidades, fotos e tudo mais. Entrei na pasta temporária para saber que tipo de sacanagem ele gostava de ver. Será que tinha desejos medonhos com bosta? Ria daquilo, quase desfalecendo de tanto sono, e nada. Só coisas triviais, nada demais. O básico. Pensei "Que sem graça...!". Desanimei diante da constatação que ele não deixava provas da traição.

Não, não foi uma desconfiança advinda da puta que pariu. Ela era concreta, viva, audaz. Dias atrás ele havia recebido o scrap de uma garota no Orkut, que dizia: Quando vamos nos ver de novo?

Aquilo mexeu com meus brios. Geralmente eu teria ligado para ele no mesmo instante e, por muito pouco, teria trocado scraps delicados com a moçoila saudosa... Mas eu precisava SER MESTRE, agir de forma taciturna e perspicaz, logo, acabei sentada na privada com aqueles aparatos de denuncia.

O Mr. Orkut deve ser um traidor de marca maior, por isso, acionou a opção "Apenas amigos podem visualizar os scraps da Biscate nº1". Assim, ele beneficiou os que põem cornos mundo a fora. Claro que você vê os scraps que ele recebe, mas não sabe ao certo se ele respondeu. Sim, pois daí você teria provas consistentes para meter a mão na cara do seu respectivo. Essa não visualização do que ELE TERIA ESCRITO (ou não) faz com que você DEDUZA, da forma mais escabrosa possível, o que ele SE ATREVEU A RESPONDER. Então você imagina ele respondendo "Em breve, tesuda, aquela noite foi do caralho". Você imagina isso em letras graúdas, em vermelho e em negrito. Todos sabem que você é corna no Orkut! Todos sabem!

De repente, as fotos dos amigos do perfil do seu namorado começam a rir da sua cara. E cada um na sua foto faz um gesto, indicando chifres na sua cabeça, todos riem... Você acorda suada às 4 da manhã. Era um pesadelo... Era um aviso, você tem plena certeza: É CORNA! São 4h da manhã e você não vai esperar, liga para ele: - Caralho, você está me traindo?

Depois de confirmar que você SONHOU e não tem nenhuma prova, ele ri da sua cara. Sim, ri. Ele te chama de maluca e manda você ir dormir. Você lembra da Heloísa, personagem da Giula Gam na novela Mulheres Apaixonadas, e deseja ter uma amiga como ela, pois só ela te entenderia. Só ela. Você diz isso enquanto deleta as fotos da viagem que vocês fizeram no Natal.

No outro dia, a ressaca moral te assalta. Você se reconhece no espelho e fala para o pedaço de vidro: Eu liguei para ele para falar de UM SONHO? Eu mostrei que acho que SOU CORNA? Eu deletei nossas fotos? Ai...

Arrumando bem o cabelo e pondo o batom vermelho-cor-puta você se diz: - Tudo bem, agora você vai agir com uma pessoa normal. Sem ciúme, menina! Lembra o que as meninas da CF disseram? Que corno todo mundo é um dia, não precisa ficar ansiosa! Então, vamos lá, finja que não houve nada disso. Se ele mencionar o ocorrido, finja que estava sonâmbula, chame-o de maluco, MELHOR!

E lá está um novo scrap da amiguinha, ela responde com um "kkkkkkkkkkkkkkk". Ok, aí já foi demais para você, não dá mais para segurar. Você é corna! Já pôs para download no Emule a música Eu não sou cachorro não e está ligando para ele numa pose de LADY: - Oi, amor! Você não tem medo de... cof cof... morrer? Sua pose de parecer normal vai por água abaixo ali mesmo, em menos de 3 segundos. O seu respectivo, obviamente, emite uma voz displicente e suave para te deixar mais emputecida: - Não, por que? Estou no trabalho, muito ocupado, no intervalo eu te ligo. Você anuncia: Se não falar comigo agora, eu... eu... vou aí te matar! Ele ri: - Tá nervosinha por que? Outro scrap?

Você bate o telefone. Você jura vingança e pede para sua amiga fazer um perfil falso de um homem maravilhoso para te deixar scraps ousados. Agora, sim, ele vai sentir na pele. Agora é ele quem vai ligar e você vai dizer, displicentemente, "Estou ocupada agora, tchau!". Você ri quando um gostosão com 10 gomos no abdômen, quer dizer, sua amiga te manda um scrap dizendo: "Vamos nos ver hoje, gata?". Então, você nota que é ridícula por ter feito isso e deleta a conversa mole mentirosa...

Seu respectivo, bem resolvido, lhe oferece a senha do seu orkut. Você finge desdém, mas enquanto ele vai à cozinha, você acessa o orkut dele e consegue ler, agora, o que ele respondeu para a biscatinha nº1: “É para rir? Nunca te vi mais gorda!” Você pensa: Como detetive eu passaria fome!

Quando ele volta da cozinha, você está bem longe do computador, com uma reluzente aureola acima da cabeça. Ele sorri para você de uma maneira... Como posso dizer? SUSPEITA! Você pergunta: - Está rindo por quê? Tem algo para me contar?

E tudo começa outra vez...

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Postado por Sarita às 05:48 2 comentários

terça-feira, 25 de novembro de 2008

SUPER PROMOÇÃO DE LIVROS!

Duas postagens hoje porque não posso deixar de avisar vocês da PROMOÇÃO DE LIVROS DO SUBMARINO.

Vários BEST SELLERS por R$ 9,90! Livros que custam em torno de R$ 40,00 saindo por R$ 9,90 ou menos, minhas amyghas!

A Zíngara já falou nesse post sobre os livros Delírios de Consumo de Becky Bloom, eu nunca lí, mas quem leu afirma que são ÓTIMOS, pois é, estão por R$ 9,90. Normalmente eles não custam menos que R$ 40,00.

Eu tenho cartão submarino, logo, tenho mais desconto ainda, paguei ínfimos R$ 7,92 por um dos livros dessa série.

Sem falar que tem outros como Bridget Jones, vários do Sidney Sheldon, O Diabo Veste Prada, Perfume - A história de um Assassino, Hannibal, Meu Nome não é Johnny, entre outros que são bem conhecidos e bem falados.

Corram lá no Submarino e se joguem. Mas corram mesmo, quando tem essas promoções, os livros bons costumam esgotar rapidamente.

Eu já passei por lá e decretei falência, e decidi que nesse Natal, vou dar muitos livros de presente, hahaha.

Fica a dica!

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Postado por B. às 12:57 0 comentários

Maravilhas pra sua usb!

Pra você que pensa que a entrada USB do seu computador serve apenas para conectar o básico: mouse, teclado, impressora, câmera, pen drive, iPod, está aí a prova de que USB é bem mais que isso..

1) Aromatizador USB

Uma espécie de Incenso eletrônico, hehehe. Você conecta na USB do seu computador, escolhe a essência e pronto, ambiente perfumado! (ou não!).

2) Aquecedor de pés

Acho que isso aqui sempre foi meu sonho antes de comprar um notebook, deve ser uma diliça!!!

3) Poncho

Uma espécie de poncho usb, deve deve ser mega fofinho e quentinho.

4) Luvas

Com as luvas completamos o kit de inverno….

5) Ventilador

Eu super gostaria de ganhar um desse de presente!

Gostou? quer comprar? Querem mandar um desses pra mim de presente? :) Então acessem o PerpetualKid

E você, tem alguma idéia para aproveitar as maravilhas da porta USB ?

Eu adaptaria a realidade brasileira, e faria um aquecedor de marmita USB.

Ou quem sabe um repelente (daqueles de pastilhas), pra mim seria uma ótima, pois só tenho uma tomada ao lado da cama, e sempre tenho que escolher entre ligar o computador e ser atacada pelos mosquitos! hunf!

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Aviso: Como a maioria já deve ter percebido, Sally e Somira tem um blog novo, e as postagens antigas de Sally, que antes estavam aqui, agora podem ser lidas no Sally Surtada.


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Postado por B. às 11:30 0 comentários

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Bastidores de uma traição


Falar de traição sempre foi difícil para mim, quando pequena eu assistia de camarote os conflitos do relacionamento dos meus pais: uma briga aqui outra ali, exposições e vexames em público, e eu nunca conseguia entender porque diabos minha mãe não o deixava.

Já na minha adolescência enfrentei a mesma dor que minha mãe, e prometi a mim mesma nunca proporcionar isso a ninguém.

Sempre fui de muitos relacionamentos, me jogava de um homem a outro, mesmo com uma ferida ainda cicatrizando, talvez fosse apenas para abafar a dor que tinham deixado. Alguns anos depois, me vi em um relacionamento amando de novo! Com ele eu cheguei perto do que, com meus ínfimos 17 anos, pensava que era felicidade, e eu não tinha olhos pra ninguém a não ser AQUELE amor, passei anos assim, fazendo de tudo aceitando todos os defeitos, engolindo sapos, me rebolando e me fazendo de surda para qualquer tipo de crítica (por mais construtiva que pudesse ser). Na minha cabeça, eu viveria a vida da Barbie e ninguém tinha o direito de opinar em nada, o cultuava como o próprio Buda, estava abrindo mão de mim em prol de um bem muito maior: passar a vida inteira ao lado dele.

Um belo dia, eu acordei com uma abelhinha na minha cabeça, essa abelhinha não parava de zunzunar no meu pensamento:

- É assim que quer passar o resto da sua vida? Antes de se entregar por completo porque não aproveita o pouco que te resta?

Não entendia porque essa sensação de infelicidade crescia, lembro do dia em que eu fui provar meu vestido de noiva, eu me olhava pelo espelho com uma profunda tristeza, e, definitivamente, sabia que tinha algo errado. Então decidi mudar, mas como sair de uma armadilha que eu mesma criei? Apesar de não saber como, já não conseguia olhar o mundo do mesmo jeito. Passei a sair e escutar mais meus amigos, e, de repente, os atos do meu amado que outrora me pareciam a coisa mais fofa do mundo, começaram a me frustrar. Eu já não dedicava mais minhas horas vagas fazendo lembrancinhas de casamento, passei a valorizar o tempo que me restava para conhecer o tal mundo em minha volta.

Foi aí que o mundo olhou de volta e me vi do lado das linhas inimigas. Conheci outro homem. Logo eu! Tão santinha e defensora dos bons costumes, não acreditava que o destino estava fazendo isso comigo! Afinal, minha vida já tinha sido devidamente programada até minha morte. Mas estava decidido, seria só uma vez e nunca mais, eu merecia experimentar isso, eu merecia conhecer o lado negro da força.

Eu fui e sabia o terreno em que pisava. Prometi que não ligaria no dia seguinte, que deletaria o episódio da minha memória com a rapidez de um click de um mouse... mas foi ai que me enganei. Foi a coisa mais certa e a mais errada que já me aconteceu. Eu só pensava que com esse desconhecido eu não podia ficar, ninguém tem direito a tanta felicidade assim, nada nessa vida pode ser tão certo, coisas assim não existem, eu sempre fui católica, minha gente, meu complexo de culpa falava mais alto!

E no outro dia eu já não conseguia olhar meu companheiro, e comecei a questionar as atitudes de meu pai, como ele podia trair minha mãe e continuar com ela? Como ele conseguia anular esse sentimento de novidade e de perigo que estava estampado em todos aqueles que traem??? Eu não nasci para ser assim. Mesmo sem saber mais do meu futuro, eu só tinha uma certeza:

Eu não podia mais continuar com uma relação falida. Por mais sem caráter que eu fosse, não merecia isso. E que morressem todos!

E assim, proporcionei a dor que havia desejado nunca proporcionar a uma pessoa, mas eu já não o amava, e sabia que ele também tinha causado a mesma dor à outra pessoa por quem ele, noivo, deixou para ficar comigo. O carma existia e estava materializado em nós, todos os pedidos de reconsiderar soavam como sons de chicotes em minha mente, ceder à estes atos desesperados de amor seria o mesmo que voltar à sala de torturas do carrasco, e, mesmo que ficasse sozinha, com ele eu não ficaria, já não era questão de traição, mas sim de futuro. Meu lugar não era ao lado dele.

Minha traição foi como um terremoto que gera uma reação em cadeia, no meu novo emprego todos percebiam minha angustia, minha família apesar de todas as críticas, preferia que eu morresse casada infeliz a uma solteira feliz. No fim das contas, eu comecei a me questionar sobre os reais motivos de uma traição, já não olhava homens e mulheres de formas diferentes, eu via pessoas que tinham um propósito em comum:

Ser o mais feliz que pudessem.

E para quem está lendo me chamando de vadia e se revirando na cadeira, lembrem-se que o mundo dá voltas. Eu escolhi o caminho "errado" (que me parecia mais certo) e funcionou. Numa relação amorosa, as razões para se trair podem ser várias e com variantes, pois em todas elas existem natural e instintivamente sentimentos de posse, ciúme, insegurança, incompatibilidade de caráter e de personalidade; e a infidelidade acaba por ser muito mais suportável que a separação. Pense bem antes de apontar o dedo, existem três apontando para você.



Candy May

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Postado por Yasmin às 08:00 0 comentários

domingo, 23 de novembro de 2008

Da série: “Carteirinha da Funai”.


Normalmente, eu NÃO gosto de shopping... Acho um lugar chato. Quando preciso de alguma coisa, já vou aos lugares mais prováveis, compro, faço um lanche e bye. Mas se tem uma coisa que NÃO se faz em novembro e dezembro é ir ao shopping.

Além das compras de natal, os shoppings oferecem promoções maravilhosas de:


FALTA DE EDUCAÇÃO E INDELIZCADEZA.

E não é só porque eu moro no subúrbio não, tem muito shopping nos bairros nobres da Cidade Maravilhosa que fazem oferta desses produtos.

Eu nunca comprei, mas imagino que deve ser MUUUITO, mas MUUUUUITO barato. Porque o que tem de gente mal educada e indelicada no shopping dá para lotar o Maracanã.

O Shopping ta lotado, a praça de alimentação parece o restaurante popular de tanta fila, e você não consegue achar lugar para comer, mas, todas as sacolas de compras, geralmente das lojas “ximbocas(by Winnie) já estão devidamente sentadas. Afinal, elas comem.

A cena geralmente é essa: UMA mulher, dez mil sacolas da C&A, Leader e similares espalhadas em uma mesa com quatro lugares. Se ainda ela estivesse guardando para alguém. Mas não, ela estava alimentando as sacolas...

Eu e mamy bruxa, fiel companheira e sócia-majoritária da FUNAI, ganhamos duas entradas para o teatro. Como somos afobadas e apressadas, chegamos mais cedo para trocar as filipetas pelos ingressos.

Fomos dar uma voltinha para o tempo passar. Nossa, eu nunca levei tanto empurrão, pisada no pé e encaradas de pessoas que esbarravam em mim e ainda sentiam-se no direito de achar que EU estava errada.

Aliás, hoje em dia tem muita gente assim... Você quase tem que pedir desculpa por estar corretamente no seu lugar.

De volta ao teatro, que já estava aberto para as pessoas se acomodarem, o que aconteceu? Claro, duas pessoas nos nossos lugares... E quando fomos pedir licença, fomos olhadas como extraterrestres... Tivemos que EXPLICAR que em teatro, você compra o lugar certo. Consegue imaginar uma cena dessas?

Apesar de sermos muito amigas, eu e mami temos uma diferença gritante: ela NÃO é calma. Já estava com medo de ver minha mãe puxar as criaturas pelos cabelos.

No Final da peça, fomos comprar um lanche para comer em casa. Mais cinco horas de fila

E os adolescentes? Gente, eu juro, juro mesmo que não fazia parte de uma tribo de selvagens na minha época. Um grupo de uns 10 aborrecentes, TODOS vestidos e preto e maquiagem emo. Me poupe, né? Aqui faz um calor da cachorra para andar da cabeça aos pés dessa maneira. Como se não bastasse a poluição visual, os “anjos” estavam apostando corrida no meio dos corredores.

Game Over para mim!!!!!


Beijos e excelente semana.



Sugestões, críticas, elogios ou o telefone do Enrique Iglesias, entre em contato pelo endereço:

bruxinha@corporativismofeminino.com

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Postado por B.Beiçola às 08:00 0 comentários

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Capim é pra cavalo



No dia da minha reavaliação da academia, o instrutor delícia perguntou o que eu como. Falei "ah, normal, não me privo de nada", ele insistiu, "mas o que?" "ah, tudo que não pode..."
Ele me olhou feio e eu acabei confessando minhas idas ao Mc Donald's, as pipocas com manteiga e a batata frita do meu buffet preferido, devoradas quase todos os dias. Ok, todos os dias. E claro, o Cebolitos da tarde.
"Mas isso não pode! Tem que comer fibras, muitas fibras! Cortar refrigerante, Cebolitos, tudo!"
Mal sinal. "A partir de agora, quero saber de você comendo salada, granola pela manhã, frutas e muita água. Sua vida de falsa magra acabou!"

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO.

Tipo, eu odeio salada. Pronto confessei. odeio. Capim é pra cavalo. Se uma vaca pudesse ela comeria você com bastante torresmo e salsinha verde por cima. Minha desventura começa no meu buffet preferido, onde sempre tem caramão à quatro queijos - passei longe - e claro, as batatas fritas.

Primeiro olho com nojo para a parte das saladas. E se eu encontrar um caracol Mel Dels o que faso? Pego um potinho de sobremesa. Se vou comer salada que, no mínimo ,ela não se misture com o resto da minha comida recheada de carboidratos. Coloco algumas folhinhas de alface no pote de sobremesa - ô Meu Deus, hoje tem farofa com bacon e eu aqui pegando alface - cenourinha ralada, ecaaaa, e enfim logo meu pote de sobremesa está cheio de coisinhas saudáveis. Tempero com molho de limão, azeite e sal. Ai que tortura, aonde está o lombinho? Pulo a lasanha, a banana frita, o lobo enrolado no bacon e pego um pedaço de frango empanado, opa, grelhado. A moça despeja novas batatas fritas, e eu fico relutante. PORQUE HEIM, PORQUE? Não eu não pego. Pulo o camarão na moranga, pego o arroz integral e a gelatina diet e lá vamos nós, sentar. Adeus batatinhas.

Começo pelo pote de sobremesa. O molho de limão é uma merda, eu sabia que devia ter posto molho rosê. Penso em regurgitar mas agora já é tarde. Como a cenoura, até que não é tão horrível, mas podiam ser batatinhas, de qualquer forma. A soja é bem razoável, sei lá, estranha, prefiro comer sem respirar para não pensar muito. Quem olhava para mim com certeza achava que eu tinha visto um caracol na alface, tamanho nojo. Muita gente deixou de pegar salada após olhar para minha cara, tenho certeza, minha expressão foi muito persuasiva. Talvez o dono do buffet, um chinês simpático (sim, um chinês é o dono do melhor buffet da minha cidade, muito limpo e delicioso, e não tem pastel!) que sempre me oferece uma mistura de sucos de "lalanja com acerola, uma delícia expelimente" me proíba de comer lá.

Depois de comer tudo, vou comprar um quilo de granola para comer pela manhã. Ai que tenso, eu gosto tanto de sucrilhos... Ó não! A granola tem passas e frutas cristalizadas, como assim, não é só cereal? Como a granola com um pouco de leite, mas dou as passas para o meu cachorrinho, disfarçadamente. Ninguém merece passas, só serve para cagar com o gosto de tudo, é tipo azeitona na empada, para quê, heim? Aliás para que servem azeitonas?

Cortei o refrigerante. Para quem tomava uma garrafa de 2,5l sozinha todo dia foi um corte significativo. Crises de abstinência (processar a Coca, anotem aí) e dores de cabeça nos primeiros dias, além do mau humor. Água, muita água. Sai celulite, derrete bolo de fubá, ô Exu!

Sábado é dia de sair e... tomar drink de frutas, que viadice! Álcool engorda, fazer o que. Tudo pela campanha Abdômen Zero, clube onde as membras se sacrificam pra poder exibir os gominhos da barriga na praia e poder transar sem ser aborrecida por um espelho no teto.

Sinto cheiro de cachorro-quente no ar. Eu não acredito que minha mãe fez isso comigo! Estou aqui escrevendo e ela fazendo cachorro-quente as 21h e 12min, hora de tomar banho e ir dormir com a barriga roncando! *drama queen.

Vou pular da sacada, esse lance de academia acabou com a minha vida (e com a minha panturrilha flácida, eu admito)!



Pra você, que me ama,

Heleninha.


***************** você quer me mandar flores, presentes, cartões, pedidos de casamento?
Manda aqui ó: heleninha@corporativismofeminino.com

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Postado por CF às 06:00 0 comentários

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Ficando BEM em 10 lições

Acordou abraçada com o celular sem ligações? Aquela calça jeans achatou a sua bunda? Sua franja não fica no lugar estipulado? Perdeu o emprego e o salto no mesmo dia? Nem os pedreiros deram fiu-fiu quando você passou? SEUS PÓBREMAS SE ACABARAM-SE!

Lição 1: OPERAÇÃO SALÃO DE BELEZA

Não esqueça, o melhor amigo de uma mulher é o cabeleireiro. Portanto, carregue essa cara amassada para o salão de beleza agora mesmo! Recomendo o DIA DE NOIVA. Sim, isso mesmo, você pode ser tratada COMO NOIVA sem precisar levar de brinde um futuro-barrigudo-chato-marido. Desfrute de um banho adocicado, recomendo o banho com esfoliante de MANGA. Depilação, manicure, pedicure, banho de brilho nas madeixas. Se tiver cabelo grande: baby-liss para ficar SEREIA. Se tiver cabelo médio, aposte na escova com as pontas para fora.

Lógico que a ida ao salão não se limita à estética. É lá que você conversa sobre frivolidades. Sobre como a última aplicação de botox da Cláudia Raia ficou um espanto (Entendam como quiser). É lá que as manicures dizem como você tem pernas maravilhosas. Definitivamente, lá é o País das Maravilhas de qualquer mulher. Aproveite, você ainda não notou, MAS já é uma nova mulher.

Lição 2: RIA feito uma idiota. RIA DE TODOS E PARA TODOS

Dói contrair o maxilar? Não dói. Então faça-o! Recomendo uma ida à aeronáutica. Isso mesmo, vá lá pedir informações e dê uma DE BURRA no meio daqueles rapazes (vou me ater a chamá-los de rapazes, sem usar de adjetivos). Ouça-os apontar para algum lugar e sorrir para você que NÃO ENTENDE onde está e “como fass///”. Se você é tímida, convide amigas solteiras para compartilhar desse momento único.

Ainda no contexto das risadas, insere-se o RIR PARA GAROTOS. Nenhum homem resiste a um sorriso. Não, não precisa assinar papel de casamento... é apenas um sorriso! SORRIA e veja como eles coram. Melhor ainda quando você descobre uma covinha escondida na bochecha dele. É lindo!

Bem, depois disso você é, sim, uma nova mulher. Certeza!

Lição 3: ATIVIDADE FÍSICA JÁ!

Tem gente que se sente feliz puxando ferro, outras adoram dançar ou correr. EU recomendo spinning. Claro, isso é questão de gosto, EU ADORO malhar ao som de música eletrônica com luzes piscantes e um professor ao fundo gritando “Pede pra sair, porra!”. Isso me estimula, isso me dá gás, faz com que eu libere meus demônios...

Poderia recomendar aqui PAQUERAR NA ACADEMIA. Mas como sempre estou suada, com a franja presa e horrível, não recomendo tal atividade SOB PERIGO de ser rejeitada. E nós não queremos que você seja rejeitada, não é?

Lição 4: VAMOS À LIVRARIA

Escolha algo realmente divertido. Recomendo “Tamanho 42 não é grande” da Meg Cabot ou “Delírios de Consumo de Becky Bloom” da Kinsella. LEIA, LEIA! É muito bom. Muitas pessoas não têm o hábito da leitura porque traumatizaram ainda na escola, sendo obrigadas a devorar Machado de Assis para o vestibular. Mas, veja bem, agora você tem a chance única de ler sobre O QUE QUER. Então leia. Além de melhorar sua redação, criatividade, ainda TIRA VOCÊ DA SUA REALIDADE, o que é uma atividade maravilhosa! Ria com letras... Você vai acabar descobrindo que a Becky Bloom é tão maluca quanto você! Descobrir-se num personagem fictício é incrivelmente reconfortante, ainda mais quando você estava pensando em se internar numa clínica psiquiátrica no fim de semana...

Lição 5: FAÇA UM CURSO EXTRA-CURRICULAR

Você é graduado em enfermagem? Então faça algo relacionado à literatura. É isso mesmo, faça algo que não vá acrescentar a sua carreira profissional, só pela chacota. Por puro prazer. A língua italiana é muito sexy e todo ano tenho planos de aprendê-la só para me dar ao luxo de ficar SEXY.

Recomendo coisas como fotografia, customização de roupas, mecânica, costura. Vejam os cursos de verão do SENAC, são bons...

Lição 6: OPERAÇÃO SHOPPING

Olhe tudo, dê risada da cara de cu das vendedoras das lojas de marcas e veja sem trégua as araras das lojas ximbocas. Recomendo a compra de uma camisa branca, além de curinga, faz com que você se sinta inteligente e DISPOSTA. Isso mesmo, disposta. Compre a bendita camisa branca, certeza que você vai mudar. Seu rosto vai ficar iluminado, você vai ficar MUITO, MUITO bonita. Além disso, vai gastar sais em busca da tal camisa branca... Esse é um exercício gratificante e que exige muitas queimas de neurônios.

Camisa branca combina com colares coloridos ou um brinco extravagante. A camisa branca é quase a salvação para a sua aura apagada. Você já é uma nova mulher.

Lição 7: ALMOCE NO SEU RESTAURANTE FAVORITO

Vá lá sozinha, de preferência com a roupa mais confortável que você tiver. Recomendo um vestido soltinho. Se você for COMO EU que come e se sente culpada... Essa é uma boa pedida. Recomendo o almoço porque depois você pode ir à academia...

Sim, você já é uma nova mulher.

Lição 8: LIGUE PARA SUAS AMIGAS DE INFÂNCIA

É isso mesmo! Mas tem que ser aquelas que você gosta, não aquelas que vão dizer “Estou casada, não posso falar com você agora porque tenho que pegar o Luizinho na escola”. Elas dizem isso para você perceber que VOCÊ DEVERIA ESTAR CASADA e tão gorda quanto ela! Não caia nessa! LIGUE para as amigas de infância que te conhecem bem, se tiver APENAS UMA... LIGUE PARA ELA. Converse, se não rolar uma saída, gaste horas ao telefone.

Lição 9: DANCE

Escolha seu estilo e procure uma festinha. Dance, apenas com o propósito de suar. Faz bem, cai bem e emagrece! Você já é uma mulher incrível!

Lição 10: VIVA

Você terá esse corpo, esses gestos e esse nome uma única vez no planeta. Dia 20 de novembro de 2008 só será hoje, logo desfrute de si. Parece papo de auto-ajuda, eu sei, mas só quero deixar a mensagem de que ESSE TALENTO, ESSE CABELO são SEUS.

E essas lições podem ser substituídas por várias outras, depende de onde e como você vive. Mas, ENTENDA, que há sempre lições a seguir para ficar bem. Não se entregue a sofrimentos. Caminhe sempre para o melhor, pois isso é rápido, muito rápido. Não experimente o amargo se há mousses de chocolate em belas vitrines de shopping-centers.

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Postado por Sarita às 05:56 0 comentários

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Da série - Coisas que você (homem bonito e inteligente e que seguirá nossos conselhos) nunca deve usar


Regata:
A não ser que você vá a praia, jogar pelada com os amigos, ou a academia, nunca - eu disse NUNCA - use uma regata.
Daí você pergunta: "Mas eu tô sarado, tem problema mesmo assim?".
Tem, meu amigo. Ou melhor, têm. Além de ser deselegante, não queremos ter uma visão privilegiada dos pêlos da sua axila.

Pochete:
Pra pochete eu juro que não tenho uma explicação racional. É feio, patético, deselegante que nem a regata, mas eu juro de pés juntos e sem cruzar os dedinhos que não sei porque ela me dá tanto nojo. Talvez não me custasse nada ser solidária e aceitar o fato de que assim como a mulher tem direito à bolsas enormes e que cabem a vida toda dentro, os homens também deveriam ter direito a carregar algo mais que a carteira no bolso da calça, não é mesmo? NÃO E NÃO. Não aceito! Pochete é tosco. E homem que carrega mais que carteira, celular e chaves do carro pra mim é gay [/machista].

Camisa aberta + corrente de ouro + óculos na cabeça [pagodeiro style]:
3 palavrinhas: VISÃO-DO-INFERNO!
Ninguém - NINGUÉM, nem a prima baranga da sua namorada que segura vela pra vocês de vez em sempre - merece um desses.
Você liga pra sua namorada. Marca de jantar fora e diz que a noite vai ser especial. Você chega na casa dela cheio das intenções, mas eis que ela faz uma careta e tenta disfarçar. Você se olha e se pergunta o que há de errado. Ela não vai ter coragem de falar, mas certamente pode ser sua camisa de oncinha e sua corrente de ouro.
Você decide entrar na PAQSVM - Pagodeiros Anônimos que se Vestem Mal - e buscar ajuda. Ótimo, talvez você recupere a namorada. Ou não.

Sapatênis:
Engraçado, vocês homens são tão decididos. Sempre dizem que sim é sim, não é não e que nós mulheres que somos complicadas, já que dizemos não querendo dizer sim e quando vocês perguntam o que temos, dizemos "Nada!", mesmo que queiramos que o cu de vocês peguem fogo e seja apagado com um tamanco. Ok, admito nossas complicações.
Mas agora me respondam, pra que raios vocês usam uma merda que não é sapato nem tênis? É sapatênis. É a porra de um meio-termo. Você não está nem elegante nem esporte. Quer dizer também que tanto faz sair com uma gata ou uma baranga?

Colar de miçanguinha:
Esse se enquadraria na categoria do pagodeiro style, mas com uma diferença: quem usa é hyppe e não o Salgadinho do Katinguelê.

Bermuda + tênis + meia no meio da canela:
Se você não for jogador de futebol ou se não tiver mais de 60 anos, favor comprar meias soquetes.
São baratas, estéticas e mais confortáveis.
E não nos lembram nossos avôs.


PARA AS MENINAS:
me ajudem a completar a lista, garotas. Posso ter esquecido algum item.

PARA OS MENINOS: Aceito o troco, sou humilde. Aceito que postem coisas que usamos e vocês não gostam. Mas sei lá, vai que com o mau gosto que vocês tem... e se vocês disserem que Scarpin é ridículo? Meu mundo vai cair. O meu e de todas as meninas que lerem isso. Talvez seja melhor não ter troco nenhum. Talvez.

Leia também a Parte II!

- Dúvidas, críticas, xingamentos, elogios, depósitos na conta bancária? analia@corporativismofeminino.com -
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Postado por Anália às 06:00 3 comentários

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Cuspimos no prato


O assunto de hoje não tem a ver com a relação homens x mulheres. Não fala de amor ou fidelidade. Bom, talvez até fale, mas se trata de um outro tipo de fidelidade, que eu prefiro classificar como lealdade.

O brasileiro é o povo mais desleal que conheço. Não perde uma única oportunidade de falar mal, de criticar o governo, o povo, as instituições.

Somos uma população sem o mínimo de consciência política, que critica os governantes sem pensar que eles só estão lá porque nós os colocamos.

Vivo rodeada de gente que não perde uma única oportunidade de dizer "Ah, em Londres é tão diferente, tão melhor" ou "Não sei porque voltei da Austrália. Aquilo sim é que é lugar".

Essas pessoas vivem aqui, cuspindo no prato que comem, isso sim! Eles não estão lá porque? Será que eles seriam acolhidos? Será que teriam acesso a um bom emprego ou aos mesmos cargos que um alemão nato? Vocês imaginam um brasileiro detentor de algum cargo importante em uma empresa lá nos States?

Outra coisa, acho lindo essas famílias que guardam as tradições. Sério, acho importante não esquecer a origem, mas pera lá!

Tive notícia esses dias que a filhinha de uma pessoa que conheço está aprendendo falar e escrever em japonês antes do português.

Gente, essa menina é brasileira. Os pais e os avós são brasileiros. Só os bisavós que são de origem japonesa! Que diabos essa criança vai fazer falando japonês no Brasil??

Entendo isso como uma afronta ao país que acolhe essas pessoas. Não precisa esquecer sua origem, mas tenhamos em mente o fato de somos brasileiros e nossa cultura não é qualquer porcaria não!!

Em qualquer outro lugar, pessoas como Santos Dumont seriam heróis, mitos (isso só para citar um exemplo). O cara inventou o avião e o relógio de pulso minha gente! Isso é pouca bobagem?

Agora me diz, quem liga para isso aqui? Falam que o Louvre é isso e aquilo, mas e o que nós temos, o que nós construímos? Isso não vale nada?

Confesso que não dei muita bola para as eleições dos EUA, mas ouvi no rádio a notícia de que tinha gente enfrentando mais de quatro horas de fila para votar.

Aqui, um esforço desses só vemos quando as pessoas querem comprar ingresso para jogo de futebol ou para o show da Madonna. Aí tem gente que dorme na fila...

Será que tem alguma coisa errada?

O Brasil não é só território, é povo também. Somos nós minha gente, nós que chafurdamos na lama por opção.

Será preciso acrescentar doses de consciência na água para que possamos enxergar isso? Não é possível que aqui de dentro partilhemos da mesma imagem de que Brasil é só bunda e carnaval.

Muita gente tolera a corrupção porque diz que se estivesse lá faria o mesmo. E fala isso rindo ainda!

Criticar o presidente no almoço de domingo só para provocar o seu sogro petista é fácil. Ou mesmo fazer isso só por média com o chefe, ou por hábito...

Queria ver largar a novela das 8h e fazer diferente. Ah não, mas a Donatela sim é que é ídolo, mulher de atitude!

Inspiremo-nos na Donatela, que seja (é Santos Dumont, não foi dessa vez), mas vamos parar de hipocrisia e enxergar que o germe disso tudo também reside em nós.

Não precisa fazer passeata. Só não menospreze o que é nosso.

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Postado por Mel às 09:14 0 comentários

domingo, 16 de novembro de 2008

E o coração?




Tem pergunta mais cretina que essa? Sério, essa pergunta me irrita, quando usada para perguntar sobre a vida amorosa de alguém. Geralmente eu respondo: “ta batendo, por quê?”.
Eu não costumo ser grossa, não gosto de responder com indelicadeza. Mas tem horas que eu não agüento. Por que a nossa vida amorosa é tão interessante aos olhos dos outros? Sempre tem uma tia, um colega de trabalho ou uma amiga da época da escola, que está casada em com seis filhos, que te pergunta “e o coração?”.
“Ah, ta aqui, ta batendo, bombeando sangue... essas coisas de sempre”.

- Bruxa, você é muito boba! (seguindo daquele sorriso amarelo).

Mas aquela tia... sim, aquela que torce para você ficar igual a ela, sempre solta:

- Menina, ta chegando nos trinta heiiiiiin...


E daí? Eu acabei de passar por um problema sério demais, e a última coisa que eu quero é arrumar um homem que acabe com toda a paciência e paz de espírito que eu precisei construir até aqui (mentira).

Estar solteira é o de menos, o que eu não consigo entender é essa preocupação com os “trinta anos” de uma mulher. Sério, a gente tem prazo de validade? CLARO que eu quero arrumar alguém e ser feliz, mas SER FELIZ DE FATO, e não maquiar uma felicidade socialmente aceitável. Mas precisa ser agora, porque estou perto dos trinta? Que gente mais chata!

Então, saibam que, para perguntar “e o coração”, só aceito calmamente, nas seguintes condições:

- Se você for cardiologista;
- Se você quiser me apresentar o Antonio Banderas ou o Enrique Iglesias.

Beijos e excelente semana.

B.Beiçola


Copiando a Heleninha descaradamente:

****** Querendo me mandar o endereço do Antonio ou do Enrique, envie e-mail para:
bruxinha@corporativismofeminino.com



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Postado por B.Beiçola às 08:00 0 comentários

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Chique é Ser Inteligente

"Vejam a mulher que está no vestido. Se não houver mulher, não há vestido". Coco Chanel.


Não sejamos hipócritas: beleza física é, sim, importante. Não me arrisco a citar qual modelo de beleza, até porque esse conceito é individual, cada pessoa tem o seu. Mas jogar de lado justamente o aspecto mais explícito na raça masculina (e também na nossa, embora sejamos menos estéticas) é jogar sujo.

O problema da beleza é que ela tem prazo de validade. Tem data marcada pra ser durável. Já nasce com início e fim. Uma mulher que for só bonita vai conseguir, obviamente, o seu homem. Mas vai ser aquele homem mediano, de inteligência igualmente não-expressiva. Uma mulher que idealizar um homem versátil não vai se preocupar apenas com esse aspecto. Muito pelo contrário, entenderá que (até um certo limite) se manter bonita é demonstrar cuidado com si mesma, mas que esse cuidado precisa ser completo. Não quero ser bibelô de ninguém, do tipo de mulher pra colocar na estante e usar como troféu em churrascos de amigos e festas, ou do tipo que, quando estão todos conversando sobre política, assuntos profissionais, economia e atualidades, contenta-se em ir para a cozinha lavar os pratos.

A Sally, em recente tópico da CF, citou uma palavra que definiria perfeitamente o que quero passar: “complementariedade”. Ser multifacetada, do tipo que sabe a importância de uma ida ao salão e à biblioteca, do tipo que adora conversar sobre novidades cosméticas ou sobre outro assunto de interesse, como livros ou arte, isso sim é ser inteligente. Não defendo aqui a regurgitação de intelecto fútil e medíocre, que sai apenas pra demonstração pública de seu falso potencial cerebral. Defendo a valorização feminina, em todos os sentidos. E é por isso que, nos meus ideais, não me contentarei com um homem que se apaixone por mim apenas pelo meu físico. Porque, como já falei, essa tem prazo de validade. Tanto à mim como à ele.

Ser inteligente é necessário, e isso não se restringe ao campo de relacionamentos amorosos (e é muito triste que tanta mulher por aí faça as coisas por si mesma apenas para conseguir alguém), mas para que você compreenda que é legal demais pra se contentar com a lavação de pratos. Ser inteligente é estar linda em cima do salto, com o cabelo impecável e o vestido mais bonito, e mesmo assim, não se contentar em ser uma mulher dentro do vestido. Marie Claire que me perdoe, mas copio aqui seu slogan e defendo essa bandeira: chique é ser inteligente.


Penélope.


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Postado por CF às 16:35 0 comentários

Falhas épicas sobre atrair seres humanos

Odeio.

Nunca saio de tênis, mas hoje, na pressa, acabei colocando um all-star. Eu sabia que seria um dia falho, não ando de tênis nem embaixo de porrada.

Tudo começou na academia mesmo, quando eu estava praticamente terminando meu aquecimento na esteira. A menina com quem fiz coleguice (amizade? Meu cu!) veio do meu lado e começou a falar sobre coisas aleatórias. Eu, muito boa que sou, fiquei quase 10 minutos a mais na esteira ouvindo suas bobagens, quando deveria estar fazendo musculação, e desejando por favor que o rolo da esteira a fizesse cair e assim ela calaria a boca e eu poderia sair daquela esteira chata e fazer minha musculação sossegada. Por sorte a esteira dela estragou e eu disse: use a minha! Já acabei. E saí voando.

Depois no vestiário, cla-a-a-a-a-a-a-ro, atraí as duas gordinhas detestáveis (ultimamente acho que gente gorda é o mal do mundo, preconceito babaca de quem faz academia e se priva de refrigerante e brigadeiro, but, it's true, joguem pedras!) na hora do meu banho no banheiro da academia, que não anda lá em condições muito favoráveis. Provavelmente a faxineira morreu ou se envenenou com água sanitária e está de licença. Pois bem, temos 3 duchas na academia, semi - razoáveis. Já não bastou ter a visão das banhas das meninas pulando na minha frente em plena aula de bike, e eu de jejum, que sorte, enfim, visão do inferno. Pois estavam as duas lá, no chuveiro uma conversando com a outra alegremente, e tomar banho rápido que é bom, nada.

Elas já são conhecidas como "as empata chuveiros", não entendem que chuveiro de academia não é o de casa, se marcar nem devem tomar banho em casa mais, só na academia, que é pra não gastar (ódio no coração mode on). Pois estávamos eu e outra garota, quando de repente, ela me solta um suspiro e diz, na maior cara de pau: Podiam calar a boca e lavar logo o piercing que está sob as banhas, tenho mais o que fazer sabe? TEM GENTE QUE TRABALHA POR AQUI, SÓ PRA AVISAR! Uma quase briga no banheiro e muito constrangimento. O dia mal tinha começado e era um fail atrás do outro, eu deveria ter levado minha câmera fotográfica.

Depois fui tomar meu café da manhã no Mc Donald's (sim, eu sou uma pessoa coerente, saio da academia e corro no Mc), o de sempre, café com leite, pão de queijo - off post: eu estava em jejum! Lembram? - pois bem, não tinha café com leite. Como assim? Estragou a máquina! O quê? Mas aqui não é o Mc Donald's? Ok, me dá um café preto mesmo, com adoçante. A moça tampa meu café e embrulha meu pãozinho. Café no Mc é o mais próximo que pode - se chegar de um Starbucks por aqui, e, enfim, o pão de queijo é excelente. Saio correndo e não percebo que meu copo de papelão está vazando. Começo a notar quando uma amiga da minha mãe me pára na rua e começa a falar sobre sua vida, enquanto sinto café quente escorrendo pelas mangas do meu suéter vermelho.

Quando começa a cair café em cima do meu all star eu penso seriamente em dispensar a amiga da mamys, mas está dificil. Meu braço tem queimaduras de segundo grau, mas eu continuo sorrindo e dizendo anrrã. Finalmente me desvencilho dela e chego no trabalho. Só lá percebo que uma perna da minha calça está manchada de café. Great, o que mais pode acontecer? Claro que o café esta horrível, eu tomo 5 goles e jogo tudo no lixo. Genial.

Na hora do almoço, faço a linha "não sente na minha mesa" como sempre. Hoje deixei isso tão claro que sentei numa mesa para dois, de costas para as pessoas. (Tirei uma foto dum cofrinho horrível neste restaurante, aliás preciso achar os cabos do meu celular e postar um vexame desses aqui ahahha), coloquei minha bolsa na cadeira da frente. Enfim livre, manchada de café até as calcinhas, mas neste almoço eu não ia atrair ninguém e ... "Oi moça, posso sentar aqui?" NÃO, NÃO PODE PORRA, EU QUERO COMER E GORFAR EM CIMA DO PRATO DÁ LICENÇA? Sente - se , claro! No fim das contas o guri que pediu pra dividir a mesa era um gato de marca maior, quando comecei a me interessar vejo que ele usa uma aliança do tamanho de um hipopótamo. Mais um fail.

Meu all star de cadarços manchados de café estão novamente no armário. Não pretendo usá - los tão cedo. Só se eu quiser que dê tudo errado no meu dia, daí sim eu tiro eles do armário. Pelo menos é um dia com emoção, isso não dá pra negar.



para você que me ama,

Heleninha.


***** para quem quiser entrar em contato comigo, me mandar presentes, cartões, flores, ou pedidos de casamento, estou à disposição neste endereço:

heleninha@corporativismofeminino.com

fiquem à vontade para escrever!

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Postado por CF às 00:01 2 comentários

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Meus finais


Toda mulher sensata jamais começaria um relacionamento vislumbrando um fim, não é mesmo? Só se este fim for um The End da Disney, com direito a festa de casamento e, como testemunhas, fadas incrivelmente reluzentes sob suas cabeças. Aí tudo bem. Mas o que eu sempre esqueço enquanto estou beijando a primeira vez aquele homem maravilhoso, que jura que vai me amar até os fins dos seus dias, é como ficarei quando nos separarmos. E como a dor é visceral e implacável.

E é tão previsível a maneira que me comporto após um término, que eu poderia descrevê-lo como um passo-a-passo de receita de bolo. Sei exatamente quantas lágrimas vou chorar e quantas tentativas fracassadas de sorrir existirão. E não adianta, não é porque ERA fulano ou sicrano. O lance é comigo. A coisa é minha. O final corrosivo é comigo. É com o fato de eu reconhecer, mais uma vez, que não encontrei o meu par.

Então, o apetite não vem, mesmo que eu não tenha comido o dia inteiro. É como se eu acabasse de devorar uma feijoada com 2 litros de coca-cola. E, acredite, para uma pessoa comilona como eu é quase incrível que eu não sinta fome por dias a fio. Logo, me irrito com a falta de apetite e me obrigo a tomar um suco de cajá. Finais têm gosto de suco de cajá, definitivamente. Eu os adoço de uma maneira peculiar, coisa que eu não faria se estivesse tendo uma rotina comum.

Obrigo-me a fazer uma enorme jarra de suco de cajá que fica me olhando surpresa quando abro a geladeira. Adoço bem o suco e algumas lágrimas brincalhonas saltam para dentro do copo. Percebo quão aguado o suco está agora e mesmo assim eu o engulo, driblando a ânsia de vômito.

Ocupo meu dia com coisas supérfluas, passo a arrumar exaustivamente minhas gavetas e até me atrevo a abrir os ventiladores para limpar. Vou à padaria e choro na fila do caixa. Vou à academia e choro na esteira, bem como na bicicleta. Vou ao zoológico e choro quando o leão e a leoa deitam-se lado a lado. Ligo o carro e, pateticamente, as lágrimas estão lá. Chego antes do horário do trabalho porque, é claro, acordo bem antes de o despertador latir. Fico extremamente em forma, extremamente pontual, extremamente organizada – Tudo aquilo que eu queria ser quando estava beijando o “homem da minha vida”.

Ah, tenho que ressaltar que estou sempre de óculos escuro dentro de casa. E, para o meu filho, eu peguei um enorme resfriado. Sou daquelas criaturas que quando chora consegue se perceber a quilômetros de distância, meu corpo dança, as bochechas ficam incrivelmente vermelhas e os soluços se desprendem sem censura. Os olhos? Mike Tyson andou lutando comigo! E é tão ridículo ter que encarar a multidão com esses sintomas...

Mas lá vamos nós... Saídas com algumas colegas para lugares que eu não queria estar. Livros, muitos livros sobre frivolidades que eu não teria atração para ler e, claro, passagens para algum lugar. Obviamente que vou depositar toda minha atenção para um problema de alguma amiga. Não me permito estar sozinha com meus pensamentos dois minutos que seja. Nada de ficar mais um pouquinho na cama, nada de tempo livre. E nada de abraços, sob pena de desabar na frente de alguém que falará a frase previsível: - Ok, você não gostava dele! Então para quê esse drama?

Peço, humildemente, que não menosprezem a minha dor assim. Não é por Ronaldinho, Ricardinho, Fernandinho ou Bostinho que choro. Não! O problema é comigo, a dor é só minha e é por MIM que sofro.

Um final é sempre uma semi-morte. Eu quase morro por alguns meses até encontrar alguém que vai me inebriar do desejo de ser feliz. Uma névoa espessa de burrice não me deixará ver toda a tortura de outrora. Eu sorrirei para ele, descrente que haja algum mal por trás de tudo. Eu o direi “Eu te amo” como se dissesse “Sim, por favor, me atire essa bóia para que eu não me afogue”.

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Postado por Sarita às 06:00 0 comentários

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O drama de uma mulher no ônibus




Pra uma mulher, andar de ônibus é uma coisa bem mais complicada do que parece. Vamos começar pela situação menos crítica, que é quando você até consegue encontrar um lugar pra sentar, ou seja, a melhor das hipóteses.

Quando você está lá sentada tranqüilamente ao lado da janela, sempre tem algum homem com Síndrome de Bolas de Cristal pra sentar ao seu lado. Essa síndrome é a única explicação que encontrei pra entender a necessidade dos homens em arreganhar as pernas: eles pensam que tem bolas de cristal, por isso deixam as pernas abertas em um ângulo de 180°, que é pra não quebrar as sensíveis bolas.

Fica a dica pra macharada: Podem fechar a porra das pernas sem medo, suas bolas não vão quebrar não, viu?

Mas continuando, você está lá, tranqüila, até avistar um homo brutus entrando no veículo, daquele tipo que só de olhar você já percebe – Esse tem complexo de bola de cristal!

Você mentaliza: “Não senta do meu lado, não senta do meu lado, não senta do meu lado...”. A cada passo do indivíduo você entoa sua mensagem de fé e esperança: “Não sente do meu lado”.
Mas é claro que Murphy colabora, e a criatura escolhe você como vizinha.

No início, ele forma um ângulo de 60° graus entre as pernas, após alguns minutos o magnetismo entre uma das mãos e o saco se faz presente, a mão vai parar no saco, o saco na mão. Paralelamente e a perna vai se abrindo, o ângulo passa de 60° pra 70°, depois pra 90°, e quando você percebe, o Zé Ruela já está praticamente fazendo um ângulo de 180° com as pernas, e você está lá, toda espremida no cantinho, suando frio e desejando muito um mísero centímetro de distância da perna daquele ser!

Toda sua tentativa de se afastar pra liberar algum espaço é inútil, pois quanto mais você se encolhe no canto, mais ele abre as pernas. Até que chega um momento que você desiste, não dá mais pra suportar aquela situação. Então você mesma começa a afastar as próprias pernas, na esperança de que aquela criatura perceba que você está ali, que você é um corpo, e como todo corpo, é feita de matéria, e que toda matéria precisa de espaço! Então você vai abrindo suas pernas e empurrando a perna do Zé Ruela lentamente, até que ele percebe, e num salto, tira a mão do saco e fecha as pernas! UFA, você pensa, estou a salvo!

Passado 2 ou 3 minutos, se repete o magnetismo entre a mão e o saco, o ângulo entre as pernas do dito cujo novamente se dissipa. Pronto, você acaba de ser vencida pelo o homem bolas de cristal, e não há remédio pra isso.

Ai vamos para os casos mais críticos: quando você está em pé.

Tem uma macharada que adora usar regata no ônibus, e insistem em levantar os braços pra poderem se segurar - logo acima da sua cabeça, claro! Você até pode sentir os pêlos do sovaco do Zé Ruela roçando a sua orelha!

O que posso dizer sobre isso? Sinta-se privilegiada se junto com os pêlos que lhe roçam, não vier aquele cheiro de enxofre exalando dos braços do individuo, agradeça mais ainda se ele não feder a cigarro ou a cachaça. Afinal, o que são uns pentelhinhos alheios acariciando nossa orelha , não é mesmo? Adoramos sentir cócega!

Tem também aquela gente que para se segurar no ônibus, te abraça. Passa o braço por trás de você, te espreme entre o banco e literalmente te abraça, como se fosse a única forma de se manter seguro. Eu adoro abraços, adoro mesmo, mas borá lá, não vamos levar essa história de free hugs tão à sério né. Passe o braço na minha frente, não precisa me abraçar, ok?

Tem um episódio que me lembro até hoje, ocorreu há alguns anos, quando eu voltava do colégio com uma amiga, que aqui vou chamar de Claudinéia.

. Tipo físico de Claudinéia: baixinha e bunduda .

Estávamos lá, nos esforçando pra nos manter de pé no corredor do ônibus, quando de repente Claudinéia começa a se chacoalhar para os lados e fazer uma expressão estranha. Fui perguntar o que acontecia, e ela quis rir, olhei ao redor, e atrás dela e tinha um moço bem mais alto do que ela, de costas. Claudinéia me puxou e cochichou no meu ouvido:

“Bel, ele está sentado na minha bunda!”

Fui reparar e era isso mesmo! A bunda do rapaz ficava justamente em cima da bunda protuberante de Claudinéia, ele aparentemente gostava daquilo, pois havia espaço na frente dele para se afastar, mas não, e ele estava lá, gozando do prazer de sentar na bunda de Claudinéia!

Em outra situação, um senhor, de cabelo branco mesmo, começou a se esfregar em uma senhora evangélica. O velho se excitou a ponto de molhar a calça, o ônibus estava muito cheio, e quando a senhora percebeu aquilo, gritou para que o motorista parasse o ônibus e enxotou o tarado de ejaculação precoce pra fora do veículo.

Vejam só, até pra ser tarado no ônibus tem que ter talento, diferente do moço que sentou na bunda de Claudinéia, aquele velhote ali não tinha talento algum! (Convenhamos, sentar na bunda de Claudinéia foi uma jogada e tanto! Se homem eu fosse, nunca teria pensado nisso!)

E não pense que tudo isso é o pior que pode acontecer, pois quando você está lá, se equilibrando no scarpin, com um sujeito de 2 metros sentado na sua bunda e com um sovaco alheio há alguns milímetros da sua cabeça, pensando, “Meu pai, nada pode ser pior que isso!” - Sempre tem um moço que entra inocentemente pela porta traseira do ônibus, portando algumas caixas, pisando nos pés das damas e espremendo-se ao longo do corredor, gritando:

“ – Olha o drops Ice Kisse patroa, 1 é cinqüenta centavos, 3 é um real.....”

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Autora: bel@corporativismofeminino.com

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Mimimimi!

Estamos felizes, orgulhosas e cheias de mimimis com nosso novo endereço! Agora vocês podem nos acessar através do http://www.corporativismofeminino.com/, pois somos pessoas finas e luxuosas, minha gente!

Cada uma de nós também passa à responder por e-mails particulares e ultra luxuosos que vocês encontram no rodapé das postagens ou nessa página aqui.

E já que estou aqui mesmo, posso aproveitar pra rasgar seda? Posso né?

Escrevo por mim, mas acredito que todas as meninas que fazem parte da comunidade Corporativismo Feminino tem opinião semelhante: Estamos muito muito felizes com o blog, com toda a mulherada que aparece aqui pra ler nossos textos e abraçar a causa, e até com toda macharada que aparece aqui pra se defender, enfim, felizes com todos vocês que nos lêem! [ fim do momento Silvio Santos]

Desculpem a rasgação de seda, mas pra comemorar nosso novo endereço .com, nada mais mais justo do que deixar nosso MUITO OBRIGADA pra todas vocês, leitoras amyghas, gente-como-a-gente que nos visita todo dia!

É isso!

- Winnie

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domingo, 9 de novembro de 2008

Porque eu nunca mais paquerei no ônibus.


Na vida de muitas (nem todas) mulheres solteiras, principalmente das mais românticas e tradicionais, os pensamentos estão sempre voltados para uma pergunta:

”Quando é que vou dar sorte no amor?”.

E é movida por pensamentos assim, que a gente só se ferra. Sim, só se ferra, porque tudo é motivo para paquerar e achar que “agora” você tirou a sorte grande.
Já tive meus momentos assim e hoje em dia eu sou meio zeca pagodinho: Deixo a vida me levar.

Não sei como são os ônibus pelo Brasil, mas aqui no Rio, bem onde senta o motorista tem uma espécie de painel de vidro. Vidro este que reflete as pessoas que estão atrás de você.

Um dia, em meados de 2000, eu com 20 anos de idade e medo de ficar encalhada(20 anos, encalhada, oi?), peguei uma determinada linha de ônibus para chegar à uma casa de shows famosa por aqui. O Show era do Charlie Brown Jr. (isso mesmo Zin, aquele do clip!).

De onde eu moro até o bairro desta casa de show, são mais ou menos 40 minutos de ônibus. Vale lembrar que aqui no Rio, ficar 40 minutos na condução para chegar a alguns bairros é pouca coisa.

Eu e mais uma louca amiga dessas jornadas, estávamos sentadas em frente ao tal do painel, que refletia a imagem de um cara muuuuuuuuuuito gato. Moreno, alto e com um sorriso de derreter qualquer uma.

E advinha para quem ele estava olhando através do reflexo?

Depois de uns vinte minutos de olhares insistentes correspondidos, ele mandou um bilhete, lá de onde ele estava sentado, até chegar às minhas mãos:

“Posso sentar perto de você?”

Olhei para os lados e vi um lugar perto de nós, vazio. Sinalizei que sim (o ônibus todo estava prestando atenção, porque estava meio vazio). Ele veio para frente e minha amiga resolveu trocar de lugar com ele.

Como estava perto de onde ele ia descer, ele me deu o telefone dele e pegou o meu, e disse que me ligaria no dia seguinte.

E sim, ele ligou... Conversamos um pouquinho e eu já notei algo estranho. O jeito que ele falava era meio esquisito, muitas gírias e tal... Pensei que era o nervosismo dele. Combinamos o seguinte, já que ele morava pertinho da faculdade onde eu estudava, ele passaria por lá.

Ele chegou entre uma aula e outra, e eu fui para a porta da faculdade, até que ele falou o seguinte:
“Eu não devia estar aqui, amanhã é o dia da apresentação do meu projeto na FEIRA DE CIÊNCIAS DA ESCOLA”.

Eu gelei! Tipo assim, feira de ciências?


-“Quantos anos você tem?”
- “15, mas faço 16 mês que vem.”

Eu gelei, afinal eu tinha 20 anos e era uma mulher muuuito madura para pegar um garotinho de 16....

Tive que enrolar o baby por alguns minutos, dizendo que tinha uma prova em seguida, até porque, eu jamais ficaria com ninguém na porta da faculdade... Nem de 16, 26 ou 36. Afinal, era uma fase de “atiradora de elite” e eu tinha vááárias paqueras engatadas.

Eu poderia jurar que aquele menino tinha a minha idade... hahahahahahahaahahhha


Hoje em dia, eu não paquero no ônibus por mais uma razão: medo de ser assaltada.

Beijos e boa semana.

B.Beiçola.

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Postado por B.Beiçola às 08:00 0 comentários

sábado, 8 de novembro de 2008

Deusas e Sexo



Já ouvi varias vezes alguém me taxar de galinha, principalmente aqueles seres com os quais me envolvi. Mas, saber por que sou galinha, sempre foi um mistério. Ninguém nunca me explicou. Lembro que antes, bem antes (acho que no tempo da minha avó), os homens eram uns depravados, porque só tinham idéias malucas e nós, éramos as santas que não pensavam em sexo, foda, transa etc. Estávamos mais preocupadas em casar, sim casar, com o melhor dos FDP que nos fizesse o favor de nos agüentar e criar todos os filhinhos dele. Mas isso mudou, e nossas prioridades são outras hoje. Nós gostamos de falar e fazer sexo e como gostamos, apreciamos o bom sexo e sim, achamos no sexo a “varinha” mágica da cumplicidade de dar e receber todo o auge do tesão.

ANALISANDO

Bem, sou um pouco dada a certos assuntos, principalmente no que se diz respeito a sexo, falemos de sexo então.

Minha vida sexual nunca foi tão ativa o quanto é agora, apesar de ter tido vários parceiros (alguns não tão parceiros assim) tinha certo bloqueio ou mesmo timidez sexual, os pudores prevaleciam, talvez trauma. Quando criança o sexo era tratado lá em casa como coisa do capeta, me recordo de uma vez aos 11 anos ter apanhado por ter dado carona a um guri de 11 anos na minha caloi. Esse era um contato com o outro sexo, ou seja, proibido.
E cresci assim, com esse estigma de que os homens eram os problemas de qualquer mulher, que todos eram uns mentirosos, que te trocariam por qualquer uma. Na adolescência só fui me relacionar com alguém aos 15 anos, e esse ser me deu a primeira cicatriz emocional, da qual tenho muito orgulho. Foi quase uma tapa na cara, quando me dei conta de que o mundo em volta já estava igual ao que mamãe dizia ser certo. Meus problemas começaram.

Eram anos intermináveis de discussões e lágrimas. E em cima de tudo isso ia me firmando e descobrindo minha sexualidade e foi ai que já não me sentia uma vitima, mas sim protagonista de minhas ações.


CF TAMBÉM É HÍSTÓRIA

Antigamente, cerca de cinco milhões de mulheres foram queimadas, acusadas de bruxaria. Com isso a Igreja conseguiu conter o crescente poder que a imagem feminina estava adquirindo ao longo dos séculos, diante da chamada religião da deusa. Por conseqüência disso, foi gerada essa nossa sociedade masculinizada em quase todos os segmentos. Isso só veio mudar nos últimos anos, mesmo assim muito lentamente. Talvez este atraso mental da sociedade ainda seja um reflexo dessa matança. Quando, meio século depois, surgiu a pílula anticoncepcional, todo mundo acreditava que, livres da perspectiva da gravidez indesejada, as mulheres se liberariam para o sexo. Ledo engano. O buraco, como sempre, era mais embaixo.

Séculos de repressão sexual, de identificação do feminino com o mal, com o poder demoníaco de sedução, não iriam cair por terra apenas por causa de um comprimidinho.
Foi assim que me senti ao tratar minhas vontades sexuais como naturais: uma bruxa na fogueira. Achar alguém que me proporcionasse o prazer pleno se tornou uma caçada quase infernal. Se alguém me perguntar qual o valor do sexo numa relação, não hesito em responder: 98%. Não sou hipócrita o sexo num relacionamento é essencial. A qualidade dele idem.

Talvez esses anos de transição ainda não acabaram digo isto pois algumas mulheres ainda preferem assim, só com amor, e elas ainda são uma parcela significativa. Percebo que atualmente O AMOR é um evento, e não dá pra simplesmente para esperar por ele, o fato de algumas de nós priorizarmos o desejo não nos torna libertinas, cada experiência adquirida no campo sexual nos torna mais certas do que realmente queremos e esperamos do homem ideal (se é que ele existe).
Já não ligamos tanto para o que os homens dizem, pensam, fazem. Estamos mais interessadas em nós mesmas, em nos agradar e não a outrem. Não saímos mais para a noite procurando um marido. Assumimos parte das características masculinas, saímos por diversão. Somos mais sozinhas, mas muito mais animadas. Mais importante que tudo, é termos a escolha do que queremos e sensibilidade para fazê-lo, neste jogo não existe regras, o importante é reconhecer que o sexo é natural e básico para a vida do ser humano.

Candy May

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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Natureza feminina alternativa

Ser mulher é muito complicado!
Outro dia estava anotando um monte de coisas que faço pra me manter bonita, tudo porque "os homens e as pessoas chatas em geral não gostam se for de outro modo". AFFFFFFFFF.

1 - Unhas feitas toda semana.
Meu prazer oral de roer as unhas desde os três anos de idade, foi corrompido quando meu atual ex olhou pras minhas mãos e disse: você tem dedos lindos, delicados. Porque rói as unhas? Fica tããããão feio.
Fizemos um trato, ele largava o cigarro e eu as unhas. Ele cumpriu o trato durante 15 dias, e eu cumpro até hoje, com namoro acabado e tudo. Sim porque, passei a chamar a atenção das pessoas por causa das unhas sempre feitas. Se eu penso em roer e largar todo o dinheiro investido na manicure, já me olham torto. Lá se foi meu prazer e delírio de roer até as carnes e sentir o gosto de sangue-coisa rara, mas aconteceu-nos momentos de ansiedade máxima. Morte a todos os homens que gostam de mãos.

2 - Sobrancelhas.
Minhas sobrancelhas são falhadas desde criancinha. Nunca foi um incômodo até que quando fiquei doente um tempo atrás minha sobrancelha simplesmente CAIU. Fiquei com uma sobrancelha parcial, parecendo uma índia torta da tribo dos Carcará de Piraporoca da Juí. Minha depiladora ficou horrorizada e me deu um tubo de hipoglós pra eu passar "todo dia após o banho quente, com os poros abertos." O mais delícia era quando chegava alguma visita inesperada e eu com uma taturana branca de pomada em cima dos olhos. Funcionou parcialmente, a falha diminuiu, mas ainda tenho que completá-la com lápis todas as manhãs senão me olham com cara de espanto na rua, como se eu fosse alguma doente psicótica que odeia as próprias sobrancelhas.

3 - Pés.
Heleninha (eu) é uma pessoa com imã pra tarados por pés, e olha que eu tenho os pés feios. Já teve cara que veio tirar foto dos meus pés e isso que eu tenho uma joanete no pé esquerdo, eu juro! Por conta duma unha encravada (ui ahuahuahuahu) sou obrigada a deixar os pés feitos no máximo de 20 em 20 dias. Sofrimento, tensão e mais dinheiro na manicure. Talvez eu passe a roer as unhas dos pés já que eles passam 7 meses fechados em botas, por causa do frio da minha cidade, e ninguém notaria, só quem me visse nua em algumas ocasiões. Enfim, é um caso a se pensar, anotei aqui nas notas mentais.

4 - Cravos.
Aqui estou, passando Protex 3X ao dia, porque o sabonete recomendado pelo meu dermatologista não só tira os cravos como também faz o nariz derreter. Saudades daquelas fitinhas anti-cravos que arrancavam os cravos de uma vez só, apesar de eu ter perdido o couro do meu nariz algumas vezes. Nota mental: processar a Johnson's pelo couro do meu nariz. Nota mental dois: pedir a volta dos adesivos anti-cravos, excelentes para emergências, ainda que arranque meu couro. Quem se importa? Nota mental três: Porque temos que ter cravos no nariz? Não dava pra ser no pé? Caralho, viu!

5- Depilação.
Dia desses passei um aperto pela minha depilação da axila estar vencida. Sim, eu preciso compartilhar essa joselitagem.
Era a minha reavaliação na academia com o professor delícia. Eu sabia que minha axila estava vencida, então pensei "ok, coloco uma blusa de mangas e fica tudo certo". A tosca aqui chega atrasada para o exame, pega a primeira camiseta que vê pela frente e PLU era uma regata. Só lembro que é uma regata quando já estou na salinha com ele medindo minhas coxas. O drama do dia foi levantar os braços e fingir que nada estava acontecendo, com meio metro de pêlos apontando axila afora. Várias vezes à poucos centímetros de distância dos seus olhos. Pensei em 867 formas diferentes de me matar. Pensei em alguma desculpa boa. E só consegui ficar muda. Saindo da sala imaginei que ele deve ter achado que minha depilação da virilha estava pior que a da Claúdia Ohana na sua primeira Playboy. Imaginei o instrutor com um cortador de grama e por muito pouco não rolei aparelho de musculação abaixo.


Ser mulher é difícil demais. As pessoas notam coisas nas mulheres que, poxa vida, não precisava! Como diz a Sally, eu malho essa bunda todo dia pro cara vir reparar na minha mão? Na minha sobrancelha?
Vou é virar um trabuco comedor de pizza de 4 queijos e brigadeiro em casa! O sacrifício é menor!

REVOLTADA MODE ON.



Heleninha.

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Postado por CF às 07:00 0 comentários

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Criando a MÃE

Devo reconhecer que não tenho propriedade para discursar sobre o tema. Mas resolvi abordá-lo aqui por, atualmente, conhecer pelo menos cinco pessoas que são sobrecarregadas pela mãe. O conselho mais indicado a se dar nessas horas quando se tem mais de 20 anos e um emprego fixo é CAI FORA, MENINA! VAI LEVAR SUA VIDA LONGE DA SUA MÃE! (9 entre 10 meninas da CF falariam isso*). Mas não é tão fácil como parece, afinal você é a mãe da sua mãe e não pode abandoná-la assim, vai que ela se queima no fogão?

Costumo dizer que é preciso brincar no recreio com afinco. Nada de ficar de soslaio, fingindo que você não é criança. Pois se não fizer, tardiamente vai querer subir num escorregador de parque, sob pena de ficar entalada. Temos que ser irresponsáveis na idade adequada, para que aos 50 anos não sejamos assaltadas pela vontade de violar alguma norma infantil, como esconder a caneta rosa da colega de turma. Isso geralmente rende um desconforto na filha da senhora de 50 anos, já que ela passa a fazer o papel de “colega de turma com a caneta rosa”.

Tudo bem, cada um tem todo direito de ser o que quiser.
Sejamos democráticas e vamos pensar: Nossas mães têm necessidade de orgasmo tanto quanto nós. Não são santas. Não estão mortas. Mas e quando O DESEJO SEXUAL dela suplanta a sua condição de mãe? Você chega a casa e nada de comidinha esperando. Daí você pensa “Tudo bem, ela não é minha empregada. Não há mais isso de mãe-amélia”. Você vai humildemente preparar seu jantar e SUA MÃE pergunta o que você vai fazer, já que ELA está faminta. Você sorri e prepara uma comidinha para as duas.

Certo, ela quer usar roupas curtas e competir com o tamanho da sua mini-saia.
Vamos usar o bom senso, usar roupa curta aos 50 anos não é lá nada apresentável. Você procura dar dicas discretas de moda. Mas ela insiste em usá-las, afinal ELA É A MÃE e você É A FILHA. “Ponha-se no seu lugar”, diz ela num tom autoritário. Aí você pensa “Puxa, finalmente ela lembrou que eu não sou a mãe dela!”. Note o assalto da conveniência... São nessas horas que você tem vontade de relatar todas as vezes que fez papel de mãe, preparando seu jantar, pagando suas contas e condenando suas roupas.

Ok, ela paquera seus amigos.
Você também paqueraria fulaninho se estivesse solteira aos 50 anos, não? Afinal ele é muito atraente... Vamos ser maleáveis! Mas fazer isso de forma descarada não é lá tão elegante, ainda mais quando seus amigos chamam sua mãe de “coroa-danada”. Tudo bem, você é a filha, seja mais despojada, desencanada, deixa isso pra lá!

Coitada, teve um passado tão ruim e agora eu que devo segurar as pontas.
Geralmente você pensa isso enquanto a luz da casa é cortada porque sua mãe esqueceu de pagar. Lá vai você fazer uma solicitação para que religuem a luz. Na fila quilométrica você visualiza sua mãe na frente do computador, marcando encontros com rapazes da sua idade. Você respira fundo, afinal todos têm direito de dar para quem quiser, com a idade que bem entender. Você tem medo de estar mais velha que sua mãe pela cabeça, pois já se sente uma megera de marca maior com menos de 30 anos!

Quando o atendente da Companhia de Energia Elétrica informa a taxa que você deve pagar, você pronuncia um: Eu quero a minha mãe! E lembra, ruborizada, que é uma senhora aos 25 anos de idade... E não tem essa de "mamãe esperando com a comidinha pronta" ou "conselho sensato de mãe".

Temo que esta filha, com a mãe ausente, tendo que ser RESPONSÁVEL no momento que deveria VIOLAR TODAS AS REGRAS e chutar o pau da barraca torne-se mais uma mãe que vira filha. E o ciclo nunca se desfaça!

No final das contas, eu que estou inserida entre as 9 meninas que diriam “Sai de casa, menina!”, ressaltaria que o melhor é deixar sua mãe sozinha para APRENDER a trilhar a vida adolescente que escolheu ter tardiamente. Não dizem que Deus protege os bêbados e as crianças?

* Dessa vez minha estatística é verídica.

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Postado por Sarita às 06:00 0 comentários
 

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